Processos de produção

Os processos de secagem e armazenagem dos nossos produtos são realizados utilizando a mais alta tecnologia, buscando segurança e eficiência das operações e qualidade dos produtos. Esse processo abrange as atividades desde o campo até o recebimento e armazenagem nas unidades da Arrozeira Banhado. O transporte do arroz e da soja até a unidade de armazenamento é realizado com o máximo de cuidado, a fim de preservar a qualidade dos grãos. Cada etapa do processo é inspecionada e ajustada para que se obtenha um produto de excelente qualidade.

Meio Ambiente

Nas áreas cultivadas pela Empresa, é feito o recolhimento de filtros de lubrificantes e de embalagens vazias de agrotóxicos para posterior envio a pontos de coletas. São utilizados tanques de combustível e rampas de lavagem com caixas de retenção de resíduos, para reduzir possíveis impactos negativos ao meio ambiente.

Estrutura Física

Arrozeira Banhado conta com uma moderna estrutura de secagem e armazenagem de arroz. Tem capacidade para estocar 45 mil toneladas de arroz em suas unidades. Recebendo 1.500 ton/dia.

Gado de corte de Aceguá - RS.

A criação do gado, com trabalho continuo em melhoramento genético a Arrozeira Banhado, busca somente animais com características de desempenho adequadas para maior produção de carcaça em um período menor de tempo de engorda a campo em pastagem de azevém trevo e cornichão.

Problema de resistência a herbicidas passa por desinformação de técnicos e produtores

Esse tema foi alvo de discussão em uma mesa redonda durante o I Simpósio Nacional sobre Plantas Daninhas em Sistemas de Produção Tropical, que começou nesta terça-feira, dia 29, em Sinop (MT).

O relato de casos de plantas daninhas resistentes a herbicidas tem aumentado nos últimos anos no Brasil e em outros países produtores de grãos. O uso incorreto de tecnologias transgênicas e a falta de rotação de moléculas são os principais causadores deste problema. De acordo com especialistas, o maior responsável por este cenário é a desinformação de técnicos, produtores e até mesmo de professores nas universidades.

Esse tema foi alvo de discussão em uma mesa redonda durante o I Simpósio Nacional sobre Plantas Daninhas em Sistemas de Produção Tropical, que começou nesta terça-feira, dia 29, em Sinop (MT).

Conforme apresentação do professor da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UFTPR) Michelangelo Trezzi, em várias regiões brasileiras já foram encontradas plantas daninhas como o capim amargoso, o capim pé-de-galinha e três espécies de buva com resistência a diferentes tipos de herbicidas. Além de trazer aumento nos custos de produção para o controle, a resistência pode ocasionar a perda de produtividade das lavouras.

Preocupação maior ainda é com o surgimento de resistência dupla, quando uma planta adquire resistência a mais de um tipo de molécula.

De acordo com Trezzi, em todos os casos, o manejo correto do sistema produtivo, com uso de plantas de cobertura e formação de palhada são uma técnica importante na prevenção do surgimento das plantas daninhas. A rotação de herbicidas com diferentes princípios de ação também é fundamental para evitar a seleção de indivíduos resistentes.

Para o professor da Unesp/Botucatu e presidente do Comissão Técnica Nacional de Biossegurança (CTNBio), Edivaldo Velini, é preciso maior conscientização técnica dos usuários das tecnologias, para que possam fazer o manejo correto.

De acordo com ele, das 23 solicitações de liberação comercial de eventos transgênicos que tramitam na CTNBio, 14 são referentes a eventos de soja, milho e algodão resistentes a diferentes tipos de herbicidas. Entretanto, ele alerta que o lançamento de novas tecnologias não é uma solução para o problema das plantas daninhas resistentes.

Para que os novos materiais e os herbicidas aos quais são resistentes tenham longevidade é preciso investir em conhecimento.

"Hoje toda vez que você faz uma inovação, imediatamente você tem que desenvolver as políticas de preservação desta inovação. As políticas de longevidade em geral são educacionais. Não faz muito sentido trazer inovações muito complexas e muito eficazes se não tiver agregado a isso as políticas de ensino aos produtores, de ensino aos técnicos e até aos professores de como proteger a longevidade delas", ressalta Velini.

Amaranthus palmeri
Outra planta daninha que já apresenta resistência a determinado tipo de herbicida é o Amaranthus palmeri. Apesar de ter relato da presença dela em apenas uma região em Mato Grosso, os exemplares encontrados eram resistentes ao glifosato.

O relato deste evento também foi apresentado durante o Simpósio. Entretanto, de acordo com o agrônomo do Instituto Mato-grossense do Algodão (IMAmt) Edson Ricardo de Andrade Junior, a ocorrência da planta daninha se deu em apenas três fazendas vizinhas em uma região isolada do estado. De acordo com ele, o Instituto de Defesa Agropecuária do Estado de Mato Grosso (Indea) tomou as providencias necessárias de controle e combate e está monitorando a região.

O Amaranthus palmeri é a principal planta daninha das lavouras norte-americanas e até este ano nunca havia sido encontrada no Brasil.

Lançamento de livros
Na noite desta terça-feira, durante programação social do Simpósio, a Sociedade Brasileira de Ciência das Plantas Daninhas promoveu o lançamento, com sessão de autógrafos, de dois livros.

Organizado por Miniram Inoue, Rubem Oliveira Jr., Kassio Medes e Jamil Constantin, "Manejo de Amaranthus" reúne textos de 24 autores de diferentes instituições que discutem os aspectos biológicos e de controle deste gênero em diversas culturas.

Já o livro "Aspectos biológicos e econômicos do uso de herbicidas à base de 2,4-D no Brasil", escrito pelos pesquisadores Robinson Osipe e Jethro Osipe , apresenta uma análise completa sobre a molécula no controle de plantas daninhas. A obra reúne dados que comprovam a segurança, eficácia e importância do 2,4-D no controle de plantas daninhas nas culturas da soja, milho, cana, trigo, arroz e café no Brasil.

Simpósio
O I Simpósio Nacional sobre Plantas Daninhas em Sistemas de Produção Tropical ocorre simultaneamente ao IV Simpósio Internacional Amazônico sobre Plantas Daninhas. Os eventos terminam nesta quarta, dia 30. São realizados pela Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas Daninhas (SBCPD) e organizados pela Embrapa, Universidade Federal do Amazonas (Ufam), Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) e Universidade do Estado de Mato Grosso (Unemat).

Os eventos contam com Apoio da Aeagro, Capes, CNPq, IMAmt e Sindicato Rural de Sinop; e patrocínio da Bayer, Dow AgroSciences, Banco da Amazônia, Agrisus, Aprosoja, Crea-MT, Monsanto, Nortox e Senar-MT.

MT Agora - Assessoria



Fonte: Agrolink

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