Processos de produção

Os processos de secagem e armazenagem dos nossos produtos são realizados utilizando a mais alta tecnologia, buscando segurança e eficiência das operações e qualidade dos produtos. Esse processo abrange as atividades desde o campo até o recebimento e armazenagem nas unidades da Arrozeira Banhado. O transporte do arroz e da soja até a unidade de armazenamento é realizado com o máximo de cuidado, a fim de preservar a qualidade dos grãos. Cada etapa do processo é inspecionada e ajustada para que se obtenha um produto de excelente qualidade.

Gado de corte de Aceguá - RS.

A criação do gado, com trabalho continuo em melhoramento genético a Arrozeira Banhado, busca somente animais com características de desempenho adequadas para maior produção de carcaça em um período menor de tempo de engorda a campo em pastagem de azevém trevo e cornichão.

Estrutura Física

Arrozeira Banhado conta com uma moderna estrutura de secagem e armazenagem de arroz. Tem capacidade para estocar 45 mil toneladas de arroz em suas unidades. Recebendo 1.500 ton/dia.

Meio Ambiente

Nas áreas cultivadas pela Empresa, é feito o recolhimento de filtros de lubrificantes e de embalagens vazias de agrotóxicos para posterior envio a pontos de coletas. São utilizados tanques de combustível e rampas de lavagem com caixas de retenção de resíduos, para reduzir possíveis impactos negativos ao meio ambiente.

Receita anual encolhe 12% no MT

As exportações mato-grossenses encerraram o exercício 2015 com receita 11,66% menor em comparação ao volume contabilizado no ano anterior. O ano passado encerrou com movimentação de US$ 13,07 bilhões ante US$ 14,79 bilhões. A retração nos preços internacionais das commodities agrícolas, especialmente as do complexo soja, e o arrefecimento do apetite chinês, explicam a performance da pauta local. Com a perda de divisas, o comércio exterior mato-grossense registrou a segunda queda seguida da série local para o segmento, conforme divulgado ontem pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC).

A soja em grão encerrou o ano com perda de quase 22% em dólar, passando de US$ 7,21 bilhões para US$ 5,63 bilhões. O item, que segue como carro-chefe das vendas externas, encolheu a participação no faturamento total da pauta, mas ainda lidera. Saiu de uma proporção de 48,76% para atuais 43,12%. Os cortes bovinos, que são o terceiro produto de maior peso na pauta de exportações do Estado, tiveram queda anual de mais de 11%, seguido dos cortes de aves com 52%. O milho, segunda commodity mais embarcada por Mato Grosso, foi uma exceção no período, fechou 2015 com crescimento de 22% na receita anual, passando de US$ 2,04 bilhões para US$ 2,50 bilhões e com isso ganhou participação, de 13,84% para 19,15%.

De 2000 a 2015, de acordo com a série do MDIC, apenas em 2014 e em 2015, Mato Grosso encerrou o ano com queda na receita na comparação anual. Em 2014, a retração foi de 6,44%, quase que dobrando em 2015. Ao longo de todo o ano passado, apenas os meses de março, maio, outubro e dezembro tiveram faturamento mensal superior ao mês par na comparação com o mesmo período de 2014, por exemplo.

DESTINOS – A China segue, por mais um ano como o maior parceiro comercial de Mato Grosso, no entanto, perdeu força e reduziu os negócios e a participação no total exportado pelo Estado. De janeiro a dezembro de 2015 os chineses compraram o equivalente a US$ 3,88 bilhões, 22% menos em relação à movimentação de 2014. Com isso, a participação chinesa passou de 33,68% para 29,75%. No ranking dos cinco maiores consumidores da pauta de produtos mato-grossenses estão a Indonésia (US$ 776,41 milhões), Países Baixos (US$ 723,49 milhões), Vietnã (US$ 661,59 milhões) e o Irã (US$ 636,11 milhões).

RANKING – Entre os maiores exportadores estaduais, mesmo com retração anual na receita, Sorriso foi o município que mais movimentou a pauta com embarques equivalentes a US$ 1,35 bilhão, seguido por Rondonópolis, US$ 1,28 bilhão, Nova Mutum, US$ 748,60 milhões, Primavera do Leste, US$ 702,14 milhões e Cuiabá, US$ 576,94 milhões. Com exceção de Cuiabá, capital do Estado, todos os maiores exportadores do Estado são cidades eminentemente agrícolas, voltadas à produção de soja, milho e algodão.

GANHO CAMBIAL - Apesar da queda nos preços internacionais, aliada à retração nas compras por parte dos chineses, o que impactou negativamente sobre o faturamento da receita das exportações mato-grossenses, o economista da PR Consultoria, em Cuiabá, Carlos Vitor Timo Ribeiro, chama à atenção para efeito do ‘ganho cambial’. Como explica, a queda de 11,66% na receita em dólares, foi compensada por um ganho de 29,58% em real, devido à variação da moeda norte-americana, que no período de comparação – dezembro de 2014 ante dezembro de 2015 – valorizou 46,68%, ante ao real. Em dezembro de 2014, a cotação média do dólar foi de R$ R$ 2,639 e em dezembro de 2015, R$ R$ 3,871. “O convertermos o valor da pauta, a receita de US$ 13,07 vai a R$ 50,59 bilhões, conforme o dólar médio do mês passado. Já a receita de 2014, convertida no dólar médio daquele momento, vai a R$ 39,04 bilhões, ou seja, quando convertidos tais dólares para a nossa moeda, a queda se transforma em aumento de 29,5% em 2015 em relação a 2014. O ganho cambial de R$ 16,10 bilhões é a compensação financeira disso”, pontua.




Fonte: Agrolink

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