Processos de produção

Os processos de secagem e armazenagem dos nossos produtos são realizados utilizando a mais alta tecnologia, buscando segurança e eficiência das operações e qualidade dos produtos. Esse processo abrange as atividades desde o campo até o recebimento e armazenagem nas unidades da Arrozeira Banhado. O transporte do arroz e da soja até a unidade de armazenamento é realizado com o máximo de cuidado, a fim de preservar a qualidade dos grãos. Cada etapa do processo é inspecionada e ajustada para que se obtenha um produto de excelente qualidade.

Meio Ambiente

Nas áreas cultivadas pela Empresa, é feito o recolhimento de filtros de lubrificantes e de embalagens vazias de agrotóxicos para posterior envio a pontos de coletas. São utilizados tanques de combustível e rampas de lavagem com caixas de retenção de resíduos, para reduzir possíveis impactos negativos ao meio ambiente.

Estrutura Física

Arrozeira Banhado conta com uma moderna estrutura de secagem e armazenagem de arroz. Tem capacidade para estocar 45 mil toneladas de arroz em suas unidades. Recebendo 1.500 ton/dia.

Gado de corte de Aceguá - RS.

A criação do gado, com trabalho continuo em melhoramento genético a Arrozeira Banhado, busca somente animais com características de desempenho adequadas para maior produção de carcaça em um período menor de tempo de engorda a campo em pastagem de azevém trevo e cornichão.

Paran quer voltar a plantar algodo

Maior produtor de algodo do Brasil at o incio de dcada de 1990, o Estado do Paran teve sua rea plantada drasticamente reduzida, at quase o desaparecimento da cultura, como consequncia de uma srie de fatores, como baixos preos, surgimento do bicudo e outras pragas e doenas. Agora, um projeto capitaneado pela Acopar ? Associao dos Cotonicultores Paranaenses, com apoio financeiro do IBA ? Instituto Brasileiro do Algodo, est analisando a real viabilidade de retomar esse plantio, sobretudo nas regies Norte e Noroeste do Estado.

O projeto, iniciado em janeiro deste ano e que ser executado at dezembro de 2017 (o que equivale a trs safras), est sendo implantado em pequenas reas, de 2,4 hectares, e avalia o plantio do modelo ?algodo safrinha? nas condies edafoclimticas do Paran, usando tecnologias de ponta, como sementes transgnicas e colheitadeiras mecanizadas, em um modelo de produo extremamente mais avanado do que o usado no passado no Estado.

?Apesar de estarmos muito no incio do projeto, e do foco ser o estudo da viabilidade de se retomar o plantio, a iniciativa est tendo uma receptividade impressionante?, diz Almir Montecelli, presidente da Acopar, referindo-se s mais de 130 pessoas que compareceram nas duas reunies tcnicas realizadas dias 26 e 28 de maio, na Algodoeira TAJI, de Santa Amlia, e na Estao Experimental da Coodetec/Integrada, em Goioer. ?No era dia de campo; apenas uma reunio tcnica. Mas, mesmo assim, muitos produtores rurais marcaram presena?.

A viabilidade do cultivo do algodo no Estado est sendo estudada com o plantio safrinha em rotao com a soja e o trigo. Nesta safra foram implantadas sete unidades demonstrativas com 18 variedades. Presente ao evento em Goier, a Abrapa constatou que os produtores demonstraram grande interesse em cultivar o algodo no Estado, sobretudo pelo baixo custo com o controle de pragas e doenas e a sua alta rentabilidade. Inclusive, a maioria dos produtores presentes na reunio tcnica j cultivou algodo no passado, e manifestou interesse em plantar novamente, mas com a tecnologia adequada.

A retomada do plantio poder atender o parque txtil paranaense, que demanda cerca de 60 mil toneladas de pluma por ano, a maioria adquirida do cerrado do Brasil. De acordo com estudo da Acopar, existem ao menos 10 fiaes e sete tecelagens operando no Estado, sendo que trs delas so vinculadas Cooperativa Integrada e Coagel/Coamo. ?Para suprir esse consumo o Paran precisaria plantar pelo menos 50 mil hectares de algodo?, analisa Almir Montecelli. Tambm existem inmeras algodoeiras desativadas na regio que poderiam atender os produtores, sendo necessria a aquisio de colheitadeira de algodo para prestar servios aos produtores de forma organizada, evitando-se a colheita manual.

Dado o interesse dos produtores, est sendo programada a realizao de um dia de campo, em julho. No entanto, a deciso sobre o retorno do cultivo do algodo no Estado depende da implantao de dez unidades demonstrativas para a prxima safra, conforme previsto no projeto.

Fonte: Abrapa

Portal DBO.


Fonte: Agrolink

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