Estrutura Física

Arrozeira Banhado conta com uma moderna estrutura de secagem e armazenagem de arroz. Tem capacidade para estocar 45 mil toneladas de arroz em suas unidades. Recebendo 1.500 ton/dia.

Gado de corte de Aceguá - RS.

A criação do gado, com trabalho continuo em melhoramento genético a Arrozeira Banhado, busca somente animais com características de desempenho adequadas para maior produção de carcaça em um período menor de tempo de engorda a campo em pastagem de azevém trevo e cornichão.

Processos de produção

Os processos de secagem e armazenagem dos nossos produtos são realizados utilizando a mais alta tecnologia, buscando segurança e eficiência das operações e qualidade dos produtos. Esse processo abrange as atividades desde o campo até o recebimento e armazenagem nas unidades da Arrozeira Banhado. O transporte do arroz e da soja até a unidade de armazenamento é realizado com o máximo de cuidado, a fim de preservar a qualidade dos grãos. Cada etapa do processo é inspecionada e ajustada para que se obtenha um produto de excelente qualidade.

Meio Ambiente

Nas áreas cultivadas pela Empresa, é feito o recolhimento de filtros de lubrificantes e de embalagens vazias de agrotóxicos para posterior envio a pontos de coletas. São utilizados tanques de combustível e rampas de lavagem com caixas de retenção de resíduos, para reduzir possíveis impactos negativos ao meio ambiente.

Safra de soja é muito boa e câmbio pode “salvar” o lucro

Como a maior parte é comercializada para o mercado externo, real desvalorizado anima

As rezas dos agricultores foram ouvidas e atendidas em relação à safra de soja 2014/2015 em Mato Grosso do Sul. A última expectativa é de que os produtores sul-matogrossenses colham no mínimo 6,5 milhões de toneladas de soja. Esse número será atingido se o índice de rendimento por hectare ficar em 48.3 sacas. Existe a possibilidade, no entanto, de que esse índice seja superado, chegando a 50 sacas por hectare. Se esse aumento de rendimento se confirmar, a produção total de soja chegará muito próximo a 7 milhões de toneladas de soja. Esses números, que representam uma previsão, foram repassados pelo analista de Agricultura do Sistema Famasul, Leonardo Carlotto na última quarta-feira ao Correio Rural. A Famasul e a Aprosoja/MS estão trabalhando com essas previsões.

Lavouras em muito boas condições

Tanto o representante do Sistema Famasul quanto o analista e pesquisador Claudio Lazzarotto, da Embrapa Pecuária Oeste, de Dourados, consideram as condições da maior parte das lavouras de soja em excelentes condições de desenvolvimento nessa fase pré-colheita. “Estimamos que até o dia 30 de janeiro estejam colhidos 10% das lavouras do Estado. O ritmo mais forte acontecerá a partir de 10 de fevereiro”, analisou Leonardo Carlotto.

“Houve uma boa distribuição de chuvas na maior parte das regiões produtoras do Estado. Embora tenham se verificado problemas pontuais de um menor índice de precipitações em algumas áreas, esse fato não é representativo se levarmos em conta o quadro geral das lavouras no Estado”, analisou Claudio Lazzarotto. Segundo ele, esses casos pontuais foram identificados nas seguintes regiões: no distrito de Itahum, em pequena área de Caarapó, em algumas áreas do extremo sul do Estado, incluindo Maracaju. “Mas eu andei pelo Estado todo e há muito não se viam lavouras tão bonitas como nesta safra. Por isso, esses casos pontuais em quase nada vão comprometer o quadro geral da safra 2014/2015”, avaliou o representante da Embrapa Agropecuária Oeste.

Menor incidência de pragas em MS

Os dois analistas ouvidos pelo Correio Rural consideraram que houve, até aqui, uma baixa incidência de pragas nas lavouras em desenvolvimento em Mato Grosso do Sul nesta safra de soja. “Mais do que as pragas - como a falsa medideira que, como na safra passada, foi a mais encontrada pelos produtores - os problemas maiores foram, na verdade, com as plantas daninhas, principalmente a buva, e também o capim amargoso”, afirmou o representante do Sistema Famasul. Segundo ele, os agricultores têm trabalhado cada vez mais e melhor no monitoramento das plantas nas lavouras, identificando assim a ação das lagartas, corós e outras pragas, e agindo mais rapidamente no combate. Dessa forma, até a tão falada Helicoverpa armigera, que é uma lagarta de ação muito destrutiva, mais uma vez teve pouca ação e pouco prejudicou as lavouras do Estado. “Na safra passada de soja, a temida lagarta foi pouco encontrada nas áreas de produção de soja”, afirmou Leonardo Carlotto.

Maurício Hugo

Correio do Estado


Fonte: Agrolink

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