Gado de corte de Aceguá - RS.

A criação do gado, com trabalho continuo em melhoramento genético a Arrozeira Banhado, busca somente animais com características de desempenho adequadas para maior produção de carcaça em um período menor de tempo de engorda a campo em pastagem de azevém trevo e cornichão.

Estrutura Física

Arrozeira Banhado conta com uma moderna estrutura de secagem e armazenagem de arroz. Tem capacidade para estocar 45 mil toneladas de arroz em suas unidades. Recebendo 1.500 ton/dia.

Meio Ambiente

Nas áreas cultivadas pela Empresa, é feito o recolhimento de filtros de lubrificantes e de embalagens vazias de agrotóxicos para posterior envio a pontos de coletas. São utilizados tanques de combustível e rampas de lavagem com caixas de retenção de resíduos, para reduzir possíveis impactos negativos ao meio ambiente.

Processos de produção

Os processos de secagem e armazenagem dos nossos produtos são realizados utilizando a mais alta tecnologia, buscando segurança e eficiência das operações e qualidade dos produtos. Esse processo abrange as atividades desde o campo até o recebimento e armazenagem nas unidades da Arrozeira Banhado. O transporte do arroz e da soja até a unidade de armazenamento é realizado com o máximo de cuidado, a fim de preservar a qualidade dos grãos. Cada etapa do processo é inspecionada e ajustada para que se obtenha um produto de excelente qualidade.

Tecnologia é alternativa para melhorar a qualidade da carne e aumentar exportação

Umuarama - Produtores e representantes de empresas ligadas ao setor participaram nesta quinta-feira do Seminário Estadual da Pecuária Paranaense. A troca de informação foi realizada no recinto de leilões da Sociedade Rural de Umuarama (SRU), no Parque de Exposições Dario Pimenta Nóbrega. O foco principal do evento foi à necessidade de investimentos em tecnologia de manejo e produção para elevar a região e o estado como exportador de carne de qualidade.
Conforme o zootecnista Armindo Barth Netoda Emater-PR, a pecuária de corte é o carro chefe para o desenvolvimento de Umuarama em macro região. Porém, como o Estado não tem condições de ser o maior produtor de gado, devido ao tamanho de área, o projeto é ser o melhor em qualidade de carne. “O mercado de exportação está em alta, comprando a carne de commodity entre U$ 4,5 mil por tonelada. Porém, a carne de qualidade é comprada a U$ 11 mil dólares a tonelada”, informou.
Mas, para isso acontecer, todos os personagens da pecuária precisam deixar sistemas antigos e falidos, para ingressar no novo panorama da pecuária de corte. “Mesmo com baixos índices de produtividade e pouco profissionalismo, a pecuária está em quarto lugar no Valor Bruto de Produção do Paraná. Isso mostra a força da cultura, mas precisamos investir”, falou Netoda.
A sacada do Paraná, perante outros estados, e ser conhecido como um Estado que produz qualidade e condições para exportação mundial. “Hoje, já temos um padrão de carne que não perdemos nada para Países afora. Essa carne de animais hiper precoces e que sai daqui da região é tão boa que nem lá fora acreditam. E essa carne não pode ser vendida a U$ 4 mil e sim a U$ 11 mil”, explicou o palestrante.
Netoda ressaltou que neste momento é que entram as cooperativas de carne, como a existente em Umuarama. Ele também apresentou como exemplo, cooperativa de Guarapuava, que está montando frigorifico para exportação. “A tendência é exportar, é ganhar dinheiro. Por isso é necessário focar na qualidade, reduzindo a média de idade do gado para abate”, contou.
Projeto - Conforme o zootecnista, o projeto do Paraná para melhorar a produção de carne tem uma projeção para os próximos 10 anos. O objetivo é oferecer ao mercado interno 40 mil toneladas de carne de qualidade e produzir 100 toneladas a mais para exportação. “Temos tecnologia para fazer 650, 750 quilos de carcaça por hectares/ano e vimos que isto é possível em Guarapuava. Seremos um grande exportador de carne com pouca área”, noticiou.
Mas para isto, é preciso mudar toda cadeia produtiva visando o aumento da renda e emprego. O entrevistado explicou que o pecuarista precisa começar a olhar o antes da porteira, como os insumos, ração, sêmen, sal, adubo e sementes. “Temos 79 frigoríficos com condições de abater bovinos. Cinco estão exportando, mas no começo do ano não tinha nenhum. Hoje há mais seis se credenciando para exportar. Está muito bom lá fora”, disse.
Atualmente, na produção tradicional, o boi vai para abate com 3 anos, quando atinge entre 15 e 16 arrobas. Já o novilho super precoce, produzido no Paraná, está indo para abate com onze meses e com peso médio de 17 arrobas. “Quanto mais rápido for o ciclo, maior será a produtividade e a rentabilidade do produto”, explicou o consultor e zootecnista Alex Santos Lopes da Silva. No momento, a arroba do boi está sendo cotada em média a R$ 140,00. No início de 2013, o preço não chegava a R$ 100,00.

Umuarama Ilustrado


Fonte: Agrolink

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