Estrutura Física

Arrozeira Banhado conta com uma moderna estrutura de secagem e armazenagem de arroz. Tem capacidade para estocar 45 mil toneladas de arroz em suas unidades. Recebendo 1.500 ton/dia.

Meio Ambiente

Nas áreas cultivadas pela Empresa, é feito o recolhimento de filtros de lubrificantes e de embalagens vazias de agrotóxicos para posterior envio a pontos de coletas. São utilizados tanques de combustível e rampas de lavagem com caixas de retenção de resíduos, para reduzir possíveis impactos negativos ao meio ambiente.

Processos de produção

Os processos de secagem e armazenagem dos nossos produtos são realizados utilizando a mais alta tecnologia, buscando segurança e eficiência das operações e qualidade dos produtos. Esse processo abrange as atividades desde o campo até o recebimento e armazenagem nas unidades da Arrozeira Banhado. O transporte do arroz e da soja até a unidade de armazenamento é realizado com o máximo de cuidado, a fim de preservar a qualidade dos grãos. Cada etapa do processo é inspecionada e ajustada para que se obtenha um produto de excelente qualidade.

Gado de corte de Aceguá - RS.

A criação do gado, com trabalho continuo em melhoramento genético a Arrozeira Banhado, busca somente animais com características de desempenho adequadas para maior produção de carcaça em um período menor de tempo de engorda a campo em pastagem de azevém trevo e cornichão.

Câmbio favorece vendas antecipadas da safra 15/16 de soja, diz AgRural

SÃO PAULO (Reuters) - Os bons preços em reais resultantes da alta do dólar estimularam as vendas antecipadas da safra 2015/16 de soja do Brasil, afirmou nesta sexta-feira a consultoria AgRural.

O dólar atingiu recentemente o maior patamar em 12 anos frente ao real, tendo fechado nesta sexta-feira a 3,2405 reais na venda, alta diária de 1,55 por cento.

"Por isso, o mês de março vai chegando ao fim com 2 por cento da produção potencial da próxima temporada já negociada no Brasil. No ano passado, a comercialização da safra 2014/15 só começou em maio", ressaltou a AgRural em nota.

A colheita 15/16 se inicia apenas no começo do próximo ano, mas produtores tradicionalmente fecham negócios antes mesmo do plantio, que começa em meados de setembro, com o objetivo de travar os melhores preços.

A soja é o principal produto do agronegócio nacional. Com a desvalorização do real, o produto nacional ganha competitividade no mercado externo.

Como a maior parte da comercialização do Paraná é em reais, muitos produtores aproveitaram o bom momento para travar custos, destacou a consultoria.

Dessa forma, o Estado saiu na frente e já tem 5 por cento do total potencial negociado. No oeste, bons volumes para fevereiro de 2016 chegaram a sair por 68 reais a saca.

Mato Grosso do Sul e Goiás aparecem em seguida na comercialização, com 3 por cento cada.

Em Dourados (MS), a saca para março de 2016 foi negociada por 60 reais livres ao produtor. Em Rio Verde (GO), lotes rodaram a 63 reais para exportação em março de 16.

Na moeda norte-americana, compradores chegaram a oferecer 18,50 dólares/saca, mas a pedida dos produtores era de 20 dólares a saca, disse a consultoria.

Em Mato Grosso, maior produtor brasileiro de soja, as vendas somam 2 por cento do total esperado para a safra 2015/16, "e o volume só não é maior porque boa parte dos produtores fixa a produção em dólar".

Em Sorriso (MT), lotes para fevereiro saíram por 56 reais. Mas a média do mês em dólar, de 16,50 dólares, não agradou a ponta vendedora.

Mesmo sem tradição em vendas antecipadas, o Rio Grande do Sul já vendeu 1 por cento da safra nova. No porto de Rio Grande, o preço médio para abril e maio de 2016 ficou em 72,40 reais por saca.

SAFRA 14/15

Com o avanço da colheita e a melhora dos preços proporcionada pelo câmbio, a comercialização da safra atual (2014/15) também foi acelerada em março, disse a consultoria.

A AgRural registrou um avanço de 13 pontos em um mês, com as vendas chegando a 53 por cento da produção. O atraso em relação ao ano passado, que era de 17 pontos em fevereiro, caiu para dez pontos.

Na dianteira, o Centro-Oeste tem 62 por cento da produção comercializada. Em Sorriso (MT), onde o preço médio ficou em 49,95 reais a saca em fevereiro, lotes foram negociados a 57 reais no pico do dólar.

No Sul, os bons resultados das lavouras também ajudaram na comercialização, que chegou a 40 por cento da safra.

Em Ponta Grossa, a soja spot foi negociada por até 67,50 reais a saca.

Até esta sexta-feira, a colheita de soja havia sido feita em 69 por cento da área brasileira de soja, de acordo com levantamento da AgRural.

Com avanço semanal de dez pontos, o índice agora está apenas dois pontos atrás do apurado há um ano.

(Por Roberto Samora)


Reuters


Fonte: Agrolink

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