Estrutura Física

Arrozeira Banhado conta com uma moderna estrutura de secagem e armazenagem de arroz. Tem capacidade para estocar 45 mil toneladas de arroz em suas unidades. Recebendo 1.500 ton/dia.

Meio Ambiente

Nas áreas cultivadas pela Empresa, é feito o recolhimento de filtros de lubrificantes e de embalagens vazias de agrotóxicos para posterior envio a pontos de coletas. São utilizados tanques de combustível e rampas de lavagem com caixas de retenção de resíduos, para reduzir possíveis impactos negativos ao meio ambiente.

Processos de produção

Os processos de secagem e armazenagem dos nossos produtos são realizados utilizando a mais alta tecnologia, buscando segurança e eficiência das operações e qualidade dos produtos. Esse processo abrange as atividades desde o campo até o recebimento e armazenagem nas unidades da Arrozeira Banhado. O transporte do arroz e da soja até a unidade de armazenamento é realizado com o máximo de cuidado, a fim de preservar a qualidade dos grãos. Cada etapa do processo é inspecionada e ajustada para que se obtenha um produto de excelente qualidade.

Gado de corte de Aceguá - RS.

A criação do gado, com trabalho continuo em melhoramento genético a Arrozeira Banhado, busca somente animais com características de desempenho adequadas para maior produção de carcaça em um período menor de tempo de engorda a campo em pastagem de azevém trevo e cornichão.

Exportação da soja paranaense cai 47%

Para Faep, atraso na colheita justifica queda bem acima da registrada no geral das vendas externas do Estado, de 18,9%

Atraso na colheita. Esta é a justificativa da Federação da Agricultura do Paraná (Faep) para o fato de a exportação da soja paranaense ter despencado 47% de janeiro a março deste ano na comparação com o mesmo período do ano passado. As estatísticas do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) mostram que, no primeiro trimestre de 2015, foram vendidas para o exterior 985,5 mil toneladas da oleoginosa no Estado, contra 1,886 milhão de toneladas nos primeiros três meses do ano passado.

A queda bem mais expressiva em dólar mostra o quanto o preço da commodity vem caindo no mercado internacional. Nos três primeiros meses deste ano, as exportações da soja do Paraná somaram US$ 393 milhões, 57% menos que os US$ 924,1 milhões no mesmo período do ano passado.

Chama atenção o fato de que China, maior parceira comercial do Estado, ter levado apenas US$ 467,9 milhões em produtos paranaenses (não apenas soja) no primeiro trimestre. Em igual período de 2014, haviam sido US$ 917,9 milhões. A queda é de 49%. Outra grande parceira, a Argentina, reduziu ainda mais as compras. Levou apenas US$ 198,1 milhões em produtos do Paraná, contra US$ 405,9 milhões de janeiro a março do ano passado – queda de 51%. Por outro lado, as exportações para os Estados Unidos cresceram 10%, de US$ 153,036 para US$ 168,195.

"A análise que fazemos é que houve atraso na colheita. E consequentemente na exportação da soja", afirma a economista Tânia Moreira, da Faep. Ela não acredita que o fato esteja relacionado com o desaquecimento econômico da China. "Não é possível fazer essa relação", declara. Questionada se o produtor está segurando a comercialização na espera por melhores preços, ela responde: "Pode ser. Pode ser também que a greve dos caminhoneiros (em fevereiro e início de março) tenha atrasado o escoamento."

De forma geral, as exportações do Paraná no primeiro trimestre deste ano caíram 18,9% na comparação com o mesmo período do ano passado - de US$ 3,703 bilhões para US$ 3,003 bilhões. As importações despencaram quase na mesma proporção (-18,4%), de US$ 3,940 bilhões para US$ 3,215 bilhões, o que fez o saldo negativo neste ano ser menor que o dos primeiros três meses do ano passado: US$ 211,8 bilhões para US$ 236,9 bilhões.

O economista da Federação das Indústrias do Estado do Paraná (Fiep), Roberto Zurcher, também acredita que o problema, no caso da soja, seja de atraso na colheita e comercialização. "Tem anos que se exporta mais cedo. Tem anos que é mais tarde. Às vezes, o produtor está esperando um preço maior." Ele acredita que, em abril, os números vão mostrar um aumento da exportação.

O economista também não acha que a China vá diminuir a compra da soja paranaense. "Mesmo com desaquecimento econômico, vão continuar precisando comprar", declara. Zurcher pensa que, no caso Argentina, a crise econômica justifique a baixa nas compras. Os automóveis estão entre os produtos mais adquiridos no Paraná pelo país vizinho.

O representante da Fiep ainda ressalta o crescimento nas exportações para os Estados Unidos. "É mais uma mostra da retomada da atividade econômica americana. Quando eles crescem, impactam o mundo inteiro."

Nelson Bortolin

Folha Web


Fonte: Agrolink

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