Processos de produção

Os processos de secagem e armazenagem dos nossos produtos são realizados utilizando a mais alta tecnologia, buscando segurança e eficiência das operações e qualidade dos produtos. Esse processo abrange as atividades desde o campo até o recebimento e armazenagem nas unidades da Arrozeira Banhado. O transporte do arroz e da soja até a unidade de armazenamento é realizado com o máximo de cuidado, a fim de preservar a qualidade dos grãos. Cada etapa do processo é inspecionada e ajustada para que se obtenha um produto de excelente qualidade.

Meio Ambiente

Nas áreas cultivadas pela Empresa, é feito o recolhimento de filtros de lubrificantes e de embalagens vazias de agrotóxicos para posterior envio a pontos de coletas. São utilizados tanques de combustível e rampas de lavagem com caixas de retenção de resíduos, para reduzir possíveis impactos negativos ao meio ambiente.

Gado de corte de Aceguá - RS.

A criação do gado, com trabalho continuo em melhoramento genético a Arrozeira Banhado, busca somente animais com características de desempenho adequadas para maior produção de carcaça em um período menor de tempo de engorda a campo em pastagem de azevém trevo e cornichão.

Estrutura Física

Arrozeira Banhado conta com uma moderna estrutura de secagem e armazenagem de arroz. Tem capacidade para estocar 45 mil toneladas de arroz em suas unidades. Recebendo 1.500 ton/dia.

Fim da vacinao pe criadores de boi contra suinocultores

Sociedades rurais divulgam documento contrrio ao status de territrio livre da aftosa sem imunizao

Reunidas na sexta-feira (8) em Maring para a abertura oficial da Expoing 2015, as sociedades rurais do Paran divulgaram um documento em que se colocam contrrias proposta do Estado de obter isoladamente o certificado de rea livre de aftosa sem vacinao. As entidades apoiariam a proposta somente se o certificado fosse requisitado concomitantemente com Rio Grande do Sul, So Paulo e Mato Grosso do Sul. Santa Catarina j tem esse status h 8 anos.

As sociedades questionam se o Paran ter condies de realizar o controle necessrio das divisas com outros Estados e com o Paraguai e a Argentina. Dizem que as terras paranaenses so muito valorizadas e que manter vacas para cria nelas uma atividade pouco rentvel. Por isso, precisam trazer esses animais de outros Estados, o que ser proibido se o Paran obtiver sozinho o certificado. O documento tambm refuta o argumento do governo de que os produtores teriam menos gastos se no precisarem vacinar o gado. Segundo as entidades, essa economia pequena se comparada com o risco de um foco de aftosa.

Na segunda-feira, s 9h30, ser realizada uma audincia pblica na Assembleia Legislativa em Curitiba para discutir o assunto. "Vamos protocolar o documento nesta audincia para que o governo do Estado tenha mais subsdio para tomar uma deciso", afirma o presidente da Sociedade Rural do Paran (SRP), Moacir Sgarioni. Ele ressalta que o Estado tem 23 postos de fiscalizao de divisas e que precisar de uma "logstica muito grande" para evitar os riscos de animais entrarem de forma clandestina. "Haver um alto custo e no teremos garantias", declara.

O pecuarista Andr Carioba ressalta que o Paran deficitrio em bezerros, que muitas matrizes vm do Mato Grosso do Sul. E, com o certificado, esses animais no podero mais entrar. "Tambm precisamos saber se o Estado ter condies de fiscalizar as reas de divisa e o rebanho que vai ficar aqui dentro. Do ponto de vista comercial, tenho dvida de quanto (o certificado) vai trazer de benefcios. Nossa exportao bovina muito pequena", afirma.

Se os pecuaristas de corte esto em dvida sobre as vantagens de ser um territrio livre de aftosa sem vacinao, os suinocultores so enfticos na defesa do status. Eles esto de olho no mercado japons, que exige a certificao e, por isso, s importa de Santa Catarina. O presidente da Associao Paranaense dos Suinocultores (APS), Jacir Jos Dariva, conta que o Paran vende carne de porco para a Rssia, que no exige o status, por cerca de R$ 2.700 a tonelada. "O mercado japons compra por R$ 5.000", declara.

Mas, segundo ele, todo o Pas ganha com o avano do status sanitrio. "Se ns passarmos a vender para os mercados mais exigentes, outros estados iro atender os menos exigentes", destaca. Dariva lembra que o Paran o terceiro maior produtor de carne suna do Pas e que este mercado tem mais impacto na economia, gerando mais emprego e mais renda, que a bovinocultura.

J o presidente do Sindicato da Indstria de Carnes (Sindicarne), Pricles Pessoa Salazar, diz ser favorvel obteno do certificado desde que haja um "corredor para a entrada de gado para engorda" de outros Estados. "Sou contra se no pudermos trazer animais de cria e recria para terminao no Paran. E tambm se no puderem vir animais de outros estados para leiles", afirma.

Mas o presidente da Agncia de Defesa Agropecuria do Paran (Adapar), Incio Afonso Kroetz, diz que o corredor defendido por Salazar no vivel. "A norma atual (instruo normativa 44) probe."

Alm de oito sociedades rurais, 17 entidades assinam o documento que endereado a Kroetz e ao secretrio da Agricultura, Norberto Ortigara. Entre elas, a Associao Brasileira das Indstrias Exportadoras de Carne (Abiec) e associao de criadores de raas como Simental, Charoles, Nelore e Angus.

Nelson Bortolin

Folha Web


Fonte: Agrolink

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