Meio Ambiente

Nas áreas cultivadas pela Empresa, é feito o recolhimento de filtros de lubrificantes e de embalagens vazias de agrotóxicos para posterior envio a pontos de coletas. São utilizados tanques de combustível e rampas de lavagem com caixas de retenção de resíduos, para reduzir possíveis impactos negativos ao meio ambiente.

Estrutura Física

Arrozeira Banhado conta com uma moderna estrutura de secagem e armazenagem de arroz. Tem capacidade para estocar 45 mil toneladas de arroz em suas unidades. Recebendo 1.500 ton/dia.

Processos de produção

Os processos de secagem e armazenagem dos nossos produtos são realizados utilizando a mais alta tecnologia, buscando segurança e eficiência das operações e qualidade dos produtos. Esse processo abrange as atividades desde o campo até o recebimento e armazenagem nas unidades da Arrozeira Banhado. O transporte do arroz e da soja até a unidade de armazenamento é realizado com o máximo de cuidado, a fim de preservar a qualidade dos grãos. Cada etapa do processo é inspecionada e ajustada para que se obtenha um produto de excelente qualidade.

Gado de corte de Aceguá - RS.

A criação do gado, com trabalho continuo em melhoramento genético a Arrozeira Banhado, busca somente animais com características de desempenho adequadas para maior produção de carcaça em um período menor de tempo de engorda a campo em pastagem de azevém trevo e cornichão.

Início da colheita de soja pode ser atrapalhado pelo clima no Paraná e Mato Grosso

A colheita de soja pode começar ligeiramente atrasada na safra 2015/16 nos dois Estados líderes da produção nacional por motivos distintos: em Mato Grosso, as dificuldades foram causadas pela falta de chuvas no início da temporada, enquanto no Paraná o problema é o excesso de precipitações no fim do ciclo.

Além de serem as regiões que mais produzem soja no país, Mato Grosso e Paraná têm histórico de buscar plantio antecipado e com sementes de ciclo curto para abrir espaço a uma segunda safra de milho, logo após a colheita da oleaginosa.

Em anos passados, foi comum haver registro das primeiras áreas sendo colhidas no Paraná e em Mato Grosso após o Natal e durante a virada do ano.

Dados divulgados nesta terça-feira pelo Departamento de Economia Rural (Deral), ligado ao governo paranaense, mostram que a região de Francisco Beltrão, no sudoeste do Estado, já tem 10 por cento de suas lavouras em fase de maturação, a caminho da colheita.

No total do Paraná, já há 1 por cento da área em maturação.

Um ano atrás, praticamente não havia áreas em maturação no Paraná, segundo o Deral.

A temporada 2015/16 está sendo marcada por uma forte ocorrência do fenômeno climático El Niño, que provoca chuvas acima da média no Sul do Brasil e precipitações irregulares no Centro-Oeste.

Com chuvas abundantes, as plantações do Paraná tiveram condições de um bom desenvolvimento.

Contudo, o tempo seco é essencial no momento da colheita, para garantir a qualidade dos grãos.

O economista Marcelo Garrido, do Deral, disse que os trabalhos podem ser atrasados nas áreas prontas para colheita devido ao excesso de umidade.

"Eu creio que a gente tenha o início de colheita em meados de janeiro, mas temos que torcer para a chuva não apertar", afirmou. "A chuva vai ser bem determinante nesta temporada. É um complicador para a qualidade."

MATO GROSSO

As primeiras áreas a colher soja em Mato Grosso costumam ser as do oeste do Estado.

Em 8 de janeiro de 2015, no primeiro levantamento publicado pelo Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária (Imea) sobre a colheita da safra 2014/15, o oeste já tinha colhido 5 por cento da área.

O ritmo não deve se repetir este ano, disse o presidente do Sindicato Rural de Sapezal, principal município produtor do oeste, José Guarino Fernandes, lembrando que o plantio foi bastante prejudicado pela irregularidade das chuvas.

"Teve ano que teve colheita (em muitas áreas) perto do Ano Novo. Desta vez, só depois do dia 15 de janeiro", disse Fernandes.

Ele disse ter recebido informação de apenas um produtor, em uma área limitada, que pretende colher por volta de 4 de janeiro.

"É uma microrregião que conseguiu pegar chuva logo depois do fim do vazio sanitário (período regulamentar de plantio)", afirmou.

Diversas áreas do Estado tiveram replantio por conta da seca, fator que colabora também com o atraso no início da colheita em muitas regiões.

Ainda segundo Fernandes, as produtividades na região de Sapezal deverão cair cerca de 10 por cento nesta temporada, devido à falta de chuvas generalizadas, embora uma avaliação mais precisa só possa ser feita no momento em que as colheitadeiras entraram nas lavouras.




Fonte: Agrolink

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