Meio Ambiente

Nas áreas cultivadas pela Empresa, é feito o recolhimento de filtros de lubrificantes e de embalagens vazias de agrotóxicos para posterior envio a pontos de coletas. São utilizados tanques de combustível e rampas de lavagem com caixas de retenção de resíduos, para reduzir possíveis impactos negativos ao meio ambiente.

Gado de corte de Aceguá - RS.

A criação do gado, com trabalho continuo em melhoramento genético a Arrozeira Banhado, busca somente animais com características de desempenho adequadas para maior produção de carcaça em um período menor de tempo de engorda a campo em pastagem de azevém trevo e cornichão.

Processos de produção

Os processos de secagem e armazenagem dos nossos produtos são realizados utilizando a mais alta tecnologia, buscando segurança e eficiência das operações e qualidade dos produtos. Esse processo abrange as atividades desde o campo até o recebimento e armazenagem nas unidades da Arrozeira Banhado. O transporte do arroz e da soja até a unidade de armazenamento é realizado com o máximo de cuidado, a fim de preservar a qualidade dos grãos. Cada etapa do processo é inspecionada e ajustada para que se obtenha um produto de excelente qualidade.

Estrutura Física

Arrozeira Banhado conta com uma moderna estrutura de secagem e armazenagem de arroz. Tem capacidade para estocar 45 mil toneladas de arroz em suas unidades. Recebendo 1.500 ton/dia.

PR: Primeira safra de feijão promete bom retorno ao produtor

O plantio da primeira safra de feijão da atual temporada está praticamente finalizado no Estado. Com 93% de uma área de 183,78 mil hectares já semeada, as expectativas para o primeiro ciclo do grão é de um crescimento de 5% em produção mesmo com a redução em 5% na área plantada no comparativo com a safra anterior. O Paraná deve colher no atual ciclo 339,49 mil toneladas de feijão, contra 324,54 mil toneladas recolhidas no mesmo período do ano passado.
Carlos Alberto Salvador, engenheiro agrônomo do Departamento de Economia Rural (Deral), da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento (Seab), afirma que a boa perspectiva de safra se deve à contribuição do clima que tem registrado chuvas regulares e intensas durante o plantio. A colheita do feijão começa no final deste mês e deve adentrar todo o mês de dezembro.
O agrônomo só se preocupa com uma possível continuação dessas chuvas intensas daqui para frente. Salvador explica que a falta de luminosidade pode prejudicar o índice de produtividade estimado para este ciclo em 1.849 quilos por hectare (kg/ha), 9% a mais no comparativo com a produtividade média dos campos paranaenses na safra 2014/15, quando foram contabilizados 1.700 kg/ha.
O especialista do Deral observa que a redução na área de feijão se deve à expansão da cultura da soja no ciclo de verão. Segundo ele, a área atual destinada para o cultivo de feijão 1° safra é a menor já contabilizada no Paraná. Ponta Grossa é a região em que mais se cultiva feijão no Estado, respondendo por 26% da produção paranaense, seguindo de Curitiba (25%), Irati (14%), União da Vitória (10%) e Guarapuava (10%).
Dionei Fernando Drews, coordenador comercial da unidade de feijão da cooperativa Castrolanda, sediada em Castro (Campos Gerais), afirma que muitos produtores de feijão estão apostando na soja neste verão ao invés da leguminosa devido à boa remuneração da oleaginosa. Nesta safra, por exemplo, a área de feijão da cooperativa é 15% menor no comparativo com o período 2014/15. No ciclo passado, a área destinada para a cultura foi superior a 10 mil hectares. No atual período, o espaço de cultivo do grão caiu para 9 mil hectares.
Entretanto, Drews observa que a tendência é que os produtores aumentem a área de feijão no segundo ciclo. Mesmo com a redução na área, o coordenador da Castrolanda acredita que a produção deve ficar estável. "A produtividade só deve ser afetada se houver altos índices de chuvas", frisa o especialista.
 

Mercado


Em tempos de oferta reduzida do grão, os produtores não só do Paraná, mas de todo o País, podem sair com dinheiro no bolso nesta primeira safra. O valor pago ao produtor paranaense em outubro para o feijão cor, por exemplo, fechou em R$ 124,13 a saca, ante R$ 123,69/sc em setembro e R$ 68,79/sc em outubro de 2014.
O feijão preto fechou outubro cotado a R$ 101,19/sc, ante R$ 92,10/sc em setembro e R$ 93,46/sc em outubro do ano passado. O especialista do Deral, Carlos Alberto Salvador, explica que os atuais valores estão bem acima dos custos variáveis de produção, que levam em conta os gastos com maquinários, insumos, entre outros.
O custo variável de produção em outubro para este primeiro ciclo do feijão ficou, segundo dados do Deral, em R$ 59,91/sc. O preço mínimo estabelecido para o feijão cor está em R$ 78/sc e o preto R$ 87/sc.




Fonte: Agrolink

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