Estrutura Física

Arrozeira Banhado conta com uma moderna estrutura de secagem e armazenagem de arroz. Tem capacidade para estocar 45 mil toneladas de arroz em suas unidades. Recebendo 1.500 ton/dia.

Gado de corte de Aceguá - RS.

A criação do gado, com trabalho continuo em melhoramento genético a Arrozeira Banhado, busca somente animais com características de desempenho adequadas para maior produção de carcaça em um período menor de tempo de engorda a campo em pastagem de azevém trevo e cornichão.

Meio Ambiente

Nas áreas cultivadas pela Empresa, é feito o recolhimento de filtros de lubrificantes e de embalagens vazias de agrotóxicos para posterior envio a pontos de coletas. São utilizados tanques de combustível e rampas de lavagem com caixas de retenção de resíduos, para reduzir possíveis impactos negativos ao meio ambiente.

Processos de produção

Os processos de secagem e armazenagem dos nossos produtos são realizados utilizando a mais alta tecnologia, buscando segurança e eficiência das operações e qualidade dos produtos. Esse processo abrange as atividades desde o campo até o recebimento e armazenagem nas unidades da Arrozeira Banhado. O transporte do arroz e da soja até a unidade de armazenamento é realizado com o máximo de cuidado, a fim de preservar a qualidade dos grãos. Cada etapa do processo é inspecionada e ajustada para que se obtenha um produto de excelente qualidade.

O confinamento e o futuro da pecuária brasileira

O volume de animais confinados no Brasil deverá mais do que dobrar nos próximos dez anos, superando as 9 milhões de cabeças até 2023. A estimativa é do Rabobank. Confirmando essa expectativa, a pecuária de ciclo curto crescerá dos atuais 10% para pelo menos 15% do total de bovinos abatidos por ano. O confinamento é uma tecnologia importante para o contínuo crescimento da pecuária brasileira, que passa por um consistente processo de profissionalização.
A atividade convive com intensos investimentos em melhoramento genético, objetivando aumentar a produtividade, contando para isso com nutrição e controle sanitário cada vez mais eficazes. Assim, os bovinos ganham peso mais rápido, se desenvolvem mais em menos tempo e estão prontos para a terminação mais cedo. O confinamento é o toque final, que dá o correto e necessário acabamento da carcaça em termos de peso e teor de gordura.
Com isso, a indústria frigorífica tem à disposição carcaças pesadas e com carne de alta qualidade, que agrega valor e é desejada pelos mais exigentes consumidores do Brasil e dos demais 150 países para os quais exportamos. Não se pode esquecer que a cadeia da carne bovina no Brasil enfrenta uma série de desafios da porteira para fora. O rebanho está migrando a passos rápidos para o Centro-Oeste e o Norte do país, regiões de terras mais baratas. Além disso, o sempre presente desafio ambiental exige que os pecuaristas produzam mais em áreas menores.
O confinamento é a resposta para essa equação, pois potencializa a produção em áreas restritas e em menos tempo. Um exemplo de peso: contando com menos de 90 milhões de bovinos, os Estados Unidos produzem quase 12 milhões de toneladas de carne bovina por ano. O Brasil tem mais de 200 milhões de cabeças e fechou 2014 com cerca de 10 milhões de toneladas de carne. Nos EUA, o confinamento responde por mais de 90% da produção.
O governo brasileiro dá sinais de entender a importância do confinamento. O mais recente Plano Agrícola e Pecuário instituiu linha de crédito de custeio para compra de animais. O limite de crédito passou a R$ 1,1 milhão por produtor.
Aliado a isso, o cenário atual é de redução dos preços dos grãos, que se tornam, assim, mais atraentes para consumidores, contribuindo para reduzir custos de produção e impulsionando o confinamento. Também é preciso ressaltar o bom momento da pecuária com o aumento da arroba do boi gordo em 2014. Tenho confiança que, a curto prazo, os preços manterão a tendência de alta, o que torna a produção intensiva mais atrativa. O cenário está propício à obtenção de retorno econômico dos pecuaristas. O confinamento potencializa esse lucro.

Por Eduardo Moura, presidente da Associação Nacional dos Confinadores (Assocon)

A Tribuna


Fonte: Agrolink

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