Estrutura Física

Arrozeira Banhado conta com uma moderna estrutura de secagem e armazenagem de arroz. Tem capacidade para estocar 45 mil toneladas de arroz em suas unidades. Recebendo 1.500 ton/dia.

Meio Ambiente

Nas áreas cultivadas pela Empresa, é feito o recolhimento de filtros de lubrificantes e de embalagens vazias de agrotóxicos para posterior envio a pontos de coletas. São utilizados tanques de combustível e rampas de lavagem com caixas de retenção de resíduos, para reduzir possíveis impactos negativos ao meio ambiente.

Gado de corte de Aceguá - RS.

A criação do gado, com trabalho continuo em melhoramento genético a Arrozeira Banhado, busca somente animais com características de desempenho adequadas para maior produção de carcaça em um período menor de tempo de engorda a campo em pastagem de azevém trevo e cornichão.

Processos de produção

Os processos de secagem e armazenagem dos nossos produtos são realizados utilizando a mais alta tecnologia, buscando segurança e eficiência das operações e qualidade dos produtos. Esse processo abrange as atividades desde o campo até o recebimento e armazenagem nas unidades da Arrozeira Banhado. O transporte do arroz e da soja até a unidade de armazenamento é realizado com o máximo de cuidado, a fim de preservar a qualidade dos grãos. Cada etapa do processo é inspecionada e ajustada para que se obtenha um produto de excelente qualidade.

“Temos de produzir mais usando menos agroquímicos”, diz presidente da Syngenta

“Devemos produzir mais intensamente numa área sem, necessariamente, aumentar o volume de agroquímicos usado nela. Temos de extrair da terra mais valor e mais produção, usando menos agroquímicos. É possível fazer isso”. A afirmação é de ninguém menos que Michael Mack, presidente da Syngenta – maior vendedora mundial de produtos químicos para a agricultura, que fatura US$ 15 bilhões por ano.

Em entrevista à Revista Época dessa semana, o executivo sustenta que os agroquímicos são fundamentais para garantir a produção de alimentos suficientes para toda a humanidade. Porém defende que se invista em boas práticas agrícolas para tornar o uso de defensivos sustentável ao homem e ao meio-ambiente.

“A humanidade tem de fazer escolhas. Se a população vai crescer, temos de decidir se queremos cultivar mais 1 bilhão de hectares e se queremos produzir nessa área de forma cada vez mais intensiva ou se preferimos cultivar áreas cada vez maiores a fim de aumentar a produção. Se expandirmos a área cultivada, colocaremos pressão sobre a biodiversidade. Eu argumentaria que temos de fixar a área a cultivar e produzir cada vez mais comida nessa mesma extensão de terra. Mas isso aumenta a intensidade biológica dessa área: nela crescerão mais plantas e haverá também mais pragas. Não é estranho imaginar que o aumento da quantidade de agroquímicos está associado ao aumento de produtividade na mesma terra. Mas acho que não devemos aceitar essa relação”, explica Mack.

“Há agroquímicos para prevenir pragas e outros para combater pragas que já se instalaram. É como na medicina humana. Agir para curar um problema que já se instalou tende a ser mais caro. É melhor prevenir – mas o agricultor tem de saber fazer isso muito bem, para não usar agroquímicos em excesso. Há conhecimento disponível para que o agricultor aplique a quantidade exata e mínima para prevenir as pragas”, defende ele.

O presidente da Syngenta aponta que “enfrentar a insegurança alimentar no mundo não é só questão de produzir mais comida, mais grãos, e sim de como e onde o grão é produzido e que tipo de renda o produtor consegue com esse trabalho”. Temos uma estratégia chamada 'Good Growth Plan'. A ideia é observar boas práticas agrícolas – não necessariamente inventadas por nós – e que muito mais gente deveria usar”.

“Podemos ajudar os produtores a fazer a rotação entre as culturas. [...] Outro exemplo, um dos maiores, é o plantio direto. A técnica ajuda a reduzir a quantidade de água usada no plantio, mantém a umidade do solo e promove a biodiversidade, ao manter o solo coberto. É um exemplo de como uma prática agrícola muito básica, ainda não tão usada hoje quanto deveria, pode combater o excesso de consumo de água, a perda de solo e a erosão”.

Ele lembra que as “pragas evoluem e lutam contra qualquer coisa que estiver em seu caminho. Diante de cada nova tecnologia, é questão de tempo para que pragas se tornem resistentes. Os produtos que estamos pesquisando se destinam a superar a resistência que as pragas têm diante dos produtos atuais. Em muitas partes do mundo, principalmente nos países em desenvolvimento, os agricultores costumam usar produtos muito ultrapassados, agressivos contra o solo e a água, que podem afetar seres vivos que não são seu alvo original”.

“Os agroquímicos novos em pesquisa e desenvolvimento são muito mais seletivos que os anteriores. Além disso, há as sementes. Milho, soja, canola e algodão, hoje, já embutem muita tecnologia. Arroz, trigo e sorgo ainda não, mas isso acontecerá. Nossa compreensão dos genomas dessas plantas, agora, permite-nos afetar a interação delas com insetos, doenças, ervas daninhas, calor e seca. Nos próximos dez anos, produziremos sementes muito mais robustas e com comportamento mais previsível para o agricultor”, conclui.

Agrolink


Fonte: Agrolink

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