Gado de corte de Aceguá - RS.

A criação do gado, com trabalho continuo em melhoramento genético a Arrozeira Banhado, busca somente animais com características de desempenho adequadas para maior produção de carcaça em um período menor de tempo de engorda a campo em pastagem de azevém trevo e cornichão.

Processos de produção

Os processos de secagem e armazenagem dos nossos produtos são realizados utilizando a mais alta tecnologia, buscando segurança e eficiência das operações e qualidade dos produtos. Esse processo abrange as atividades desde o campo até o recebimento e armazenagem nas unidades da Arrozeira Banhado. O transporte do arroz e da soja até a unidade de armazenamento é realizado com o máximo de cuidado, a fim de preservar a qualidade dos grãos. Cada etapa do processo é inspecionada e ajustada para que se obtenha um produto de excelente qualidade.

Meio Ambiente

Nas áreas cultivadas pela Empresa, é feito o recolhimento de filtros de lubrificantes e de embalagens vazias de agrotóxicos para posterior envio a pontos de coletas. São utilizados tanques de combustível e rampas de lavagem com caixas de retenção de resíduos, para reduzir possíveis impactos negativos ao meio ambiente.

Estrutura Física

Arrozeira Banhado conta com uma moderna estrutura de secagem e armazenagem de arroz. Tem capacidade para estocar 45 mil toneladas de arroz em suas unidades. Recebendo 1.500 ton/dia.

IN 27 pode facilitar exportação de carne suína do PR

Medida estabelece novas regras para o trânsito de suínos, produtos e material genético entre alguns estados

Uma Instrução Normativa (IN) instituída na semana passada pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) estabelece novas normas para o trânsito de suínos, produtos e material genético originários do animal com destino ao Paraná e mais 14 estados brasileiros, incluindo São Paulo, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, entre outros. A IN 27 faz parte de um conjunto de ações de prevenção à Peste Suína Clássica (PSC), que ainda traz muito prejuízo à cadeia produtiva e dificulta as exportações.

De acordo com o Departamento de Saúde Animal (DSA) do Mapa, não é mais permitida a entrada de carnes frescas com ou sem osso, de linguiças frescais, de produtos enformados (hambúrguer, almôndega e outros), de produtos de curta ou média cura (salame, copa e outros) e de miúdos in natura e salgados (língua, fígado, rins, coração, pulmão, pés e outros) e gorduras para essas regiões citadas vindas de outros estados.

Para outros produtos e subprodutos, a IN 27 relata que só será possível a entrada "se acompanhados de documento de Certificado de Inspeção Sanitária modelo "E" (CIS-E), Documento de Transporte de Resíduos Animais, Guia de Trânsito de Produtos (GT) ou eventual documento que venham a substituí-los". As normas não são válidas quando os animais e produtos são originários do Rio Grande do Sul ou Santa Catarina, já considerados áreas livres de PSC.

O gerente de trânsito animal agropecuário da Agência de Defesa Agropecuária do Paraná (Adapar), Marcos Kanashiro, salienta a IN 27 é uma estratégia do Mapa em apresentar uma proposta à Organização Mundial de Saúde Animal (OIE) em que torna tais estados livres de PSC perante a entidade, facilitando o comércio internacional. "Para que o objetivo seja atingido, com esse reconhecimento, foram criadas essas novas regras", explica o gerente.

Já para o diretor técnico da Associação Paranaense de Suinocultores (APS), Sérgio Kirch, a instrução trará um avanço no controle de sanidade, favorecendo toda a cadeia produtiva. "Documentar as movimentações e transporte de produtos entre esses estados é muito importante. Encaminha-se para o que todos nós almejamos: um reconhecimento como área livre de PSC, como os estados de Santa Catarina e Rio Grande do Sul e, assim, destravando exportações".

Para que a IN funcione de forma eficiente, Kirch acredita que será necessário uma melhor fiscalização nas fronteiras. "Sabe-se que o Estado está deficiente de técnicos para essa função. É preciso um aporte nesse sentido, pois as fronteiras do Paraná são muito vulneráveis. Tudo isso funcionará se todos os setores envolvidos - Estado, agroindústrias, entidades de classe, técnicos e produtores de suínos - se empenharem em conjunto para que realmente dê credibilidade aos dados obtidos com os controles de trânsito", explica o diretor.

Números positivos

Os números de produção e exportação de carne suína no Estado estão bem positivos neste ano. De acordo com o levantamento do Departamento de Economia Rural (Deral) da Secretaria de Agricultura (Seab), entre janeiro e julho, foram produzidas 332 mil toneladas, alta de 11,8% frente ao ano passado. Já as exportações, de janeiro a agosto, subiram 40%, com 38,1 mil toneladas.

O técnico do Deral, Edmar Gervásio, explica que a alta das vendas no exterior é justificada pelo retorno de compras pela Rússia, que em 2015 já adquiriu 6,8 mil toneladas do produto até agora. "Acredito que se o Estado se tornar área livre de PSC, o impacto será mais a longo prazo. Hoje, temos que atender o mercado interno e os países que já atendemos. Para aumentar isso, será necessário um incremento da cadeia produtiva. Até o final do ano, a expectativa é fecharmos a produção com alta de 5% a 7% e, exportação, de 30% a 35%", relata.

Victor Lopes


Fonte: Agrolink

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