Estrutura Física

Arrozeira Banhado conta com uma moderna estrutura de secagem e armazenagem de arroz. Tem capacidade para estocar 45 mil toneladas de arroz em suas unidades. Recebendo 1.500 ton/dia.

Meio Ambiente

Nas áreas cultivadas pela Empresa, é feito o recolhimento de filtros de lubrificantes e de embalagens vazias de agrotóxicos para posterior envio a pontos de coletas. São utilizados tanques de combustível e rampas de lavagem com caixas de retenção de resíduos, para reduzir possíveis impactos negativos ao meio ambiente.

Gado de corte de Aceguá - RS.

A criação do gado, com trabalho continuo em melhoramento genético a Arrozeira Banhado, busca somente animais com características de desempenho adequadas para maior produção de carcaça em um período menor de tempo de engorda a campo em pastagem de azevém trevo e cornichão.

Processos de produção

Os processos de secagem e armazenagem dos nossos produtos são realizados utilizando a mais alta tecnologia, buscando segurança e eficiência das operações e qualidade dos produtos. Esse processo abrange as atividades desde o campo até o recebimento e armazenagem nas unidades da Arrozeira Banhado. O transporte do arroz e da soja até a unidade de armazenamento é realizado com o máximo de cuidado, a fim de preservar a qualidade dos grãos. Cada etapa do processo é inspecionada e ajustada para que se obtenha um produto de excelente qualidade.

Hortaliças disparam nos mercados atacadistas

As principais hortaliças comercializadas nas centrais de abastecimento (Ceasas) no País apresentaram alta nos preços, segundo apontou o 2º Boletim Prohort de Comercialização de Hortigranjeiros nas Ceasas em 2016, divulgado nesta terça-feira (23) pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). Este comportamento já é esperado para o período e reflete a menor oferta dos produtos, provocada, em grande parte, pelas condições climáticas mais desfavoráveis para produção de hortaliças. O estudo avalia os valores praticados em janeiro deste ano.
Entre os produtos analisados, as maiores elevações ocorreram com a cenoura e o tomate. A menor alta da cenoura foi verificada no Rio de Janeiro, com percentual de 14,5%, enquanto a maior foi registrada em Campinas, chegando a 65%. Em Curitiba, a elevação do preço da cenoura foi de 42,8%, enquanto a do tomate chegou a 4,7%. Já o preço da cebola subiu 21,2% na capital.
O plantio e a colheita da cenoura no Sul do país foram afetados pela incidência de chuvas, diminuindo a oferta no mercado interno. Já o tomate chegou a registrar alta de 84,6% no Rio de Janeiro e de 70,5% no Espírito Santo. No entanto, para fevereiro a tendência é que os preços comecem a se acomodar, uma vez que os valores remuneradores do produto e a diminuição das chuvas incentivem uma maior produção da cultura, aumentando a oferta de tomate.
Também acompanharam o movimento de alta, devido às constantes chuvas, batata, registrando elevação de 20,5% em Campinas, alface, com índice chegando a 37,2% em São Paulo, e cebola, com acréscimo de 34% em Vitória.

Frutas
O aumento dos custos de produção registrados em 2015 tem preocupado o setor de maneira geral. Caso este movimento se mantenha, o cultivo de determinados produtos pode ser limitado, provocando reduções de área ou migração para outras culturas mais atrativas. Além disso, as altas temperaturas e a restrição de irrigação provocam baixa produtividade, ocasionando tendência de alta para os próximos meses. A elevação do dólar continua favorecendo as exportações, também causando impacto na oferta das frutas no mercado interno.
A banana registrou a maior alta no Rio de Janeiro, com 33,8%, e a principal queda foi verificada no Paraná, chegando a 15%. As chuvas ocorridas no final do ano passado e início de 2016 ajudaram a alavancar a produtividade em algumas regiões. No entanto, o prosseguimento das precipitações em determinadas áreas produtoras afetou a produtividade e a qualidade do produto.
As condições climáticas também influenciaram na comercialização da melancia, uma vez que a safra que abastece o mercado atualmente está localizada no Sul do País, pressionando os valores comercializados. Já o mercado de São Paulo registrou queda nos preços, devido à entrada da safra de alguns municípios do próprio estado que conseguiu atender a demanda interna.
Já a laranja apresentou desenvolvimento acelerado em meio às chuvas constantes, ocasionando a colheita intensa e antecipada nos meses de dezembro e janeiro. Todavia, esse crescimento acelerado faz com que o produto fique fora do padrão do mercado atacadista in natura, sendo absorvido pela indústria, havendo assim redução na oferta do produto em praticamente todos os entrepostos. A fruta registrou queda de preços de 9,6% em São Paulo e alta de 28,5% no Paraná.
A maçã foi a única fruta a apresentar um comportamento uniforme nos preços, com alta em todos os entrepostos pesquisados. Esse aumento nas cotações é reflexo dos altos custos necessários à manutenção da fruta. Além disso, intempéries climáticas ocorridas durante o período de desenvolvimento e maturação da maçã resultam em uma menor disponibilidade do produto nos mercados.




Fonte: Agrolink

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