Gado de corte de Aceguá - RS.

A criação do gado, com trabalho continuo em melhoramento genético a Arrozeira Banhado, busca somente animais com características de desempenho adequadas para maior produção de carcaça em um período menor de tempo de engorda a campo em pastagem de azevém trevo e cornichão.

Meio Ambiente

Nas áreas cultivadas pela Empresa, é feito o recolhimento de filtros de lubrificantes e de embalagens vazias de agrotóxicos para posterior envio a pontos de coletas. São utilizados tanques de combustível e rampas de lavagem com caixas de retenção de resíduos, para reduzir possíveis impactos negativos ao meio ambiente.

Processos de produção

Os processos de secagem e armazenagem dos nossos produtos são realizados utilizando a mais alta tecnologia, buscando segurança e eficiência das operações e qualidade dos produtos. Esse processo abrange as atividades desde o campo até o recebimento e armazenagem nas unidades da Arrozeira Banhado. O transporte do arroz e da soja até a unidade de armazenamento é realizado com o máximo de cuidado, a fim de preservar a qualidade dos grãos. Cada etapa do processo é inspecionada e ajustada para que se obtenha um produto de excelente qualidade.

Estrutura Física

Arrozeira Banhado conta com uma moderna estrutura de secagem e armazenagem de arroz. Tem capacidade para estocar 45 mil toneladas de arroz em suas unidades. Recebendo 1.500 ton/dia.

Laboratório de Fitopatologia auxilia produtor de Rio Verde

Reaberto no final do mês de novembro, o Laboratório de Fitopatologia do Sindicato Rural (SR) de Rio Verde já recebeu, aproximadamente, 1.200 amostras de soja para análise quanto a existência de ferrugem asiática. Desta, quatro deram positivo para a doença, o que deixou produtores do sudoeste goiano em Estado de alerta. Além de diagnosticar a ferrugem asiática, o laboratório também vai atualizar o banco de dados do Consócio Antiferrugem, uma parceria público-privada que reúne pesquisadores de diferentes áreas de conhecimento em soja e que têm o papel de captar demandas por informações junto à pesquisa.

Segundo a engenheira agrônoma Maria Luiza Alves, uma das responsáveis pelas análises, os produtores iniciaram o mês de dezembro cautelosos e com medo da doença, por isso o número de amostras foi grande, até porque o clima estava bem propício ao aparecimento da ferrugem asiática. Já o engenheiro agrônomo e diretor do SRRV, Antônio Carlos Bernardes, explica que cada amostra deve conter, em média, 12 folhas e o produtor deve informar dados importantes. “É preciso trazer as amostras identificadas comm as seguintes informações: cultivar, data do plantio, estágio de desenvolvimento da lavoura, área plantada, localização da propriedade e telefones de contato.”

De acordo com o professor fitopatologista e também coordenador do laboratório Hércules Campos, o produtor não precisa levar a amostra somente em casos de suspeita. “O laboratório serve para monitorar a lavoura, portanto, ele pode utilizar o serviço quando quiser e lembrar que o diagnóstico correto de qual doença afeta a lavoura ajuda a o produtor a escolher o melhor tratamento, e assim diminuir os riscos de perdas”, afirma Campos.

Diário da Manhã


Fonte: Agrolink

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