Processos de produção

Os processos de secagem e armazenagem dos nossos produtos são realizados utilizando a mais alta tecnologia, buscando segurança e eficiência das operações e qualidade dos produtos. Esse processo abrange as atividades desde o campo até o recebimento e armazenagem nas unidades da Arrozeira Banhado. O transporte do arroz e da soja até a unidade de armazenamento é realizado com o máximo de cuidado, a fim de preservar a qualidade dos grãos. Cada etapa do processo é inspecionada e ajustada para que se obtenha um produto de excelente qualidade.

Gado de corte de Aceguá - RS.

A criação do gado, com trabalho continuo em melhoramento genético a Arrozeira Banhado, busca somente animais com características de desempenho adequadas para maior produção de carcaça em um período menor de tempo de engorda a campo em pastagem de azevém trevo e cornichão.

Meio Ambiente

Nas áreas cultivadas pela Empresa, é feito o recolhimento de filtros de lubrificantes e de embalagens vazias de agrotóxicos para posterior envio a pontos de coletas. São utilizados tanques de combustível e rampas de lavagem com caixas de retenção de resíduos, para reduzir possíveis impactos negativos ao meio ambiente.

Estrutura Física

Arrozeira Banhado conta com uma moderna estrutura de secagem e armazenagem de arroz. Tem capacidade para estocar 45 mil toneladas de arroz em suas unidades. Recebendo 1.500 ton/dia.

RS: Perdas na safra de arroz chegam a 15%

Levantamento feito pelo Instituto Rio Grandense do Arroz (Irga) indica que, na safra 2015/2016, os produtores gaúchos vão colher 15% menos que os 8,7 milhões de toneladas do ciclo 2014/2015. Considerando-se a estimativa, que tem como base dados coletados em todo o Estado, a produção não passará de 7,4 milhões de toneladas. O excesso de chuva é a principal justificativa para a redução. A plantação se espalhou por 1,064 milhão de hectares, mas 11,9% dessa área, ou 126.4 mil hectares ficaram debaixo d’água, com prejuízos para 1.858 lavouras. Até o momento, o Irga registra perda total em 25,4 mil hectares. A maior parte das lavouras está em estádio vegetativo. “Nesta fase algumas plantas ainda poderão se recuperar”, avalia o agrônomo Athos Gadea, gerente da Divisão de Assistência Técnica e Extensão Rural do Irga.

A Depressão Central foi a região mais prejudicada pelas enchentes, com 14,2 mil hectares de perda total. O levantamento também constatou que 74,1 mil hectares, de 1.145 lavouras, ficaram debaixo da água. A área equivale a pouco mais da metade dos 142,9 mil hectares cultivados com arroz. As demais áreas ainda estão em observação e registram perda que variam de zero a 60%. O município mais atingido foi Cachoeira do Sul, com 5,2 mil hectares de perda total. A segunda região mais prejudicada é a Fronteira Oeste, que semeou 298,7 mil hectares e registra alagamentos em 17,4 mil hectares. A estimativa é que os produtores tiveram perda total em 5,3 mil hectares.

Na avaliação do presidente da Federarroz, Henrique Dornelles, a quebra na produção poderá ser maior que 15%. “Fatalmente os números serão maiores, pois o arroz que ainda está submerso não foi contabilizado”, comenta. O relatório sobre enchentes no Rio Grande do Sul será entregue nesta quarta-feira ao ministro da Integração Nacional, Gilberto Occhi, em reuniões marcadas para Uruguaiana, pela manhã, e Santa Maria, à tarde.




Fonte: Agrolink

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