Processos de produção

Os processos de secagem e armazenagem dos nossos produtos são realizados utilizando a mais alta tecnologia, buscando segurança e eficiência das operações e qualidade dos produtos. Esse processo abrange as atividades desde o campo até o recebimento e armazenagem nas unidades da Arrozeira Banhado. O transporte do arroz e da soja até a unidade de armazenamento é realizado com o máximo de cuidado, a fim de preservar a qualidade dos grãos. Cada etapa do processo é inspecionada e ajustada para que se obtenha um produto de excelente qualidade.

Meio Ambiente

Nas áreas cultivadas pela Empresa, é feito o recolhimento de filtros de lubrificantes e de embalagens vazias de agrotóxicos para posterior envio a pontos de coletas. São utilizados tanques de combustível e rampas de lavagem com caixas de retenção de resíduos, para reduzir possíveis impactos negativos ao meio ambiente.

Gado de corte de Aceguá - RS.

A criação do gado, com trabalho continuo em melhoramento genético a Arrozeira Banhado, busca somente animais com características de desempenho adequadas para maior produção de carcaça em um período menor de tempo de engorda a campo em pastagem de azevém trevo e cornichão.

Estrutura Física

Arrozeira Banhado conta com uma moderna estrutura de secagem e armazenagem de arroz. Tem capacidade para estocar 45 mil toneladas de arroz em suas unidades. Recebendo 1.500 ton/dia.

BRF reabre negociações no MT

Com coordenação da Confederação Nacional dos Trabalhadores nas Indústrias de Alimentação e Afins (CNTA Afins), trabalhadores do frigorífico BRF de Lucas do Rio Verde (360 quilômetros ao norte de Cuiabá) comemoram a reabertura de negociação coletiva. Uma reunião entre a direção da empresa e representantes dos trabalhadores está prevista para esta quinta-feira, dia 14, às 14h30, em Curitiba (PR). A mobilização, iniciada pelo sindicato local em outubro, ganhou o apoio da União Internacional dos Trabalhadores da Alimentação (UITA), representante de 412 organizações filiadas em 130 países. No Brasil, a entidade representa os interesses de 1,5 milhão de trabalhadores ligados a 360 entidades sindicais.

Em correspondência enviada recentemente à direção local da BRF, o Secretário Geral da UITA, Ron Oswald, fez um apelo para que a multinacional atenda "urgentemente" às demandas dos 4,5 mil trabalhadores de Lucas do Rio Verde, que reivindicam, entre outros pontos, o reajuste de 13%, sendo cerca de 10,33% da taxa de inflação (INPC) dos últimos 12 meses e 3% de aumento real. "Espero sinceramente que vocês tomem as medidas para garantir que esta situação seja remediada no menor tempo possível.", diz o documento.

Diante da falta de avanço nas negociações salariais, os trabalhadores da BRF de Lucas do Rio Verde decidiram entrar em estado de greve no dia 13 de dezembro, exigindo o prazo de 15 dias para que a empresa se manifestasse. Pela Convenção Coletiva de Trabalho, a BRF (que emprega mais de 96 mil funcionários em 35 unidades industriais no Brasil, além de nove fábricas no exterior) propôs o pagamento de 5% de reposição salarial, aumento de R$ 20,00 no vale-alimentação e mais R$ 25,00 de bônus no vale-alimentação entre janeiro e outubro de 2016.

Também propôs um bônus anual de R$ 343,00 (prêmio de excelência, já recebido), segundo o sindicato profissional da categoria. No entanto, a proposta apresentada pela empresa foi rejeitada pelos trabalhadores, que também denunciaram más condições de trabalho e descumprimento da Norma Regulamentadora nº 36, que trata de novas regras de saúde e segurança em frigoríficos (em vigor desde 2013).

Com as mesmas queixas em relação às condições salariais e de trabalho, os sindicatos da categoria profissional da Alimentação do Paraná, com 15 mil trabalhadores, também enfrentam dificuldades nas negociações. Em uma ação conjunta entre os sindicatos de Dois Vizinhos (PR), Ponta Grossa (PR), Francisco Beltrão (PR), Toledo (PR), Paranaguá (PR) e Carambeí (PR) os trabalhadores reivindicam o reajuste de 11,83% mais R$ 240,00 de ticket alimentação, contra 8% de reajuste e R$ 200,00 de ticket alimentação propostos pela BRF no dia 5 de janeiro

O Brasil possui atualmente cerca de 460 mil trabalhadores no setor frigorífico, sendo Paraná o líder em número de trabalhadores, com 76 mil (remuneração média de R$ 1.289,64), seguido por São Paulo, com 63 mil (remuneração média de R$ 1.620,85), Santa Catarina, com 57 mil (remuneração média de R$ 1.507,23), Rio Grande Sul, com 54 mil (remuneração média de R$ 1.401,79) e Mato Grosso, com 36 mil (remuneração média de R$ 1.431,60), segundo dados de 2013 e 2014 da subseção do DIEESE da CNTA Afins.




Fonte: Agrolink

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