Gado de corte de Aceguá - RS.

A criação do gado, com trabalho continuo em melhoramento genético a Arrozeira Banhado, busca somente animais com características de desempenho adequadas para maior produção de carcaça em um período menor de tempo de engorda a campo em pastagem de azevém trevo e cornichão.

Meio Ambiente

Nas áreas cultivadas pela Empresa, é feito o recolhimento de filtros de lubrificantes e de embalagens vazias de agrotóxicos para posterior envio a pontos de coletas. São utilizados tanques de combustível e rampas de lavagem com caixas de retenção de resíduos, para reduzir possíveis impactos negativos ao meio ambiente.

Processos de produção

Os processos de secagem e armazenagem dos nossos produtos são realizados utilizando a mais alta tecnologia, buscando segurança e eficiência das operações e qualidade dos produtos. Esse processo abrange as atividades desde o campo até o recebimento e armazenagem nas unidades da Arrozeira Banhado. O transporte do arroz e da soja até a unidade de armazenamento é realizado com o máximo de cuidado, a fim de preservar a qualidade dos grãos. Cada etapa do processo é inspecionada e ajustada para que se obtenha um produto de excelente qualidade.

Estrutura Física

Arrozeira Banhado conta com uma moderna estrutura de secagem e armazenagem de arroz. Tem capacidade para estocar 45 mil toneladas de arroz em suas unidades. Recebendo 1.500 ton/dia.

Arroz: Preço ao consumidor x inflação, quem perdeu?

Na avaliação do consultor de mercado Carlos Cogo, a forte alta dos preços do arroz em casca em Setembro ainda não chegou aos consumidores. “No Rio Grande do Sul, o preço médio do arroz em casca FOB produtor, com 58% de grãos inteiros, subiu para R$ 39,64 por saco de 50 Kg, acumulando uma alta de 10,2% no mês de setembro. Em relação ao mesmo período do ano passado, a cotação atual está 8,0% acima em termos nominais. Para uma inflação acumulada de 9,71% neste mesmo período (setembro/2014 a setembro/2015), portanto, o preço atual pago ao produtor, em termos reais, está abaixo do praticado no ano anterior”, aponta.

“Para a indústria de arroz, a situação vai ficando cada vez mais apertada. De um lado, há a baixa oferta de produto livre em mãos de produtores, com a forte alta do dólar alavancando as exportações e elevando a paridade das cotações no porto. De outro lado, está o varejo, com quedas reais de vendas no acumulado de 2015, um consumidor contraído e sufocado pela inflação e uma dificuldade imensa de repassar reajustes de produtos da cesta básica. Há uma grande variabilidade de preços do arroz no varejo, mas um produto de tipo 1 branco, de marcas reconhecidas, oscila atualmente desde R$ 2,15 a até R$ 2,79 o quilo – um valor que pode ser considerado muito baixo, quando comparado a outros itens similares, como batata, pão francês e macarrão”, explica o diretor da Carlos Cogo Consultoria Agroeconômica.

Ele acrescenta que “a queda de braço entre indústria e varejo vai ser dura. A inflação do varejo no âmbito do Índice Geral de Preços - Mercado (IGP-M) avançou timidamente em setembro e começou a captar os efeitos da desvalorização cambial, com destaque para a alta nos preços de derivados do trigo e das carnes. O Brasil é o quarto maior importador mundial de trigo. No caso das carnes, o País é o maior exportador mundial de bovina e de frango. Em ambos os casos, a dolarização dos mercados é acentuada. Os reflexos mais notórios da alta do dólar sobre os preços no varejo foram registrados na parte de panificados, que tiveram variação de 1,50%, depois de 0,38% no oitavo mês do ano”.

“O tradicional pão francês entra nessa lista como o principal destaque de alta, ao sair de 0,83% para 1,55% este mês. Biscoitos, bolos e pães estão com taxas acima das registradas em agosto e vão continuar subindo. A transferência da alta do dólar para a inflação ao consumidor seria ainda maior se não fosse a recessão econômica, que vem inibindo o consumo. A tendência é que os repasses fiquem mais lentos neste momento de crédito caro e aumento do desemprego. É nesse cenário que se depara a indústria de arroz neste momento. Os preços da matéria-prima (arroz em casca) acumulam uma alta média de 17,6% nos últimos dois meses. Arroz hoje mais barato do que em 2003!!”, conclui.

Agrolink
Autor: Leonardo Gottems


Fonte: Agrolink

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