Meio Ambiente

Nas áreas cultivadas pela Empresa, é feito o recolhimento de filtros de lubrificantes e de embalagens vazias de agrotóxicos para posterior envio a pontos de coletas. São utilizados tanques de combustível e rampas de lavagem com caixas de retenção de resíduos, para reduzir possíveis impactos negativos ao meio ambiente.

Processos de produção

Os processos de secagem e armazenagem dos nossos produtos são realizados utilizando a mais alta tecnologia, buscando segurança e eficiência das operações e qualidade dos produtos. Esse processo abrange as atividades desde o campo até o recebimento e armazenagem nas unidades da Arrozeira Banhado. O transporte do arroz e da soja até a unidade de armazenamento é realizado com o máximo de cuidado, a fim de preservar a qualidade dos grãos. Cada etapa do processo é inspecionada e ajustada para que se obtenha um produto de excelente qualidade.

Gado de corte de Aceguá - RS.

A criação do gado, com trabalho continuo em melhoramento genético a Arrozeira Banhado, busca somente animais com características de desempenho adequadas para maior produção de carcaça em um período menor de tempo de engorda a campo em pastagem de azevém trevo e cornichão.

Estrutura Física

Arrozeira Banhado conta com uma moderna estrutura de secagem e armazenagem de arroz. Tem capacidade para estocar 45 mil toneladas de arroz em suas unidades. Recebendo 1.500 ton/dia.

PR: Com solos secos, Campos Gerais aceleram plantio

Clima está bom só para a colheita do trigo. Região torce por chuva em uma semana para preservar potencial da soja e do milho.

Cassiano Ribeiro

Ponta Grossa e Castro — Responsáveis por mais de 10% da produção de soja do Paraná, os Campos Gerais entram na reta final de plantio da temporada 2014/15 com chuvas abaixo do normal e falta de umidade em algumas lavouras, conferiu a equipe da Expedição Safra em visita à região.

A estiagem que afetou o Norte do estado também foi registrada mais ao Sul, atrasando o início da semeadura. Com o retorno das precipitações nas últimas semanas, o atraso foi recuperado e no momento perto de 75% do terreno destinado à cultura já estão com as sementes enterradas no solo.
As chuvas recentes, porém, não foram suficientes para repor o déficit hídrico durante a segunda quinzena de setembro e a primeira de outubro. Os trabalhos avançam com a umidade “no limite”, afirmam os produtores.

“A última chuva foi de 20 milímetros na sexta-feira passada (14). Mesmo assim, acredito que tenho somente mais cinco ou seis dias de serviço, se não chover. Também posso plantar no pó e mais raso”, cogita o produtor Sylnei Caldeira, de Ponta Grossa. Até o momento, as plantadeiras dele percorreram 65% da área a ser ocupada pela soja, no ano passado o índice era de 90%, revela.

Em municípios vizinhos, os trabalhos de plantio assim como as chuvas estão dentro da normalidade, conforme os produtores. “A implantação deste ano está de razoável a boa. Não foi ótima, porque as temperaturas estiveram muito elevadas, faltou umidade e houve alguns casos pontuais de replantio”, afirma Marcio Copacheski, gerente agrícola da cooperativa Castrolanda, que atua em 130 mil hectares na região de Castro.

O plantio da oleaginosa ocorre ao mesmo tempo em que as colheitadeiras retiram dos campos o trigo semeado no inverno. “Essa é a última área que preciso plantar soja”, diz Willem Bouwman enquanto pilota máquina de última geração sobre os campos de trigo em Castro. O cereal, que ganhou área em todo o Paraná no último ano, tem alcançado altos rendimentos, e problemas pontuais com qualidade. Os rendimentos aferidos estão acima de 4 mil kg/ha.

O mercado do grão, porém, não anima o setor. Após um ano positivo, os produtores veem novamente forte redução nos preços nesta safra. “Ano passado foi atípico de tudo, de produção e preço. Chegamos a vender a tonelada por quase R$ 800, hoje está R$ 540, no máximo, pelo trigo bom”, afirma Gustavo Ribas, produtor e presidente do Sindicato Rural de Ponta Grossa. “O trigo deste ano é para pagar os custos”, resume Ricado Johanensen, de Tibagi.


Gazeta do Povo (AgroGP)


Fonte: Agrolink

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