Meio Ambiente

Nas áreas cultivadas pela Empresa, é feito o recolhimento de filtros de lubrificantes e de embalagens vazias de agrotóxicos para posterior envio a pontos de coletas. São utilizados tanques de combustível e rampas de lavagem com caixas de retenção de resíduos, para reduzir possíveis impactos negativos ao meio ambiente.

Processos de produção

Os processos de secagem e armazenagem dos nossos produtos são realizados utilizando a mais alta tecnologia, buscando segurança e eficiência das operações e qualidade dos produtos. Esse processo abrange as atividades desde o campo até o recebimento e armazenagem nas unidades da Arrozeira Banhado. O transporte do arroz e da soja até a unidade de armazenamento é realizado com o máximo de cuidado, a fim de preservar a qualidade dos grãos. Cada etapa do processo é inspecionada e ajustada para que se obtenha um produto de excelente qualidade.

Estrutura Física

Arrozeira Banhado conta com uma moderna estrutura de secagem e armazenagem de arroz. Tem capacidade para estocar 45 mil toneladas de arroz em suas unidades. Recebendo 1.500 ton/dia.

Gado de corte de Aceguá - RS.

A criação do gado, com trabalho continuo em melhoramento genético a Arrozeira Banhado, busca somente animais com características de desempenho adequadas para maior produção de carcaça em um período menor de tempo de engorda a campo em pastagem de azevém trevo e cornichão.

Produtores do Noroeste gaúcho recebem vistoria de conformidade de produção orgânica

Um novo roteiro de visitas para a avaliação da conformidade de produção orgânica começa nesta terça-feira (06.01) em Porto Xavier, no Noroeste gaúcho. Uma amostra de 15 produtores que se dedicam à produção sem o uso de agroquímicos e protegida de lavouras convencionais deve ser visitada por integrantes da Rede Ecovida de Agroecologia, que fará a vistoria para a renovação do certificado de conformidade orgânica de seus produtos.

O roteiro de visitas inicia em propriedades de integrantes do Grupo Agroecológico Renovação, de Porto Xavier. A primeira a ser visitada é a de Ramão e Dalva Cerri, produtores de cana-de-açúcar e proprietários de uma agroindústria de açúcar mascavo. Logo depois, técnicos e produtores, no papel de revisores, visitam a propriedade da família de Evandro Klein, que produz hortaliças e bergamota em agrofloresta. O roteiro desta terça-feira encerra na propriedade de Lisiane Schneiders, onde será avaliada a produção orgânica de banana em sistema agroflorestal.

As visitas seguem no dia 13 de janeiro, com revisão de produtos de Solange da Silva, Rosane de Oliveira e Valter Eich, todos integrantes do Grupo Natureza Limpa, de Santa Rosa. No dia 15 de janeiro, o roteiro segue em Santo Cristo e Alecrim com visitas às propriedades de Gilberto Junges, Delci Krein e Gládis Hippler, do Grupo Viva Bem.

Produtores do Grupo Ecoden serão visitados no dia 20 de janeiro, com itinerário que passa por Dezesseis de Novembro, na propriedade de César Dias; em Bossoroca, na produção de hortaliças de Tabajara Peronio; e em São Luiz Gonzaga, na propriedade da família de Alberi dos Santos. Já Renê dos Passos, de Cândido Godói, e Roque Steinmetz, de Campina das Missões, ambos do Grupo Integração, receberão a comitiva de técnicos e produtores no dia 22 de janeiro. O roteiro encerra no dia 27 de janeiro, com visita a Luís Cesar Rigo e Noli Backes, do Grupo Pioneiros do Porto, de Porto Vera Cruz.

Nas propriedades visitadas são conferidos os critérios que revelam se os produtos vistoriados seguem adequados à legislação para fins de emissão de certificado e selo de produto orgânico, de acordo com a Instrução Normativa nº 46, de 6 de outubro de 2011, do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa).

O processo de certificação orgânica nas regiões Fronteira Noroeste e Missões foi desencadeado em 2014, quando foram realizadas vistorias e avaliações de todas as propriedades, culminando na entrega do certificado de conformidade orgânica a mais de 30 agricultores familiares da região. ?Quem ganha com isso é o produtor, que tem mais qualidade de vida, e as famílias de consumidores, que tem a garantia de estar consumindo alimentos saudáveis?, destaca o assistente técnico regional da Emater/RS-Ascar em Produção Vegetal, Gilmar Francisco Vione. O engenheiro agrônomo também explica que, como o certificado de conformidade orgânica tem validade de um ano, as visitas em janeiro de 2015 tem também o objetivo de renovar os certificados, sendo feitas por amostragens nos grupos, não sendo necessárias visitas a todas as propriedades.

São parceiros no processo de estímulo à produção e certificação orgânica, a Rede Ecovida de Agroecologia, Emater/RS-Ascar, Agência Regional de Educação, Desenvolvimento e Pesquisa (Arede) e Central de Cooperativas Unicooper e REMAF. Após as visitas, os vistoriadores e entidades parceiras reúnem-se em fevereiro para avaliação da adequação das propriedades aos critérios de conformidade orgânica.

Emater - RS


Fonte: Agrolink

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