Processos de produção

Os processos de secagem e armazenagem dos nossos produtos são realizados utilizando a mais alta tecnologia, buscando segurança e eficiência das operações e qualidade dos produtos. Esse processo abrange as atividades desde o campo até o recebimento e armazenagem nas unidades da Arrozeira Banhado. O transporte do arroz e da soja até a unidade de armazenamento é realizado com o máximo de cuidado, a fim de preservar a qualidade dos grãos. Cada etapa do processo é inspecionada e ajustada para que se obtenha um produto de excelente qualidade.

Estrutura Física

Arrozeira Banhado conta com uma moderna estrutura de secagem e armazenagem de arroz. Tem capacidade para estocar 45 mil toneladas de arroz em suas unidades. Recebendo 1.500 ton/dia.

Meio Ambiente

Nas áreas cultivadas pela Empresa, é feito o recolhimento de filtros de lubrificantes e de embalagens vazias de agrotóxicos para posterior envio a pontos de coletas. São utilizados tanques de combustível e rampas de lavagem com caixas de retenção de resíduos, para reduzir possíveis impactos negativos ao meio ambiente.

Gado de corte de Aceguá - RS.

A criação do gado, com trabalho continuo em melhoramento genético a Arrozeira Banhado, busca somente animais com características de desempenho adequadas para maior produção de carcaça em um período menor de tempo de engorda a campo em pastagem de azevém trevo e cornichão.

Aumento na produção de carne virá de pastos degradados

Estudo aponta 12,5 a 18,4 milhões de hectares degradados no país

Mais da metade das pastagens localizadas no Cerrado brasileiro podem estar em algum estágio de degradação. São 32 milhões de hectares em que a qualidade do pasto está abaixo do esperado, comprometendo a produtividade e gerando prejuízos econômicos e ambientais. Este é o cenário considerado mais realista evidenciado pelo estudo desenvolvido pela Embrapa Monitoramento por Satélite (SP) e concluído em novembro. A recuperação poderia ajudar até a triplicar a produção de carne nessas áreas ou contribuir para a expansão da agricultura, além de reduzir as emissões de gases de efeito estufa.

“Estima-se que se forem recuperadas de 12,5 a 18,4 milhões de hectares de pastagens é possível um acréscimo na produção de carne bovina nessas áreas de 2,4 a 3,6 milhões de toneladas por ano”, afirma o pesquisador da Embrapa, Ricardo Guimarães Andrade, um dos responsáveis pela pesquisa. Ele ressalta que o Programa ABC tem por meta, até 2020, induzir a recuperação de 15 milhões de hectares de pastagens degradadas em todo o País.

Em termos ambientais, a recuperação de pastagens contribui para reduzir a pressão pela abertura de novas fronteiras para a expansão da agricultura e pecuária, por exemplo, em áreas de floresta nativa. O combate à degradação também ajuda a reduzir a emissão de gases de efeito estufa. “Em pastos recuperados, é possível alcançar maior produtividade e menor emissão por animal, tornando a pecuária uma atividade economicamente mais rentável e ambientalmente mais eficiente”, completa Guimarães.

A degradação das pastagens tem características diferentes em cada bioma. No Cerrado, é caracterizada pela perda de produtividade em função da pouca oferta de água e de nutrientes. No bioma Amazônia, as razões têm maior relação com outros fatores, como a competição da forrageira com as plantas invasoras. Neste caso, é necessário desenvolver e aplicar técnicas diferenciadas de mapeamento.

A Embrapa Monitoramento por Satélite possui outras iniciativas voltadas ao tema, como o projeto de pesquisa GeoDegrade, que estuda métodos de identificação e mapeamento de processo de degradação das pastagens nos biomas Amazônia e Mata Atlântica, além do Cerrado. “Diante das dimensões do território brasileiro e das diferenças regionais, o desafio é chegar a números mais precisos e dizer onde estão essas pastagens que se encontram comprometidas e subutilizadas. O uso de geotecnologias, como o sensoriamento remoto aplicado em diferentes escalas, é a estratégia adequada para traçar um mapa das condições das pastagens para um país do tamanho do Brasil”, reforça Bolfe.

Maurício Hugo

Correio do Estado


Fonte: Agrolink

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