Meio Ambiente

Nas áreas cultivadas pela Empresa, é feito o recolhimento de filtros de lubrificantes e de embalagens vazias de agrotóxicos para posterior envio a pontos de coletas. São utilizados tanques de combustível e rampas de lavagem com caixas de retenção de resíduos, para reduzir possíveis impactos negativos ao meio ambiente.

Gado de corte de Aceguá - RS.

A criação do gado, com trabalho continuo em melhoramento genético a Arrozeira Banhado, busca somente animais com características de desempenho adequadas para maior produção de carcaça em um período menor de tempo de engorda a campo em pastagem de azevém trevo e cornichão.

Estrutura Física

Arrozeira Banhado conta com uma moderna estrutura de secagem e armazenagem de arroz. Tem capacidade para estocar 45 mil toneladas de arroz em suas unidades. Recebendo 1.500 ton/dia.

Processos de produção

Os processos de secagem e armazenagem dos nossos produtos são realizados utilizando a mais alta tecnologia, buscando segurança e eficiência das operações e qualidade dos produtos. Esse processo abrange as atividades desde o campo até o recebimento e armazenagem nas unidades da Arrozeira Banhado. O transporte do arroz e da soja até a unidade de armazenamento é realizado com o máximo de cuidado, a fim de preservar a qualidade dos grãos. Cada etapa do processo é inspecionada e ajustada para que se obtenha um produto de excelente qualidade.

MT: Confinamento cai 11%

Queda reflete, segundo Acrimat, a cautela dos pecuaristas que na hora do planejamento não avistavam cenário rentável

MARIANNA PERES

O confinamento do rebanho bovino, em Mato Grosso, reduziu 11% em 2014. Os pecuaristas destinaram 636,66 mil animais ao regime fechado de alimentação neste ano, ante a 717,8 mil cabeças apuradas em 2013. O dado faz parte do 3º e último Levantamento das Intenções de Confinamento em 2014, divulgado na quarta-feira, pelo Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea), a pedido da Associação dos Criadores de Mato Grosso (Acrimat).

Durante o planejamento do confinamento, entre março e abril, os confinadores avaliaram que o preço futuro da arroba não se mostrava favorável para investir no negócio, diante de uma matéria-prima, naquele momento. Além disso, o superintendente da Acrimat, Luciano Vacari, explica que os números mostram o amadurecimento do pecuarista que tem tratado o sistema como um negócio de risco. Conforme ele, o confinamento precisa de planejamento, com avaliação dos custos e investimentos necessários para a atividade. "O pecuarista está tratando o confinamento como uma ferramenta tecnológica, cujo desempenho depende da renda da atividade". A maior parte da alimentação feita no cocho é de grãos, especialmente, milho.

De acordo com o Imea, houve retração também na capacidade estática estadual. Em 2014 a capacidade estática foi de 846,7 mil cabeças, valor 5% menor que 2013, que era de 891,4 mil cabeças. Esta capacidade fica abaixo, inclusive, do ano de 2012 quando o Estado era capaz de suportar 850,5 mil cabeças terminadas em cocho no período.

1º SEMESTRE - Devido às condições adversas de mercado no início do planejamento do confinamento, ainda no primeiro semestre, quando os custos com alimentação e reposição estavam elevados e as perspectivas de preço do boi gordo não eram as melhores, os confinadores atrasaram o primeiro giro do confinamento e muitos optaram apenas por uma única oferta. Este fato acabou concentrando a maior parte dos abates de animais provenientes de confinamento no mês de outubro, com 27% dos animais sendo entregues nesse período. Este movimento foi bem diferente do ano passado, quando a concentração de entregas foi maior nos meses de setembro e outubro (28,3% e 25,8%, respectivamente).

Uma das explicações para este quadro diz respeito à compra da reposição. Os grandes confinadores, de forma geral, dependem da compra de animais para a engorda e, mesmo com a queda nos preços dos ingredientes do concentrado no segundo semestre, os preços elevados da reposição desestimularam esta classe de confinadores.

REGIÕES - As cinco principais regiões mato-grossenses apresentaram quedas consistentes no montante de animais confinados. Destaque para a região centro-sul que teve seu volume reduzido em 25,6%, passando de 122,74 mil para 91,28 mil cabeças entre 2013 e 2014, respectivamente. A principal região confinadora do Estado, a médio norte, teve uma redução de 13% no total de cabeças fechadas no cocho frente a 2013, confinando 153,06 mil cabeças este ano. Este cenário de diminuição do total confinado se repetiu por dois anos seguidos nas principais regiões.

Por outro lado, as porções mato-grossenses menos expressivas no volume total animais vêm apresentando aumentos consecutivos nos últimos dois anos: norte e noroeste. Em expressividade, a região norte surpreendeu, tendo em vista que de 2013 para cá o montante de animais mais que triplicou, passando de 11,3 mil para 34,80 mil cabeças. A região noroeste também apresentou aumento expressivo, passando de 4 mil para 6,4 mil cabeças, um aumento de 60%.

Diário de Cuiabá


Fonte: Agrolink

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