Estrutura Física

Arrozeira Banhado conta com uma moderna estrutura de secagem e armazenagem de arroz. Tem capacidade para estocar 45 mil toneladas de arroz em suas unidades. Recebendo 1.500 ton/dia.

Gado de corte de Aceguá - RS.

A criação do gado, com trabalho continuo em melhoramento genético a Arrozeira Banhado, busca somente animais com características de desempenho adequadas para maior produção de carcaça em um período menor de tempo de engorda a campo em pastagem de azevém trevo e cornichão.

Processos de produção

Os processos de secagem e armazenagem dos nossos produtos são realizados utilizando a mais alta tecnologia, buscando segurança e eficiência das operações e qualidade dos produtos. Esse processo abrange as atividades desde o campo até o recebimento e armazenagem nas unidades da Arrozeira Banhado. O transporte do arroz e da soja até a unidade de armazenamento é realizado com o máximo de cuidado, a fim de preservar a qualidade dos grãos. Cada etapa do processo é inspecionada e ajustada para que se obtenha um produto de excelente qualidade.

Meio Ambiente

Nas áreas cultivadas pela Empresa, é feito o recolhimento de filtros de lubrificantes e de embalagens vazias de agrotóxicos para posterior envio a pontos de coletas. São utilizados tanques de combustível e rampas de lavagem com caixas de retenção de resíduos, para reduzir possíveis impactos negativos ao meio ambiente.

Produtores rurais têm prejuízo de R$ 23,2 milhões com rompimento de barragem em Mariana

Os produtores rurais atingidos pela lama com resíduos de mineração, após o rompimento da barragem da empresa Samarco, no município de Mariana, região Central de Minas Gerais, tiveram um prejuízo de aproximadamente R$ 23,2 milhões. É o que aponta um levantamento realizado pela  Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Estado de Minas Gerais (Emater-MG) para avaliar os impactos provocados pelo acidente nos municípios de Barra Longa, Mariana, Ponte Nova e Rio Doce. O rompimento da barragem ocorreu no dia 5 de novembro de 2015.

O levantamento feito pela Emater-MG foi realizado entre novembro do ano passado e janeiro deste ano, e apurou, até agora, 95% das propriedades atingidas, onde moravam 295 pessoas. Segundo o presidente da Emater-MG, Amarildo Kalil, os técnicos da empresa estão visitando cada uma das propriedades. “Nossos técnicos estão fazendo  as visitas e aplicando um questionário. Eles também conversam com cada um dos agricultores que tiveram as propriedades atingidas. É um levantamento para ter uma ideia do prejuízo e que poderá subsidiar o Estado no caso de um plano de recuperação econômica destas propriedades”, explica.

De acordo com o relatório, 195 propriedades foram atingidas. A maior parte do prejuízo foi em áreas utilizadas para pastagem, capineiras, plantações de cana-de-açúcar, grãos e horticultura. O valor estimado é de R$ 15,6 milhões em 1.270,5 hectares de terras atingidas. Em seguida, estão as perdas com 216 construções afetadas (R$ 5,2 milhões), 161 quilômetros de cercas (R$ 977 mil), 293 máquinas e equipamentos (R$ 760 mil) e 1.596 animais perdidos (R$ 651 mil), principalmente aves. O levantamento também apurou que 34 produtores atingidos possuem financiamento de crédito rural, que somam o valor de R$ 3,3 milhões.

O presidente da Emater-MG chama a atenção que a porcentagem das áreas atingidas nas propriedades foi, em média, de 12,9%. “Tivemos 164 propriedades com menos de 50% da área atingida. Em muitos desses casos, será possível retomar a atividade agropecuária. Já em outras 31 propriedades, a lama destruiu mais de 50% da área. Nestes locais será mais difícil voltar a desenvolver as atividades anteriores. O mais  indicado deverá ser a realocação dos produtores para outras áreas e transformar os locais atingidos em área de preservação ambiental, com trabalhos de contenção de erosão e revegetação”, explica Amarildo Kalil. Ele também acredita que as pessoas das áreas que tiveram a maior parte da propriedade atingida poderão ser indenizadas.

O relatório aponta que a área rural do município de Barra Longa foi a mais afetada pelo rompimento da barragem, com 136 propriedades atingidas e um prejuízo total de R$ 15,3 milhões. Em seguida Mariana com 52 propriedades e perdas de R$ 7,1 milhões, Rio Doce com 3 propriedades e perdas de R$ 670 mil e Ponte Nova com 4 propriedades e prejuízo de R$ 71 mil. Cerca de 25 propriedades da região ainda serão catalogadas pelos técnicos da Emater-MG.

Terras comprometidas para produção agropecuária

Um estudo realizado pela Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) mostrou que o solo das áreas atingidas pela lama da barragem não apresenta condições para o desenvolvimento de atividades agropecuárias. O trabalho foi realizado a pedido do Governo de Minas, numa ação conjunta da Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Emater-MG e Epamig. A pesquisa também mostra que não foi detectada a presença de metais pesados em níveis tóxicos nas amostras coletadas.




Fonte: Agrolink

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