Processos de produção

Os processos de secagem e armazenagem dos nossos produtos são realizados utilizando a mais alta tecnologia, buscando segurança e eficiência das operações e qualidade dos produtos. Esse processo abrange as atividades desde o campo até o recebimento e armazenagem nas unidades da Arrozeira Banhado. O transporte do arroz e da soja até a unidade de armazenamento é realizado com o máximo de cuidado, a fim de preservar a qualidade dos grãos. Cada etapa do processo é inspecionada e ajustada para que se obtenha um produto de excelente qualidade.

Gado de corte de Aceguá - RS.

A criação do gado, com trabalho continuo em melhoramento genético a Arrozeira Banhado, busca somente animais com características de desempenho adequadas para maior produção de carcaça em um período menor de tempo de engorda a campo em pastagem de azevém trevo e cornichão.

Estrutura Física

Arrozeira Banhado conta com uma moderna estrutura de secagem e armazenagem de arroz. Tem capacidade para estocar 45 mil toneladas de arroz em suas unidades. Recebendo 1.500 ton/dia.

Meio Ambiente

Nas áreas cultivadas pela Empresa, é feito o recolhimento de filtros de lubrificantes e de embalagens vazias de agrotóxicos para posterior envio a pontos de coletas. São utilizados tanques de combustível e rampas de lavagem com caixas de retenção de resíduos, para reduzir possíveis impactos negativos ao meio ambiente.

Expedição Agricultura Familiar é lançada oficialmente em Porto Alegre

Evento que oficializou início do trabalho do projeto ocorreu nesta terça-feira (7) no Centro Administrativo do Sicredi, na capital gaúcha

Porto Alegre (RS) |
Igor Castanho, enviado especial

A capital gaúcha foi o palco para oficializar o lançamento da Expedição Agricultura Familiar nesta terça-feira (7). Produtores, autoridades e representantes da cadeia produtiva se reuniram no Centro Administrativo do Sicredi, em Porto Alegre (RS), para acompanhar o evento e discutir temas do projeto, que chega a terceira semana de trabalho no campo.

Durante o evento foi reforçada a proposta de trabalho da Expedição, norteada pelo tema “A revolução silenciosa e sustentável da agricultura brasileira.” “Queremos desmistificar a visão da agricultura familiar como uma atividade de subsistência. É um negócio, que possui ampla importância econômica e social”, destacou o coordenador do Núcleo de Agronegócio da Gazeta do Povo, Giovani Ferreira.

A necessidade de contato mais próximo junto ao pequeno produtor rural foi um dos itens citados durante o evento. No caso do crédito isso se torna um item chave, ressaltou o CEO do Banco Cooperativo, da Confederação e da Fundação Sicredi, Edson Georges Nassar. O executivo destacou que a entidade tem conquistado espaço nos estados do Nordeste, mas sem perder o foco no cliente. “Buscamos a presença nacional com uma atuação regional”, explicou.

O representante do Sindicato e Organização das Cooperativas do Estado do Rio Grande do Sul (Ocergs), Silvino Wickert, lembrou que nas 138 cooperativas agropecuárias ligadas a entidade no estado, o grande produtor pode ser considerado minoria. Isso se evidencia em cadeias produtivas como a do tabaco, aponta o gerente de assuntos corporativos da Souza Cruz, Carlos Palma. Ele reforçou que 100% dos produtores ligados à atividade são familiares.
Seminário

Palestras com especialistas no meio familiar apontaram outros aspectos relevantes à atividade, em mais uma etapa do seminário “Tendências da Agricultura Familiar no século XXI”. O consultor da Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO) no Brasil, Valter Bianchini, lembrou que pelo menos 35% do Produto Interno Bruto agropecuário do mundo têm origem na agricultura familiar. “É um dinheiro que circula dentro do município, dentro da própria cadeia produtiva”, reforçou.

O diretor-técnico da Associação Riograndense de Empreendimentos de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater), Lino Vargas Moura, explicou que um dos aspectos fundamentais para o futuro da atividade é o foco no processamento. “Um desafio é conseguir regularizar as agroindústrias nos quesitos tributários, ambientais e sanitários”, ressaltou.

Por fim, Marcos Gregolin, do Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA) apontou nuances da questão de crédito para o setor. Ele destacou que há um forte crescimento na liberação em termos de montante financeiro, mas um arrefecimento em termos de quantidade de contratos. “Isso precisa ser melhor entendido e estudado”, resumiu.



Fonte: Agrolink

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