Estrutura Física

Arrozeira Banhado conta com uma moderna estrutura de secagem e armazenagem de arroz. Tem capacidade para estocar 45 mil toneladas de arroz em suas unidades. Recebendo 1.500 ton/dia.

Meio Ambiente

Nas áreas cultivadas pela Empresa, é feito o recolhimento de filtros de lubrificantes e de embalagens vazias de agrotóxicos para posterior envio a pontos de coletas. São utilizados tanques de combustível e rampas de lavagem com caixas de retenção de resíduos, para reduzir possíveis impactos negativos ao meio ambiente.

Processos de produção

Os processos de secagem e armazenagem dos nossos produtos são realizados utilizando a mais alta tecnologia, buscando segurança e eficiência das operações e qualidade dos produtos. Esse processo abrange as atividades desde o campo até o recebimento e armazenagem nas unidades da Arrozeira Banhado. O transporte do arroz e da soja até a unidade de armazenamento é realizado com o máximo de cuidado, a fim de preservar a qualidade dos grãos. Cada etapa do processo é inspecionada e ajustada para que se obtenha um produto de excelente qualidade.

Gado de corte de Aceguá - RS.

A criação do gado, com trabalho continuo em melhoramento genético a Arrozeira Banhado, busca somente animais com características de desempenho adequadas para maior produção de carcaça em um período menor de tempo de engorda a campo em pastagem de azevém trevo e cornichão.

Fórum vai rever lógica do trigo

Num momento em que Argentina, Brasil e Paraguai confirmam perdas, abastecimento global é que determina cotações

O consumo crescente e as quebras de safra abrem espaço para aumento no plantio de trigo na América do Sul, mas os preços não estimulam o campo. As oportunidades regionais do mercado globalizado serão tema do painel “Cereais de Inverno” no 2.º Fórum de Agricultura da América do Sul. O evento leva 500 pessoas a Foz do Iguaçu na próxima semana, dias 27 e 28, para discussões que envolvem os principais setores da agropecuária.

As perdas da triticultura, por enquanto, concentram-se no Brasil. O Rio Grande do Sul está confirmando o que temia: as chuvas derrubaram a safra em um terço e a colheita, em fase final, corre o risco de ficar abaixo de 2 milhões de toneladas.?O Paraná, por sua vez, perdeu cerca de 150 mil toneladas, o que reduz a safra nacional, estimada inicialmente em 7,7 milhões, para cerca de 6 milhões de toneladas — metade do consumo interno.

E isso ocorre num momento em que o principal fornecedor brasileiro, a Argentina, colhe entre 12 milhões e 11 milhões de toneladas, conforme estimativas locais, um terço a menos do que em seus melhores anos. Sem grande volume excedente, o país não tem condições de garantir fornecimento aos vizinhos. O Paraguai, por sua vez, tem cerca de 700 mil toneladas de trigo para vender ao Brasil, mas ainda busca compradores e reclama das cotações, determinadas pelo mercado global.

A proposta do Fórum de Agricultura é apontar as tendências de cada setor a partir das perspectivas da América do Sul, definindo oportunidades para a região. No caso do trigo, apesar de a produção sul-americana representar 3% do volume global, as importações somam 9%. Esses índices determinam o baixo poder de influência no mercado internacional, mas colocam em evidência o mercado regional.

As tendências do mercado global será abordada por Dmitri Rylko, de Moscou (Rússia. Ele é diretor geral do Instituto de Estudos do Mercado Agrícola (Ikar, na sigla em inglês) e considera que o quadro da América do Sul ainda não foi totalmente assimilado em âmbito internacional.

Entrevista

Da fartura para um quadro de aperto

A América do Sul trabalha há seis meses com previsão de fartura na produção de trigo, mas as quebras encerram esse cenário. O Brasil ainda pode ultrapassar suas maiores marcas, de 6,1 milhões de toneladas, atingidas em 1987 e 2003. No entanto, segundo o setor, boa parte da colheita não tem qualidade para alimentação humana.

“Os preços do trigo têm potencial de alta no Mercosul, porque o quadro regional de oferta e demanda enfrenta problema com as quebras no Brasil, no Paraguai e na Argentina. Mas isso não é definitivo”, aponta Luiz Carlos Pacheco, especialista no setor. Ele considera que a Argentina pode acabar confirmando boa produção. Por outro lado, a baixa qualidade do trigo do Rio Grande do Sul (metade dos 2 milhões de toneladas colhido pode ser destinada à ração) ameaça ampliar a necessidade de importação do Brasil em 15% a 20%.

A oferta é menor no Sul do Brasil, mas por que os leilões públicos com prêmio para escoamento têm demanda reduzida?

A logística é o principal fator. Os prêmios são de menos de R$ 10 por tonelada e não compensam. Além disso, há muita burocracia para se inscrever no leilão. Relativamente capitalizado, o vendedor pode esperar o preço melhorar e acredita em alta com as quebras na América do Sul. Parte do trigo que perdeu qualidade no Rio Grande do Sul não serve nem para alimentação animal. A presença de micotoxinas provoca vômito no rebanho que consome o produto.

Qual o volume de trigo que o Rio Grande do Sul vai destinar à indústria?

Com quebra de 50% ante a estimativa inicial, que era de 3,05 milhões de toneladas, estão sendo efetivamente colhidas 1,5 milhão a 1,7 milhão de toneladas. Mesmo assim, deste volume, cerca de 900 mil a 1 milhão de toneladas tem pH inferior a 78, índice exigido para tipo 1. No máximo, haverá 600 mil toneladas de trigo panificável no estado, o que exigirá maior volume de importação, tanto da Argentina, como do Uruguai e Paraguai.

Agenda: Fórum de Agricultura

As inscrições para o Fórum de Agricultura da América do Sul, em 27 e 28 de novembro, em Foz do Iguaçu, podem ser feitas no site www.agrooutlook.com.

Gazeta do Povo (AgroGP)


Fonte: Agrolink

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