Estrutura Física

Arrozeira Banhado conta com uma moderna estrutura de secagem e armazenagem de arroz. Tem capacidade para estocar 45 mil toneladas de arroz em suas unidades. Recebendo 1.500 ton/dia.

Gado de corte de Aceguá - RS.

A criação do gado, com trabalho continuo em melhoramento genético a Arrozeira Banhado, busca somente animais com características de desempenho adequadas para maior produção de carcaça em um período menor de tempo de engorda a campo em pastagem de azevém trevo e cornichão.

Meio Ambiente

Nas áreas cultivadas pela Empresa, é feito o recolhimento de filtros de lubrificantes e de embalagens vazias de agrotóxicos para posterior envio a pontos de coletas. São utilizados tanques de combustível e rampas de lavagem com caixas de retenção de resíduos, para reduzir possíveis impactos negativos ao meio ambiente.

Processos de produção

Os processos de secagem e armazenagem dos nossos produtos são realizados utilizando a mais alta tecnologia, buscando segurança e eficiência das operações e qualidade dos produtos. Esse processo abrange as atividades desde o campo até o recebimento e armazenagem nas unidades da Arrozeira Banhado. O transporte do arroz e da soja até a unidade de armazenamento é realizado com o máximo de cuidado, a fim de preservar a qualidade dos grãos. Cada etapa do processo é inspecionada e ajustada para que se obtenha um produto de excelente qualidade.

Abates de bovinos e suínos ganham fôlego no PR

No terceiro trimestre do ano, crescimento na bovinocultura foi de 8,5%, totalizando 400 mil cabeças

Os bovinocultores e suinocultores paranaenses aqueceram o mercado de carnes entre julho e setembro de 2014 incrementando o número de abates no período, de acordo com a Pesquisa do Abate de Animais e Aquisição de Leite, Couro e Produção de Ovos, divulgada ontem pelo Instituto Brasileiro de Geografia a Estatística (IBGE).

No segmento de carne bovina, o Brasil abateu 8,4 milhões de cabeças no terceiro trimestre do ano, contra 8,8 milhões no mesmo período de 2013, uma queda de 4,5%, que interrompeu uma série de 11 sucessivos aumentos nos comparativos anuais dos mesmos trimestres. Já o Paraná - juntamente com Maranhão e Espírito Santo – ganhou novo fôlego nesse intervalo e conquistou um aumento de 8,5%: elevação de 30,3 mil cabeças abatidas e quase atingindo a marca de 400 mil animais.

Em relação aos suínos, o Estado acompanhou a ascensão nacional e aumentou em 2,9% os animais abatidos, ultrapassando 1,75 milhão de cabeças. Já os números do País saltaram exatos 3% e atingiram a marca de 9,6 milhões de cabeças, o melhor resultado de toda a série histórica iniciada em 1997. A região Sul respondeu por 66% do abate nacional de suínos, seguida pelas regiões Sudeste (18,7%), Centro-Oeste (14,2%), Nordeste (1%) e Norte (0,1%).

Apesar da melhoria dos números no trimestre avaliado pelo IBGE, a expectativa é que os abates para ambas as proteínas ainda feche o ano com deficit no Estado. A realidade dos levantamentos do Departamento de Economia Rural (Deral), da Secretaria de Agricultura do Estado do Paraná (Seab), aponta para um cenário mais retraído.

Entre janeiro e outubro, por exemplo, foram abatidos 905,2 mil bovinos no Estado, enquanto 2013 fechou em 1,4 milhão de animais abatidos. "O que aconteceu no trimestre avaliado pelo IBGE foi algo pontual. No caso dos bovinos, esse é um período em que aqueles produtores que não têm condições de manter os animais em confinamento ou suplementá-los no inverno acabam se desfazendo e mesmo colocando esta carne no mercado, o que justificaria o aumento de 8,5%. Mas no geral, o que vemos neste ano é uma redução dos abates pela falta de oferta de animais, desde os bezerros até as fêmeas, o que inclusive fez com que o preço da arroba se elevasse", avalia o técnico do Deral especializado em bovinocultura, Fábio Mezzadri. Entre janeiro e novembro, a arroba do boi gordo aumentou 21,7% no Paraná, atingindo a marca de R$ 136,4 no mês passado.

A melhor das expectativas, segundo ele, é que o número de bois abatidos feche o mesmo do ano passado. "O final do ano é sempre mais interessante, quando há uma melhora da oferta devido ao aumento do consumo. Já para 2015, nossa expectativa é de uma elevação interessante na produção de carne bovina, principalmente porque aguardamos ter animais mais produtivos, justificados pela profissionalização constante dos bovinocultores paranaenses", complementa.

Victor Lopes

Folha Web


Fonte: Agrolink

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