Processos de produção

Os processos de secagem e armazenagem dos nossos produtos são realizados utilizando a mais alta tecnologia, buscando segurança e eficiência das operações e qualidade dos produtos. Esse processo abrange as atividades desde o campo até o recebimento e armazenagem nas unidades da Arrozeira Banhado. O transporte do arroz e da soja até a unidade de armazenamento é realizado com o máximo de cuidado, a fim de preservar a qualidade dos grãos. Cada etapa do processo é inspecionada e ajustada para que se obtenha um produto de excelente qualidade.

Estrutura Física

Arrozeira Banhado conta com uma moderna estrutura de secagem e armazenagem de arroz. Tem capacidade para estocar 45 mil toneladas de arroz em suas unidades. Recebendo 1.500 ton/dia.

Meio Ambiente

Nas áreas cultivadas pela Empresa, é feito o recolhimento de filtros de lubrificantes e de embalagens vazias de agrotóxicos para posterior envio a pontos de coletas. São utilizados tanques de combustível e rampas de lavagem com caixas de retenção de resíduos, para reduzir possíveis impactos negativos ao meio ambiente.

Gado de corte de Aceguá - RS.

A criação do gado, com trabalho continuo em melhoramento genético a Arrozeira Banhado, busca somente animais com características de desempenho adequadas para maior produção de carcaça em um período menor de tempo de engorda a campo em pastagem de azevém trevo e cornichão.

Beneficiamento de mandioca melhora vida de agricultor familiar em Iraquara (BA)

As dificuldades com o clima e a região semiárida do Nordeste nunca foram problema para Evangelista Silva de Souza, 48 anos. O agricultor familiar mora em Iraquara (BA), um dos 25 municípios que compõem a Chapada Diamantina, região serrana do estado, e planta mandioca. A raiz ocupa mais de três dos 4,2 hectares de sua propriedade e é o que garante o sustento da família – ele, a esposa, dois filhos, a nora e a neta.

Evangelista conta que dificuldades sempre existiram, mas que o segredo para o sucesso está na adaptação. “A gente se adapta conforme o lugar nos dá condição de viver. Então, já nos habituamos ao clima e ao solo”, revela. Mas nem isso atrapalhou a produção na comunidade rural Boca da Mata, onde mora há 24 anos. “O solo é bom, dá pra plantar sossegado. Agora está chovendo por aqui, mas ficamos bastante tempo sem chuva. Mas nem isso atrapalhou, continuamos produzindo do mesmo jeito. Pouquinho, mas produzimos”, diz.

A família toda ajuda no processo de beneficiamento da mandioca. Eles têm matéria-prima durante o ano todo, mesmo nos períodos de entressafra, que vai de dezembro a maio. “Se ficamos sem mandioca, compramos dos nossos vizinhos, mas continuamos produzindo”, afirma. Com o beneficiamento da raiz, eles fazem tapioca e depois comercializam produtos como biscoitos e beijus em feiras e mercados locais.

Políticas públicas

Evangelista tem uma meta para 2015: conseguir fazer dez mil pacotes de beiju por mês. Para isso, ele aguarda aprovação para acessar, mais uma vez, o Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf), do Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA). Ele comenta que o crédito é um forte aliado para que os negócios corram bem.

“O Pronaf traz muitos benefícios pra gente. Quando temos crédito, conseguimos movimentar os negócios”, observa. A renda mensal da família chega a R$ 2,5 mil, mas Evangelista espera aumentá-la. “Meu ganho anual é de R$ 30 mil, mas pretendo chegar a R$ 50 mil.”

Como ele já acessou o Programa outras vezes, comemora todas as conquistas que teve por meio do crédito. “Todo ano a gente consegue comprar uma coisinha para a família. A gente planta com nossos recursos, com nossos braços, e quando vem o acesso ao Pronaf a gente consegue comprar as nossas coisas.”

Evangelista também ajuda a esposa e um grupo de 25 mulheres da comunidade que estão começando agora no beneficiamento da mandioca. As agricultoras, que ainda não deram um nome ao grupo, pretendem acessar, em breve, o Programa de Aquisição de Alimentos (PAA) e o Programa Nacional de Alimentação Escolar (Pnae), ambos do Governo Federal.

Ele e a família não fazem planos de sair do campo e são agradecidos por tudo o que conseguiram no meio rural. “Tudo o que eu tenho conquistado é um prêmio. Se eu tenho uma casa que não faz vergonha em quem vem nos visitar, é um prêmio. Se eu tenho uma beneficiadora de beiju que não faz vergonha quando entra alguém aqui, é um prêmio também. Para mim, tudo é uma conquista”, comemora.



Jalila Arabi

Ascom/ MDA.

Portal do Ministério do Desenvolvimento Agrário


Fonte: Agrolink

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