Processos de produção

Os processos de secagem e armazenagem dos nossos produtos são realizados utilizando a mais alta tecnologia, buscando segurança e eficiência das operações e qualidade dos produtos. Esse processo abrange as atividades desde o campo até o recebimento e armazenagem nas unidades da Arrozeira Banhado. O transporte do arroz e da soja até a unidade de armazenamento é realizado com o máximo de cuidado, a fim de preservar a qualidade dos grãos. Cada etapa do processo é inspecionada e ajustada para que se obtenha um produto de excelente qualidade.

Gado de corte de Aceguá - RS.

A criação do gado, com trabalho continuo em melhoramento genético a Arrozeira Banhado, busca somente animais com características de desempenho adequadas para maior produção de carcaça em um período menor de tempo de engorda a campo em pastagem de azevém trevo e cornichão.

Estrutura Física

Arrozeira Banhado conta com uma moderna estrutura de secagem e armazenagem de arroz. Tem capacidade para estocar 45 mil toneladas de arroz em suas unidades. Recebendo 1.500 ton/dia.

Meio Ambiente

Nas áreas cultivadas pela Empresa, é feito o recolhimento de filtros de lubrificantes e de embalagens vazias de agrotóxicos para posterior envio a pontos de coletas. São utilizados tanques de combustível e rampas de lavagem com caixas de retenção de resíduos, para reduzir possíveis impactos negativos ao meio ambiente.

Declínio em exportações de carne bovina da Austrália pode deixar Brasil em vantagem

Por três anos, os abatedouros de gado da Austrália têm feito hora extra abatendo números recordes de animais para suprir o mercado global, fazendo pausas somente em alguns dias na época de Natal.

Agora, alguma das maiores unidades têm ficado ociosas com os rebanhos nacionais em seus menores números em décadas, anunciando uma queda acentuada em vendas do terceiro maior exportador de carne bovina para grandes compradores como Estados Unidos, China e Japão.

Enquanto isso impulsionará os preços, com o Estados Unidos reconstruindo seu próprio rebanho, também irá oferecer aos exportadores como Brasil e Argentina uma oportunidade de melhorar as vendas.

"Isto é uma queda única em uma geração, mas infelizmente nós podemos esperar que os números dos rebanhos continuem significativamente mais baixos por pelo menos os próximos dois anos enquanto a criação de gado se recupera", disse Tom Maguire, gerente geral da exportadora de carnes Teys Australia.

A Teys, com participação da Cargill, e a unidade australiana da JBS, a maior produtora de carne bovina do mundo, tem deixado ociosas unidades de processamento e reduzido horas de trabalho, evidência de que a oferta é escassa.

Os produtores australianos têm sido forçados a abater o gado em um ritmo alucinante nos últimos anos, com uma seca severa afetando as pastagens. No auge, o período de seca cobriu uma área maior que a África do Sul no maior cinturão produtor de gado da Austrália, no leste.

"Há muitas pessoas em Queensland que não tem mais nenhum estoque", disse Bim Struss, produtor do Estado que abriga quase metade do rebanho nacional. "Caímos para uma mínima de cinco anos para nossas matrizes reprodutoras."

De outro lado, a exportação de carne bovina do Brasil, maior exportador global, deverá crescer cerca de 25 por cento em 2016, para 1,76 milhão de toneladas, segundo previsão recente da associação de exportadores.

ABATE RECORDE

Quase 30 milhões de animais foram abatidos ao longo dos últimos três anos e estimativas da Meat and Livestock Australia (MLA) mostram que o rebanho do país está em uma mínima de 20 anos.

A Austrália já cortou suas estimativas para exportações de carne bovina para 1,19 milhão de toneladas para o ano até julho de 2016, ante sua estimativa anterior de 1,225 milhões de toneladas. No ano passado, exportou um recorde de 1,35 milhões de toneladas.

"Haverá uma calmaria prolongada nas exportações, simplesmente porque os estoques não existirão e pode levar dois, três anos no mínimo para reconstruí-los", disse Phin Ziebell, economista de agronegócio do National Australia Bank

ABERTURA PARA O BRASIL

A oferta reduzida de carne bovina da Austrália pode obrigar seu maior cliente, os EUA, assim como Japão e China, a buscar exportações de outros países como Brasil e Argentina.

"Se você olhar para o Brasil, tem potencial para crescer. Já é o maior rebanho de gado do mundo e com a depreciação do real, pode aumentar sua participação global", disse Matt Costello, analista de proteína animal do Rabobank.

O Rabobank vê um aumento de 6 por cento nas exportações do Brasil em 2016.

O Brasil está próximo de vender carne fresca aos EUA, visando superar uma proibição de 14 anos nos embarques para os EUA.

(Reportagem adicional por Natalia Scalzaretto em São Paulo)




Fonte: Agrolink

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