Meio Ambiente

Nas áreas cultivadas pela Empresa, é feito o recolhimento de filtros de lubrificantes e de embalagens vazias de agrotóxicos para posterior envio a pontos de coletas. São utilizados tanques de combustível e rampas de lavagem com caixas de retenção de resíduos, para reduzir possíveis impactos negativos ao meio ambiente.

Gado de corte de Aceguá - RS.

A criação do gado, com trabalho continuo em melhoramento genético a Arrozeira Banhado, busca somente animais com características de desempenho adequadas para maior produção de carcaça em um período menor de tempo de engorda a campo em pastagem de azevém trevo e cornichão.

Estrutura Física

Arrozeira Banhado conta com uma moderna estrutura de secagem e armazenagem de arroz. Tem capacidade para estocar 45 mil toneladas de arroz em suas unidades. Recebendo 1.500 ton/dia.

Processos de produção

Os processos de secagem e armazenagem dos nossos produtos são realizados utilizando a mais alta tecnologia, buscando segurança e eficiência das operações e qualidade dos produtos. Esse processo abrange as atividades desde o campo até o recebimento e armazenagem nas unidades da Arrozeira Banhado. O transporte do arroz e da soja até a unidade de armazenamento é realizado com o máximo de cuidado, a fim de preservar a qualidade dos grãos. Cada etapa do processo é inspecionada e ajustada para que se obtenha um produto de excelente qualidade.

RS: produtores aproveitam clima favorável e plantam à noite

Os produtores de arroz do Estado aceleram o trabalho nas suas lavouras e aproveitam todas as janelas favoráveis para o plantio da safra 2015/2016, inclusive à noite. É o caso da Zona Sul, que avançou na área e registra 78,25% plantada, ou seja, 136.946 hectares dos 175.007 hectares pretendidos e percentualmente é a que está mais adiantada.

No Estado, 54,52% ou 590.851 hectares de uma intenção de 1.083.638 hectares já foram semeados. O gráfico em anexo mostra a situação do plantio no Estado nos últimos cinco anos, neste mesmo período, bem acima da atual situação. Na safra 2010/2011, quando houve a maior produção de arroz no Estado, nesta época, 94,6% da lavoura estava semeada.

A Fronteira Oeste tem 63,02% e a Campanha, 57,17%. As regiões que ainda não atingiram metade da área são a Planície Costeira Interna (PCI) com 39,85% do plantio concluído; a Depressão Central, 37,4% e a Planície Costeira Externa (PCE), 35,91%.

Esta semana, portaria da Secretaria de Política Agrícola, do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) trouxe um alento aos produtores e autorizou a ampliação do calendário oficial do plantio de arroz no Estado com as cultivares do Grupo IV. A reivindicação feita pela Federação das Associações de Arrozeiros do Estado (Federarroz) encaminhada ao Mapa se baseou em nota técnica emitida pelo Instituto Rio Grandense do Arroz (Irga) com a justificativa para o pedido de prorrogação de prazo. A portaria nº 229 foi publicada nesta segunda-feira (9), nas páginas 5 e 6 do Diário Oficial da União.

A ampliação foi solicitada devido ao atraso na semeadura do arroz, motivado pelas constantes chuvas de outubro e novembro no Estado. As datas oficiais definidas pelo Mapa são importantes para os orizicultores, que deixam de contar com as garantias da cobertura do seguro rural se o plantio ocorrer fora do calendário previsto. As novas datas variam de acordo com o município.

Na Zona Sul do Estado, a Família Magalhães, através do produtor Rui Magalhães e seus filhos Rogério Magalhães e Luís Fernando Magalhães, proprietários da Fazenda Baronesa, na localidade do Pavão, no município de Capão do Leão, Zona Sul do Estado, assim como os demais produtores, na safra 2015/2016, semeia suas lavouras, fora da normalidade, pois utilizam o dia e a noite e em pequeníssimas janelas de plantio.

Em área total de 1,7 mil hectares, onde cultivam arroz e soja em áreas de 400 ha e 150 ha, respectivamente, e o restante com pecuária de corte, eles trabalham há mais de 40 anos. Rogério Magalhães, ex-conselheiro do Irga, confessa que não gosta da semeadura à noite, mas pelas condições de clima, nesta safra, obriga-se a utilizar de todas as oportunidades para conseguir finalizar as lavouras. Em 10 de novembro, conseguiram semear 70% da área de arroz e não haviam iniciado ainda o plantio da soja, mas a expectativa é de semear até o final do mês.

O produtor conta ainda, que sua expectativa é de grande dificuldade para o manejo das culturas e que o controle de plantas daninhas será complicado, o que deve elevar ainda mais o custo de produção, que “foi às nuvens”, nesta safra, com os aumentos imputados pelo governo e dos insumos, que foram demasiados e, em contrapartida, os preços do arroz não acompanham essas altas. Mesmo assim, está esperançoso de que tudo melhore e os produtores possam ter sucesso nas suas lavouras, assim como uma boa comercialização de seu produto, tão importante para a alimentação do povo brasileiro.
 




Fonte: Agrolink

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