Estrutura Física

Arrozeira Banhado conta com uma moderna estrutura de secagem e armazenagem de arroz. Tem capacidade para estocar 45 mil toneladas de arroz em suas unidades. Recebendo 1.500 ton/dia.

Gado de corte de Aceguá - RS.

A criação do gado, com trabalho continuo em melhoramento genético a Arrozeira Banhado, busca somente animais com características de desempenho adequadas para maior produção de carcaça em um período menor de tempo de engorda a campo em pastagem de azevém trevo e cornichão.

Meio Ambiente

Nas áreas cultivadas pela Empresa, é feito o recolhimento de filtros de lubrificantes e de embalagens vazias de agrotóxicos para posterior envio a pontos de coletas. São utilizados tanques de combustível e rampas de lavagem com caixas de retenção de resíduos, para reduzir possíveis impactos negativos ao meio ambiente.

Processos de produção

Os processos de secagem e armazenagem dos nossos produtos são realizados utilizando a mais alta tecnologia, buscando segurança e eficiência das operações e qualidade dos produtos. Esse processo abrange as atividades desde o campo até o recebimento e armazenagem nas unidades da Arrozeira Banhado. O transporte do arroz e da soja até a unidade de armazenamento é realizado com o máximo de cuidado, a fim de preservar a qualidade dos grãos. Cada etapa do processo é inspecionada e ajustada para que se obtenha um produto de excelente qualidade.

Cidade mineira melhora produção de leite com alternância de plantio e pasto

Produtores rurais da cidade de Barão de Monte Alto, na Zona da Mata, têm aumentado sua produtividade com a implantação de um sistema que alterna plantio e pastagem. Para utilizar a técnica, denominada Integração Lavoura-Pecuária (ILP), eles recebem orientações da Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural de Minas Gerais (Emater-MG).

O município de Barão de Monte Alto é produtor de leite e de bovinos para abate, e, portanto, tem grande demanda de pastagens e silagem de milho para alimentação do gado. “Neste sistema, plantamos o milho em outubro e colhemos entre janeiro e fevereiro. Após a colheita, a área passa a ser pasto para os animais”, explica o extensionista agropecuário da Emater de Barão de Monte Alto, Cristiano Alberto Silva.

O aproveitamento do espaço proporciona ganho de produtividade, já que o milho, além de manter a umidade e cobertura do solo, é plantado sobre um terreno mais nutritivo e, quando transformado em silagem, alimenta melhor o gado. Os animais, mais nutridos, produzem melhor e geram um esterco na própria área de plantio, o que também beneficiará a safra do milho na época de plantio. “É um círculo virtuoso, pois todos se beneficiam”, conclui Silva.

Ambientalmente correto, o sistema promove o aumento da matéria orgânica e, consequentemente, maior fixação de carbono no solo, sendo caracterizado como Agricultura de Baixo Carbono. Na safra passada, foram produzidas cerca de 50 toneladas/hectare de silagem de milho durante o ciclo de um ano.

Produtor de leite em Barão de Monte Alto, Sebastião Vilela implantou o sistema há três anos. Hoje, sua propriedade de cinco hectares funciona como Unidade Demonstrativa de ILP com milho para silagem da Emater-MG, sendo referência para os agricultores e fonte para pesquisas conduzidas pela Universidade Federal de Viçosa (UFV). “Quando comprei o terreno, há dez anos, plantava milho e produzia muito pouco. Agora dobrei minha produção e colho mesmo com o tempo ruim. Se não tivesse implantado o sistema com a Emater, acho que não estaria colhendo nada com esta seca brava”, diz.

Outra vantagem destacada pelo extensionista agropecuário da Emater de Barão de Monte Alto, Cristiano Alberto Silva, é que, como a principal atividade na cidade é a produção de leite, com a implantação do sistema os produtores conseguem produzir no período de seca, no qual o produto está mais valorizado, por ter qualidade superior e estar mais escasso em outras regiões. “Eles conseguem vender o leite por um preço até 20% maior neste período”, afirma.

Culturas diferentes

O vice-presidente do Sindicato dos Produtores Rurais de Barão de Monte Alto, Frederico Azevedo de Oliveira, avalia que a técnica trouxe muitos benefícios para o município. “A produção melhorou muito”, afirma. O sindicato também investe na disseminação da Agricultura de Baixo Carbono, e adquiriu uma plantadeira de plantio direto, para aumentar o uso da tecnologia na região e facilitar a implantação da técnica de integração. 

Sistema acessível

Apesar de ter sido implantado com foco na produção de leite em Barão de Monte Alto, o sistema Integração Lavoura-Pecuária pode ser utilizado para diversas atividades e praticamente não exige muito investimento do produtor. “Para colher o milho e fazer a silagem, o produtor pode alugar o maquinário, e muitos municípios têm tudo à disposição para empréstimo ao produtor”, ressalta o extensionista agropecuário da Emater de Barão de Monte Alto, Cristiano Alberto Silva. A Emater-MG oferece assistência técnica completa gratuita.




Fonte: Agrolink

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