Processos de produção

Os processos de secagem e armazenagem dos nossos produtos são realizados utilizando a mais alta tecnologia, buscando segurança e eficiência das operações e qualidade dos produtos. Esse processo abrange as atividades desde o campo até o recebimento e armazenagem nas unidades da Arrozeira Banhado. O transporte do arroz e da soja até a unidade de armazenamento é realizado com o máximo de cuidado, a fim de preservar a qualidade dos grãos. Cada etapa do processo é inspecionada e ajustada para que se obtenha um produto de excelente qualidade.

Gado de corte de Aceguá - RS.

A criação do gado, com trabalho continuo em melhoramento genético a Arrozeira Banhado, busca somente animais com características de desempenho adequadas para maior produção de carcaça em um período menor de tempo de engorda a campo em pastagem de azevém trevo e cornichão.

Meio Ambiente

Nas áreas cultivadas pela Empresa, é feito o recolhimento de filtros de lubrificantes e de embalagens vazias de agrotóxicos para posterior envio a pontos de coletas. São utilizados tanques de combustível e rampas de lavagem com caixas de retenção de resíduos, para reduzir possíveis impactos negativos ao meio ambiente.

Estrutura Física

Arrozeira Banhado conta com uma moderna estrutura de secagem e armazenagem de arroz. Tem capacidade para estocar 45 mil toneladas de arroz em suas unidades. Recebendo 1.500 ton/dia.

Assentados gaúchos fornecem alimentos para grupo hospitalar de Porto Alegre/RS

Todas as segundas, quartas e sextas-feiras, a rotina na Cooperativa dos Produtores Orgânicos da Reforma Agrária (Coperav), é a mesma: por volta de cinco horas da manhã, um caminhão de uma cooperativa parceira sai carregado com alface, couve verde e mandioca/aipim destinados a quatro hospitais de Porto Alegre. Os produtos, orgânicos e higienizados, são utilizados para o preparo de mais de 20 mil refeições diárias para funcionários e pacientes de quatro unidades do Grupo Hospitalar Conceição (GHC): o Hospital Conceição, o Hospital da Criança Conceição, o Hospital Cristo Redentor e o Hospital Fêmina.

As primeiras entregas foram realizadas nesta semana, em razão de contratação por meio de chamada pública realizada pelo GHC na modalidade Compras Institucionais do Programa de Aquisição de Alimentos (PAA). Instituída em 2012 (decreto 7.775, alterado pelo 8.026/2013), esta linha de ação do PAA prevê compra voltada para o atendimento de demandas de consumo de alimentos por parte da União, Estados, Distrito Federal e Municípios.

Os produtos serão entregues no decorrer de 2015 e a Coperav receberá R$ 212 mil pelo fornecimento. O agricultor Huli Zang ressalta a importância do contrato. “Em primeiro lugar, é uma conquista política, de um espaço que antes era só dos grandes fornecedores. É também uma conquista de mercado. Possibilita que a gente complete o ciclo de produção, beneficiamento e comercialização. Por fim, tem a vantagem do período, são 12 meses de fornecimento. O que nos ajuda a organizar melhor a produção”, afirma.

Da produção nas hortas ao beneficiamento, o PAA/GHC mobiliza cerca de 30 famílias das 130 associadas à Coperav. Conforme o agricultor José Luís Rodrigues, os produtos saem das hortas na véspera da entrega, já higienizados na Unidade de Beneficiamento de Vegetais do assentamento. “Saem prontos para o consumo”, explica. A Unidade entrou em operação no ano passado e conta com recursos do programa de agroindustrialização do Incra, como o Terra Sol.

O transporte é feito de maneira colaborativa, com veículo da Cooperativa Mista de Agricultores Familiares de Itati, Terra de Areia e Três Forquilhas (Comafitt), que também entrega produtos para o GHC. Desta forma, a logística é otimizada.

Pioneirismo
A experiência do GHC com a modalidade Compras Institucionais do PAA é pioneira no País e tem servido de modelo para outros órgãos governamentais. Em 2012, o Grupo já estudava alternativas para aquisição de alimentos da agricultura familiar e chegou a manter um contrato de 6 meses para fornecimento de arroz, feijão e leite, por meio de dispensa de licitação em 2013.

“Em maio de 2014, institucionalizamos a modalidade”, conta o coordenador da Compras Institucionais/PAA no GHC, Richard Silva Gomes. Atualmente, o GHC aplica R$ 4 milhões na aquisição de alimentos via PAA, realizando chamadas públicas para contratar os fornecedores. Além da economia, a medida tem outras vantagens. “Não estamos comprando apenas pelo preço final ser de 15 a 20% menor. O gasto público deve servir para fortalecer o desenvolvimento local e a renda das famílias de agricultores. Além disso, como órgão de saúde, a questão da qualidade do produto é fundamental. Valorizamos a produção orgânica”, explica Gomes.

Outro ganho do processo é o diálogo permanente com cooperativas e produtores, possibilitando colaborações e o trabalho em rede. O GHC mantém contato com produtores familiares, assentados e quilombolas. O grupo já prepara nova chamada pública para este semestre, desta vez para aquisição de produtos in natura.

Assessoria de Comunicação Social Incra/RS

Portal do Ministério do Desenvolvimento Agrário


Fonte: Agrolink

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