Processos de produção

Os processos de secagem e armazenagem dos nossos produtos são realizados utilizando a mais alta tecnologia, buscando segurança e eficiência das operações e qualidade dos produtos. Esse processo abrange as atividades desde o campo até o recebimento e armazenagem nas unidades da Arrozeira Banhado. O transporte do arroz e da soja até a unidade de armazenamento é realizado com o máximo de cuidado, a fim de preservar a qualidade dos grãos. Cada etapa do processo é inspecionada e ajustada para que se obtenha um produto de excelente qualidade.

Meio Ambiente

Nas áreas cultivadas pela Empresa, é feito o recolhimento de filtros de lubrificantes e de embalagens vazias de agrotóxicos para posterior envio a pontos de coletas. São utilizados tanques de combustível e rampas de lavagem com caixas de retenção de resíduos, para reduzir possíveis impactos negativos ao meio ambiente.

Gado de corte de Aceguá - RS.

A criação do gado, com trabalho continuo em melhoramento genético a Arrozeira Banhado, busca somente animais com características de desempenho adequadas para maior produção de carcaça em um período menor de tempo de engorda a campo em pastagem de azevém trevo e cornichão.

Estrutura Física

Arrozeira Banhado conta com uma moderna estrutura de secagem e armazenagem de arroz. Tem capacidade para estocar 45 mil toneladas de arroz em suas unidades. Recebendo 1.500 ton/dia.

CNA debate competitividade em novo protocolo da União Europeia sobre áreas habilitadas para exportação de carne in natura

A Comissão Nacional de Bovinocultura de Corte da Confederação de Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) debateu durante reunião realizada na sede da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de São Paulo (FAESP), no dia 05 de novembro, a proposta de um novo Protocolo União Europeia entregue ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA).  Os proponentes do documento – CNA, Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carne (ABIEC) e Associação Brasileira de Frigoríficos (ABRAFRIGO) - aguardam a resposta do ministério sobre o memorial descritivo.

Enquanto isso, segundo o presidente da Comissão, Antônio Pitangui de Salvo, os pilotos do novo protocolo deverão ser implantados nos estados de Mato Grosso (MT), Mato Grosso do Sul (MS) e Goiás (GO) para execução prática e elaboração do Manual de Procedimentos. “O atual Protocolo é criticado pelos produtores, tanto que tem causado evasão dos pecuaristas do Sistema Brasileiro de Identificação e Certificação de Bovinos e Bubalinos (SISBOV), restringindo assim o potencial de exportação da carne bovina brasileira para União Europeia. O novo modelo ajudará a aumentar a competitividade do setor”, observa.

O representante da Federação de Agricultura e Pecuária do Estado de Tocantins (FAET), Nasser Lunes, pediu para a Comissão que faça interlocução entre as federações do Distrito Federal (DF), Rondônia (RO) e Tocantins (TO) para continuidade dos trabalhos em relação ao reconhecimento destes estados como áreas habilitadas para exportação de carne in natura para União Europeia.

Também foram debatidos a ampliação das Exportações de Material Genético. A CNA e a Associação Brasileira dos Criadores de Zebu (ABCZ) elaboraram uma proposta de ampliação das exportações de sêmen, embriões e bovinos vivos para reprodução; e a Classificação de Carcaças, assunto no qual a Confederação esta elaborando uma proposta de uma nova regulamentação sobre a classificação de carcaça bovina mais simplificada que o regulamento atual. Além disso, a proposta deixará de ser obrigatória para ser facultativa entre produtores e frigoríficos.

Outros assuntos como sanidade; calendário nacional de vacinação contra Febre Aftosa; Programa Nacional de Controle e Erradicação de Brucelose e Tuberculose; e avaliação do Projeto Carne Carbono Neutro também estavam na pauta da reunião.

Durante o evento, o pesquisador da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz da Universidade de São Paulo (ESALQ/USP), Sérgio de Zen falou sobre o cenário técnico-econômico da pecuária de corte brasileira. Os Analistas de Mercado em Pecuária de Corte, Gabriela Ribeiro e Rildo Moreira, ambos do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), departamento também da ESALQ/USP apresentaram a validação dos dados do Projeto Campo Futuro/Pecuária de Corte.
 




Fonte: Agrolink

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