Meio Ambiente

Nas áreas cultivadas pela Empresa, é feito o recolhimento de filtros de lubrificantes e de embalagens vazias de agrotóxicos para posterior envio a pontos de coletas. São utilizados tanques de combustível e rampas de lavagem com caixas de retenção de resíduos, para reduzir possíveis impactos negativos ao meio ambiente.

Estrutura Física

Arrozeira Banhado conta com uma moderna estrutura de secagem e armazenagem de arroz. Tem capacidade para estocar 45 mil toneladas de arroz em suas unidades. Recebendo 1.500 ton/dia.

Processos de produção

Os processos de secagem e armazenagem dos nossos produtos são realizados utilizando a mais alta tecnologia, buscando segurança e eficiência das operações e qualidade dos produtos. Esse processo abrange as atividades desde o campo até o recebimento e armazenagem nas unidades da Arrozeira Banhado. O transporte do arroz e da soja até a unidade de armazenamento é realizado com o máximo de cuidado, a fim de preservar a qualidade dos grãos. Cada etapa do processo é inspecionada e ajustada para que se obtenha um produto de excelente qualidade.

Gado de corte de Aceguá - RS.

A criação do gado, com trabalho continuo em melhoramento genético a Arrozeira Banhado, busca somente animais com características de desempenho adequadas para maior produção de carcaça em um período menor de tempo de engorda a campo em pastagem de azevém trevo e cornichão.

Estudo alerta para degelo maior que o previsto na Groenlândia

Informação foi publicada na edição desta segunda-feira da revista Nature Climate Change

Um planeta mais quente tornará mais comum a formação de lagos no interior da Groenlândia, provocando um degelo mais imediato e uma elevação do nível do mar mais rápida do que se pensava anteriormente, afirmaram cientistas nesta segunda-feira.

As descobertas, publicadas na edição desta segunda-feira da revista Nature Climate Change, preveem que os lagos vão se tornar duas vezes mais comuns nos próximos 50 anos do que são hoje e, ao se mover de regiões costeiras para o interior, podem ter um enorme impacto na forma como o manto de gelo derrete.

Estes corpos hídricos, conhecidos como lagos supraglaciais, ficam sobre o gelo e são mais escuros que outras áreas, atraindo mais luz solar e drenando água, facilitando o degelo ao seu redor.

"Os lagos supraglaciais podem aumentar a velocidade com que os mantos de gelo derretem e fluem e nosso estudo mostra que em 2060 a área da Groenlândia coberta por eles dobrará", afirmou a principal autora do estudo, Amber Leeson, da Escola de Terra e Meio Ambiente da Universidade de Leeds, na Grã-Bretanha.

"Quando o manto de gelo é mais fino, isto ocorre em uma elevação sutilmente menor e às custas de temperaturas do ar mais elevadas do que seria se fosse mais espesso, aumentando o tamanho da área de degelo em torno da borda do manto de gelo", prosseguiu.

Quando os lagos crescem o suficiente, eles começam a drenar água pelas fraturas no gelo, tornando todo o manto mais escorregadio e propenso a derreter mais rapidamente.

Os cientistas nunca tinham simulado antes o comportamento destes lagos, que já estão migrando lentamente para o interior desde os anos 1970.

Mas com base em dados de satélites de sensoreamento do meio ambiente da Agência Espacial Europeia, eles fizeram novas simulações sobre como a água de degelo vai fluir e se acumular na superfície do gelo para formar os lagos supraglaciais nos anos vindouros.

Hoje, a parte principal do manto de gelo da Groenlândia é fria demais para permitir a formação destes lagos e sua formação está restrita ao longo da costa.

A faixa já ganhou 56 km desde os anos 1970 e até 2060, a região onde estes lagos podem se formar avançaria para o interior até 109,4 km ou duas vezes a área que cobrem hoje.

'Indício-chave' das mudanças climáticas

O manto de gelo da Groenlândia é considerado um fator importante na elevação do nível dos mares, relacionada às mudanças climáticas e espera-se que contribua com 22 centímetros até 2100.

Uma vez que projeções anteriores não incluíram o comportamento variável destes lagos, aquelas projeções podem ser menores, mas ainda é preciso calcular quanto.

"Uma vez que o degelo na Groenlândia é um indício-chave das mudanças climáticas, é importante que consideremos todos os fatores que poderiam afetar a taxa segundo a qual o gelo será perdido à medida que o clima esquentar", disse o coautor do estudo, Andrew Shepherd, também da Escola da Terra e de Meio Ambiente da Universidade de Leeds.

"Nossas descobertas ajudarão a melhorar a próxima geração de modelos do manto de gelo, de forma que possamos ter mais confiança nas projeções sobre a futura elevação do nível do mar", concluiu.

AFP

Correio do Povo


Fonte: Agrolink

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