Estrutura Física

Arrozeira Banhado conta com uma moderna estrutura de secagem e armazenagem de arroz. Tem capacidade para estocar 45 mil toneladas de arroz em suas unidades. Recebendo 1.500 ton/dia.

Gado de corte de Aceguá - RS.

A criação do gado, com trabalho continuo em melhoramento genético a Arrozeira Banhado, busca somente animais com características de desempenho adequadas para maior produção de carcaça em um período menor de tempo de engorda a campo em pastagem de azevém trevo e cornichão.

Meio Ambiente

Nas áreas cultivadas pela Empresa, é feito o recolhimento de filtros de lubrificantes e de embalagens vazias de agrotóxicos para posterior envio a pontos de coletas. São utilizados tanques de combustível e rampas de lavagem com caixas de retenção de resíduos, para reduzir possíveis impactos negativos ao meio ambiente.

Processos de produção

Os processos de secagem e armazenagem dos nossos produtos são realizados utilizando a mais alta tecnologia, buscando segurança e eficiência das operações e qualidade dos produtos. Esse processo abrange as atividades desde o campo até o recebimento e armazenagem nas unidades da Arrozeira Banhado. O transporte do arroz e da soja até a unidade de armazenamento é realizado com o máximo de cuidado, a fim de preservar a qualidade dos grãos. Cada etapa do processo é inspecionada e ajustada para que se obtenha um produto de excelente qualidade.

Adapec confirma 16 casos da doença de mormo em eqüinos no Tocantins

Dez animais com diagnóstico confirmado de Mormo foram sacrificados esta semana pela Agência de Defesa Agropecuária (Adapec). Com esta ação, sob para 16 casos confirmados da doença em equinos, de junho de 2015 até o momento. Os casos ocorrem em 14 propriedades rurais, no município de Formoso do Araguaia, região sudoeste do Tocantins, a 323 km de Palmas.

Todas as medidas sanitárias foram tomadas e os animais doentes foram sacrificados. A Agência tem feito um alerta em todo o Estado, em especial às propriedades rurais da região, e já orientou o Sindicato Rural de Formoso sobre os fatos ocorridos.

O presidente da Adapec, Humberto Camelo, disse que a doença tem causado preocupação ao órgão, pois os eventos clandestinos e a movimentação de animais sem exames põem em risco a sanidade dos equídeos. “Estamos fazendo a nossa parte levando palestras aos 139 municípios e aos assentamentos, além de coletar gratuitamente o sangue, tanto dos animais suspeitos quanto de todos que tiveram contato com eles”, enfatiza, acrescentando a importância da colaboração de toda a cadeia produtiva, para evitar que a doença se espalhe, já que pode ser transmitida ao homem.

De acordo com o chefe da Unidade Local da Adapec de Formoso do Araguaia, Anderson Silva de Sousa, desde o aparecimento do primeiro foco, em junho de 2015, as ações não pararam. Já foram coletadas 479 amostras de sangue de animais em 33 propriedades rurais. “A cada novo registro realizamos a investigação epidemiológica, identificando possíveis vínculos entre propriedades para a colheita de sangue de todos os animais. Além disso, realizamos uma nova colheita, entre 45 a 90 dias, e só depois os animais positivos são sacrificados”, explica.

Entre as medidas sanitárias estão a notificação aos produtores rurais, interdição das propriedades suspeitas de foco e bloqueio das propriedades para o trânsito de equídeos, ingresso e egresso. Além disso, o isolamento dos animais suspeitos para evitar disseminação. Todo o material colhido é enviado ao Lanagro - laboratório oficial do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa).

Para a responsável Técnica pelo Programa Estadual de Sanidade dos Equídeos, Ana Lúcia Rodrigues, a melhor forma de prevenção do Mormo é o produtor rural ter um cuidado redobrado com a sanidade, que vai desde participar somente de eventos pecuários cadastrados na Adapec, exigir exames negativos ao comprar animais e ao adquiri-lo realizar a quarentena, isolando-o por um período de 40 dias para observar se a doença não está em período de encubação. “O contato direto do animal sadio com doente ao compartilharem o mesmo cocho, bebedouro e contato físico com animais com feridas expostas, estão entre os maiores riscos de transmissão”, destaca.
 
Entenda

Em julho de 2015, o Tocantins registrou os primeiros casos de Mormo, em uma propriedade no município de Formoso do Araguaia (TO). A suspeita é de que cerca de três animais foram contaminados após terem participado de um evento em Iporá – GO, área considerada não livre da doença, pois na ocasião da partida para o Goiás os exames deram negativo. Porém, seis meses depois ao realizá-los novamente para participar de outro evento em Goiás, os exames foram inconclusivos e a Adapec foi acionada para realizar os exames positivos.
 
“Ao tomar todas as medidas sanitárias no município de Formoso, a investigação epidemiológica realizada supõe que a disseminação ocorreu após aglomeração de equídeos que participavam em uma cavalgada, já que os novos casos têm ocorrido próximos a região”, disse Anderson Silva.

A Adapec pede à população que denuncie eventos clandestinos, além disso, alerta para que os produtores rurais quando perceberem alguma suspeita da doença comuniquem imediatamente o órgão presente em todos os municípios do Estado ou através do telefone (0800 63 11 22). Nos equídeos, os principais sintomas são nódulos nas narinas, corrimento purulento, pneumonia, febre e emagrecimento. Mas em alguns animais não aparecem nenhum sintoma, por isso, é tão importante à realização de exames.

Trânsito

No Tocantins, para os animais participarem de eventos pecuários é obrigatório apresentar a Guia de Trânsito Animal (GTA), exames negativos de Anemia Infecciosa Equina (AIE) e Mormo e o atestado de vacinação para Influenza Equina. Mesmo nos casos em que os equídeos são provenientes de estados considerados livre da doença, mas com destino a eventos com aglomerações de animais no Tocantins faz-se necessária a apresentação do exame negativo para a doença.

O exame tem validade de 60 dias e deve ser realizado por um médico veterinário cadastrado na Superintendência Federal da Agricultura do Tocantins (SFA/TO).

Mormo

O Mormo é uma doença infectocontagiosa causada pela bactéria Burkholderiamallei que acomete principalmente os equídeos. Essa doença pode atacar o homem e levar à morte se não tratada a tempo.




Fonte: Agrolink

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