Estrutura Física

Arrozeira Banhado conta com uma moderna estrutura de secagem e armazenagem de arroz. Tem capacidade para estocar 45 mil toneladas de arroz em suas unidades. Recebendo 1.500 ton/dia.

Meio Ambiente

Nas áreas cultivadas pela Empresa, é feito o recolhimento de filtros de lubrificantes e de embalagens vazias de agrotóxicos para posterior envio a pontos de coletas. São utilizados tanques de combustível e rampas de lavagem com caixas de retenção de resíduos, para reduzir possíveis impactos negativos ao meio ambiente.

Gado de corte de Aceguá - RS.

A criação do gado, com trabalho continuo em melhoramento genético a Arrozeira Banhado, busca somente animais com características de desempenho adequadas para maior produção de carcaça em um período menor de tempo de engorda a campo em pastagem de azevém trevo e cornichão.

Processos de produção

Os processos de secagem e armazenagem dos nossos produtos são realizados utilizando a mais alta tecnologia, buscando segurança e eficiência das operações e qualidade dos produtos. Esse processo abrange as atividades desde o campo até o recebimento e armazenagem nas unidades da Arrozeira Banhado. O transporte do arroz e da soja até a unidade de armazenamento é realizado com o máximo de cuidado, a fim de preservar a qualidade dos grãos. Cada etapa do processo é inspecionada e ajustada para que se obtenha um produto de excelente qualidade.

Arroba do boi deve fechar ano em alta

Escassez de animais e aquecimento da demanda no decorrer de 2014 têm mantido o valor da arroba acima dos R$ 100


As festas de final de ano devem desacelerar o volume de abate até a chegada de 2015, segundo estima Alex Lopes, analista de mercado da Scot Consultoria. Ele explica que nos dias 24, 25, 30 e 31 de dezembro os frigoríficos de todo o País param de abater. Com esse pequeno recesso das plantas frigoríficas, os preços da arroba do boi gordo devem se manter em patamares elevados no País, como ocorreu em todo o ano de 2014.

No Paraná, o valor da arroba do boi também tem ficado em patamares bem elevados. Na semana passada, o preço médio no Estado fechou em R$ 138,41 a arroba, ante R$ 138,21 em relação à semana anterior, segundo cálculos divulgados pelo Departamento de Economia Rural (Deral), da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento (Seab). Até o momento, a média para o mês de dezembro tem ficado em R$ 138,29/@, contra R$ 108,41/@ referente à média registrada no mesmo período do ano passado.

Fábio Mezzadri, médico veterinário do Deral, afirma que a falta de animais disponíveis para o abate foi motivada pela falta de chuva, já que o deficit hídrico dificultou o desenvolvimento das pastagens. Ele reforça que 2014 foi um ano de preços mais elevados por causa da baixa oferta de animais. "Houve um alto índice de abate de matrizes durante todo o ano, o que também contribuiu para essa redução de oferta", explica Mezzadri. O veterinário afirma que a oferta de animais só deve voltar aos patamares normais a partir de fevereiro do próximo ano.

Neste finalzinho de 2014, Mezzadri avalia que tanto a arroba do boi pago ao pecuarista, quanto o preço da carne pago pelo consumidor têm registrado altas. No varejo, o quilo do Filé Mignon sem osso, por exemplo, fechou na semana passada em R$ 37,98, contra R$ 35,26/kg registrado na semana anterior. E a tendência para as próximas semanas, completa o veterinário do Deral, é de que os valores ainda se mantenham elevados.

O analista Alex Lopes da Scot Consultoria afirma que nestas últimas duas semanas que antecedem a virada do ano, os frigoríficos devem trabalhar somente seis dias, com uma escala de abate já pré-definida. Com a oferta reduzida, os preços tenderão a ficar em patamares mais elevados. A partir de janeiro, Lopes explica que geralmente há uma redução no consumo de carne vermelha, por isso o preço da carne no varejo deve desaquecer.

Ele explica que no começo do ano os consumidores começam a pagar os presentes de Natal, além das tradicionais contas como IPTU, IPVA e a aquisição de material escolar para aqueles que possuem filhos. Com essas obrigações, as famílias tendem a reduzir o consumo de carne no período. Além da redução do consumo, a oferta tende a aumentar devido ao resultado das chuvas de dezembro e as previstas para janeiro. Com isso, o preço da arroba pode sofrer um leve recuo no período.

Produção

Neste ano, o Paraná estima abater mais de 1 milhão de cabeças, ante 1,41 milhão registrado em 2013. O último levantamento do Deral apontou que, de janeiro a outubro, o Estado abateu 905,25 mil cabeças de gado. O rebanho total do Paraná está estimado em 9,3 milhões de cabeças. Desse total, 6,5 milhões são destinados para corte.

Ricardo Maia

Folha Web


Fonte: Agrolink

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