Meio Ambiente

Nas áreas cultivadas pela Empresa, é feito o recolhimento de filtros de lubrificantes e de embalagens vazias de agrotóxicos para posterior envio a pontos de coletas. São utilizados tanques de combustível e rampas de lavagem com caixas de retenção de resíduos, para reduzir possíveis impactos negativos ao meio ambiente.

Estrutura Física

Arrozeira Banhado conta com uma moderna estrutura de secagem e armazenagem de arroz. Tem capacidade para estocar 45 mil toneladas de arroz em suas unidades. Recebendo 1.500 ton/dia.

Processos de produção

Os processos de secagem e armazenagem dos nossos produtos são realizados utilizando a mais alta tecnologia, buscando segurança e eficiência das operações e qualidade dos produtos. Esse processo abrange as atividades desde o campo até o recebimento e armazenagem nas unidades da Arrozeira Banhado. O transporte do arroz e da soja até a unidade de armazenamento é realizado com o máximo de cuidado, a fim de preservar a qualidade dos grãos. Cada etapa do processo é inspecionada e ajustada para que se obtenha um produto de excelente qualidade.

Gado de corte de Aceguá - RS.

A criação do gado, com trabalho continuo em melhoramento genético a Arrozeira Banhado, busca somente animais com características de desempenho adequadas para maior produção de carcaça em um período menor de tempo de engorda a campo em pastagem de azevém trevo e cornichão.

Grupo estuda fim de gargalos na operação da soja

Acadêmicos da Strong Esags pretendem integrar ação mundial

José Claudio Pimentel

Para eliminar definitivamente os gargalos operacionais da escoamento da safra agrícola no Brasil, um grupo acadêmico de Santos prepara um mapeamento integrado de toda a cadeia logística portuária do grão. A ideia é integrá-lo à iniciativa internacional conhecida como Governança do Trabalho e Logística para a Sustentabilidade (Golls), promovida pelo Bando Mundial.

A pesquisa envolve professores e alunos da Strong Esags e tem ênfase na avaliação dos processos de produção, transporte e embarque da soja no Porto de Santos. Vai além: atravessa o oceano para também identificar como ocorre a distribuição do produto em processos internos de complexos portuários de outros países, como os localizados na Europa.



O estudo não busca, necessariamente, a solução de gargalos estruturais. A intenção é eliminar entraves em todas as etapas e que e integram, por exemplo, relações políticas e entre empresas, conforme explica o professor Luciano Schmitz, que coordena os trabalhos de pesquisa.

“O objetivo é propor direcionamentos que possam auxiliar na excelência operacional”, afirma o acadêmico. Atualmente, os problemas relacionados à conexão produtores-porto são solucionados de forma isolada, com destaque às obras de infraestrutura realizadas para sanar entraves pontuais ou em períodos de graves crises.

Uma nicho do estudo tem foco nas pessoas. “São elas que estão no meio disso e, às vezes, são esquecidas. Quem colhe, quem transporta e quem embarca”, lembra Schmitz. Hoje, diz, a estrutura do escoamento interfere diretamente nas condições de trabalho, o que, ao final do processo, pode reduzir a eficiência dos setores logístico, agrícola e portuário.

Primeiro

Trata-se de um estudo inédito no País. É inspirado por uma iniciativa semelhante, mas focada com no escoamento da laranja e do açaí, realizada pelo economista, sociólogo e pesquisador australiano Lee Pegler, do Instituto Internacional de Estudos Sociais de Erasmus, na Universidade de Roterdã (Holanda).

Ao vir para o Brasil, no início do ano passado, para um seminário sobre logística portuária, o acadêmico anunciou o trabalho de pesquisa gerencial sobre o escoamento da laranja. O projeto inspirou um aluno da faculdade santista, que apresentou à proposta aos professores. A partir daí, ocorreu um convênio entre as duas instituições.

O objetivo maior é apresentar os resultados do trabalho ao projeto de Governança do Trabalho e Logística para a Sustentabilidade (Golls), que integra uma ação do Banco Mundial.

A previsão, de acordo com o professor Luciano Schmitz, é de que o projeto, cujas pesquisas já começaram, seja desenvolvido ao longo deste ano e com resultados apresentados no primeiro semestre de 2016.

A Tribuna


Fonte: Agrolink

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