Meio Ambiente

Nas áreas cultivadas pela Empresa, é feito o recolhimento de filtros de lubrificantes e de embalagens vazias de agrotóxicos para posterior envio a pontos de coletas. São utilizados tanques de combustível e rampas de lavagem com caixas de retenção de resíduos, para reduzir possíveis impactos negativos ao meio ambiente.

Gado de corte de Aceguá - RS.

A criação do gado, com trabalho continuo em melhoramento genético a Arrozeira Banhado, busca somente animais com características de desempenho adequadas para maior produção de carcaça em um período menor de tempo de engorda a campo em pastagem de azevém trevo e cornichão.

Estrutura Física

Arrozeira Banhado conta com uma moderna estrutura de secagem e armazenagem de arroz. Tem capacidade para estocar 45 mil toneladas de arroz em suas unidades. Recebendo 1.500 ton/dia.

Processos de produção

Os processos de secagem e armazenagem dos nossos produtos são realizados utilizando a mais alta tecnologia, buscando segurança e eficiência das operações e qualidade dos produtos. Esse processo abrange as atividades desde o campo até o recebimento e armazenagem nas unidades da Arrozeira Banhado. O transporte do arroz e da soja até a unidade de armazenamento é realizado com o máximo de cuidado, a fim de preservar a qualidade dos grãos. Cada etapa do processo é inspecionada e ajustada para que se obtenha um produto de excelente qualidade.

PR: Pecuária moderna promove estabilidade ao produtor e carne de primeira para o mercado

Umuarama – Preocupado com o cenário de queda na pecuária do Paraná, o Governo Estadual lançou o Plano Integrado de Desenvolvimento da Bovinocultura de Corte. Com o objetivo de alavancar, principalmente a qualidade da carne bovina, o plano começa a ser articulado na região de Umuarama. Entretanto alguns produtores regionais, mais atentos ao mercado, já aplicam as diretrizes da pecuária moderna e estão satisfeitos com os resultados.
Um exemplo é pecuarista Mario Aluizio Zafanelli, que está conseguindo abater novilhos com até 22 meses. Zafanelli realiza o ciclo completo da pecuária em sua propriedade, com a cria, engorda e abate. Hoje com 800 matrizes e 600 crias por ano, o umuaramense realiza a Inseminação Artificial em Tempo Fixo (IATF) com o cruzamento de gado britânico e Nelore, e parte da produção é encaminhada para Cooperativa de Carnes Nobres Caiuá.
Mário Aluizio explica que na cria especial o bezerro desmama com 8 meses e entre 11 meses a um ano as fêmeas vão para o semiconfinamento para serem abatidas com 14 a 18 meses. Já os machos permanecem em confinamento e são abatidos um pouco mais velhos, com 20 a 22 meses. “Desta forma ganhamos no tempo, preço e qualidade da carne. Um exemplo, o preço do boi está girando entre R$ 145 à R$ 147, porém na fêmea recebi R$ 151 e no macho entre R$ 155 a R$ 158”, ressaltou.
Além da tecnologia, sanidade e alimentação, outra aposta do pecuarista foi investir no cooperativismo. Pela união, os 50 cooperados da cooperativa regional estão conseguindo melhores preços, melhorias no sistema de manejo e compra. “Queria achar alternativas para levar qualidade tanto para mim quanto para o consumidor e o cooperativismo abriu a oportunidade. Hoje se eu for no açougue que trabalha com a cooperativa tenho a possibilidade de saber de onde veio o gado e quem produziu, é só pedir para o açougueiro. É uma estabilidade que leva a garantia para o consumidor e valoriza o produto. O cooperativismo é o caminho”, explicou.
Antônio Carlos Fávaro, secretário municipal de Agricultura, explica que a pecuária de corte é de suma importância para a economia do município. Fávaro explica que criação de bovinos ocupa 55 mil hectares, mais da metade da área rural do município, e é responsável por cerca de 40% da produção bruta local. Entretanto, o secretário ressalta que o potencial de produção de Umuarama poderia ser 60% maior. “Temos média de cinco cabeças de gado por alqueire, mas dá para colocar oito. Porém, para isso, mudanças na forma de manejo do solo devem acontecer, uma vez que temos uma base de genética muito boa”, esclareceu.
Ainda conforme ele, a cidade oferece dois potenciais para este aumento. O primeiro seria a genética pronta e segundo a qualidade do clima na região, com chuvas distribuídas e temperatura alta, condição que proporciona qualidade em comida. Neste cenário a peça que falta seria a manutenção da pastagem, com investimento no manejo e fertilidade do solo. “Um destes pontos é a integração da pecuária com a agricultura. Temos tecnologia, informações, linha de créditos, então esperamos que o produtor veja na pecuária de corte um bom negócio, mas com mudanças de atitudes”, alertou.

Preocupação do Estado
Segundo o presidente da Adapar, Inácio Afonso Kroetz, um quinto da carne produzida no Brasil sai do Paraná, sendo que no primeiro semestre deste ano foram produzidos 1.950.000 toneladas de carne de frango e 330 mil toneladas de carnes de suínos, as duas culturas tiveram incremento de produção de 11%. Já a carne de boi, nas palavras do presidente “produzimos pobremente 140 mil toneladas de carnes de bovinos, com 9,5 milhões de cabeças no Estado e com 1 milhão em abates por ano, apresentando queda de 12,4%”, expôs.
Kroetz ressaltou o encontro regional em Umuarama, que não é só a genética que vai mudar este panorama, mas também comida no pasto, fertilidade, entre outros. “São vários fatores para transformar o Paraná em referência de qualidade em carne bovina. Em dez anos queremos consolidar no Paraná uma pecuária de corte com alto padrão, produzindo com qualidade diferenciada, gerando emprego e renda”, observou.

O plano
Rodolfo Botelho, presidente da Comissão e coordenador do Comitê gestor do Plano Integrado de Desenvolvimento da Bovinocultura de Corte, acredita que a iniciativa deve modernizar e fortalecer a pecuária paranaense. Para tanto, o Plano prevê a autossuficiência na produção de bezerros, melhoria da sanidade animal, das pastagens e da remuneração da atividade. As ações foram estabelecidas até 2025. Para difundir as novas tecnologias serão implantadas 250 propriedades referência no estado. De acordo com Botelho, o que se deseja é ter uma carne de qualidade, sendo ofertada regularmente ao consumidor. “Temos que produzir com eficiência para poder atender os nichos de mercado”, ressaltou.


Fonte: Agrolink

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