Estrutura Física

Arrozeira Banhado conta com uma moderna estrutura de secagem e armazenagem de arroz. Tem capacidade para estocar 45 mil toneladas de arroz em suas unidades. Recebendo 1.500 ton/dia.

Meio Ambiente

Nas áreas cultivadas pela Empresa, é feito o recolhimento de filtros de lubrificantes e de embalagens vazias de agrotóxicos para posterior envio a pontos de coletas. São utilizados tanques de combustível e rampas de lavagem com caixas de retenção de resíduos, para reduzir possíveis impactos negativos ao meio ambiente.

Gado de corte de Aceguá - RS.

A criação do gado, com trabalho continuo em melhoramento genético a Arrozeira Banhado, busca somente animais com características de desempenho adequadas para maior produção de carcaça em um período menor de tempo de engorda a campo em pastagem de azevém trevo e cornichão.

Processos de produção

Os processos de secagem e armazenagem dos nossos produtos são realizados utilizando a mais alta tecnologia, buscando segurança e eficiência das operações e qualidade dos produtos. Esse processo abrange as atividades desde o campo até o recebimento e armazenagem nas unidades da Arrozeira Banhado. O transporte do arroz e da soja até a unidade de armazenamento é realizado com o máximo de cuidado, a fim de preservar a qualidade dos grãos. Cada etapa do processo é inspecionada e ajustada para que se obtenha um produto de excelente qualidade.

No norte do Brasil é época de plantar grãos e colher frutas regionais

Parte da Região Norte do País vive situação de certa forma atípica, que é a falta de chuva.  No Pará, por exemplo, em alguns locais não chove há mais de quatro meses, o que compromete o cultivo de algumas culturas. Nos primeiros meses do ano, na região, é momento de plantar culturas temporárias, como arroz, feijão, milho e mandioca, para colher no segundo semestre. Mas também é época de colheita. Agora, nos primeiros seis meses, ocorre a colheita de frutas regionais, como açaí, cupuaçu, bacuri, manga e taperebá.

Para quem for plantar, dependendo da cultura, as recomendações podem variar. Normalmente, para as culturas de ciclo médio e longo é recomendado o plantio ainda no mês de janeiro e fevereiro, de modo a evitar as fortes chuvas que começam a partir de março, e as mudas devem ser de boa qualidade e de bom tamanho (40 a 50 cm de altura).

De acordo com o coordenador técnico da Emater/PA, Paulo Lobato, essa recomendação de período de plantio também serve para algumas culturas temporárias, onde o excesso de umidade compromete a produtividade e a qualidade da raiz para a produção de farinha.  “Para outras culturas temporárias, como feijão e milho, se faz necessário um período seco para a colheita, o que só teremos a partir de junho. Assim, é possível o plantio no final do período chuvoso, o que garante um bom desenvolvimento da cultura até a colheita”, recomenda.

Recomendações

Segundo Paulo Lobato, antes de plantar é preciso fazer um diagnóstico da unidade de produção familiar. “É necessário identificar, dentre outras coisas, as potencialidades e limitações da propriedade e, a partir daí, trabalhar junto com a família no planejamento das atividades, identificando inclusive a necessidade de crédito rural”, diz o engenheiro agrônomo.  

“É preciso avaliar a capacidade de mão-de-obra da família, as condições de produção, o mercado para os produtos já trabalhados e para os que se deseja trabalhar, condições de escoamento da produção e a capacidade de endividamento da família, caso tenha que acessar um financiamento via Pronaf”, acrescenta.

Ele diz que preciso que o preparo do solo seja feito logo nas primeiras chuvas, para evitar o excesso de umidade, que torna o solo mais “pesado”, aumentando o consumo de combustível do trator, além de comprometer a qualidade do trabalho. “Para os solos mais argilosos, deve-se trabalhar na camada mais superficial, apenas para revolver a terra e facilitar o plantio, principalmente no caso do arroz de várzea”, destaca.  “No caso de solos muito ácidos, deve-se incorporar o calcário por ocasião da ração e gradagem, de modo a minimizar custos e favorecer de neutralização da acidez”, explica Paulo Lobato.

Assistência para o desenvolvimento

O agricultor familiar que vai plantar e precisa de orientações pode contar com o os serviços de Assistência Técnica e Extensão Rural (Ater). O objetivo da Ater é melhorar a renda e a qualidade de vida das famílias rurais, por meio do aperfeiçoamento dos sistemas de produção, de mecanismo de acesso a recursos, serviços e renda, de forma sustentável.

Entre os dias 31 de maio e 3 de junho será realizado em Brasília a 2º Conferência Nacional de Assistência Técnica e Extensão Rural na Agricultura Familiar e na Reforma Agrária (2º CNATER).  O evento busca estabelecer estratégias e ações prioritárias para promover a universalização da Assistência Técnica e Extensão Rural pública e de qualidade para a agricultura familiar.

A conferência é uma realização do Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA) sobre a coordenação do Conselho Nacional de Desenvolvimento Rural Sustentável (Condraf).

Ascom/MDA




Fonte: Agrolink

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