Estrutura Física

Arrozeira Banhado conta com uma moderna estrutura de secagem e armazenagem de arroz. Tem capacidade para estocar 45 mil toneladas de arroz em suas unidades. Recebendo 1.500 ton/dia.

Gado de corte de Aceguá - RS.

A criação do gado, com trabalho continuo em melhoramento genético a Arrozeira Banhado, busca somente animais com características de desempenho adequadas para maior produção de carcaça em um período menor de tempo de engorda a campo em pastagem de azevém trevo e cornichão.

Processos de produção

Os processos de secagem e armazenagem dos nossos produtos são realizados utilizando a mais alta tecnologia, buscando segurança e eficiência das operações e qualidade dos produtos. Esse processo abrange as atividades desde o campo até o recebimento e armazenagem nas unidades da Arrozeira Banhado. O transporte do arroz e da soja até a unidade de armazenamento é realizado com o máximo de cuidado, a fim de preservar a qualidade dos grãos. Cada etapa do processo é inspecionada e ajustada para que se obtenha um produto de excelente qualidade.

Meio Ambiente

Nas áreas cultivadas pela Empresa, é feito o recolhimento de filtros de lubrificantes e de embalagens vazias de agrotóxicos para posterior envio a pontos de coletas. São utilizados tanques de combustível e rampas de lavagem com caixas de retenção de resíduos, para reduzir possíveis impactos negativos ao meio ambiente.

Produção leiteira sul-mato-grossense cai nos últimos anos

O consumo do leite cresceu no Brasil e no mundo, mas a produção em Mato Grosso do Sul vem caindo ano a ano. Há várias justificativas para isso. Segundo o presidente do Conseleite, Wilson Igi, a população estadual é pequena e não consome todo o leite produzido. Mesmo por isso é preciso escoar a produção, mas o ICMS - Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços para Operações Interestaduais - em Mato Grosso do Sul é alto e acaba sendo uma barreira. Assim, a indústria paga pouco e não cobre os custos, acarretando no abandono do setor pelos produtores e fazendo com que a produção fique estagnada.

Os números mostram a queda da produção. O MS, de 1990 a 2010, cresceu apenas 28,07% em termos de produção de leite, enquanto o Brasil cresceu 118,6% e o Centro- Oeste 158,8%, segundo dados do Conseleite de Mato Grosso do Sul.

“O MS contribuiu para baixar a média do Centro-Oeste, já que os demais estados tiveram crescimentos ainda maiores. Em 2005, nosso estado ocupava a 12ª posição no ranking nacional de produção de leite, hoje ocupa a 15ª. Estamos caindo a cada ano, hoje produzimos menos de 1% de todo o leite produzido oficialmente no Brasil”, declarou Igi.

Perfil da produção

A produção de leite sul-mato-grossense é estável. Em 2011 foram 200,6 milhões de litros, em 2012, 209,9 milhões e, no ano passado, 197,8 milhões de litros. De acordo com o Cepea, dos 11 estados pesquisados, os produtores do MS foram os que receberam os menores preços (preço líquido médio dos últimos 12 meses = R$ 0,8427). O preço bruto médio do Brasil nos últimos 12 meses foi de R$ 1,04, enquanto no MS o preço bruto médio foi R$ 0,9563.

De acordo com o Conseleite/MS, o valor de referência para o leite padrão comercializado no Mato Grosso do Sul em setembro de 2014 foi de R$0,8601 (litro), representando uma leve queda em relação a agosto de 1,14%.

Este valor é 1,16% inferior em termos reais, na comparação com agosto. Essa queda pode ser justificada pelo aumento na captação de leite, com a proximidade do término do período de entressafra. Somente em agosto houve aumento no recebimento de leite cru em estabelecimentos, na comparação com julho, de 2,57%. A projeção é de que continue essa tendência de queda no preço do leite padrão, podendo chegar a média de R$ 0,8210 (litro).

O aumento na captação de leite surtiu efeitos sobre os preços nos varejo, de modo que o leite tipo C deteve queda de 13,7%. Em consequência da queda no preço do leite, houve também redução no preço do queijo muçarela, representada por 12%.

Igi afirma que estes valores cobrem o custo de produção do leite, porém de forma apertada, não podendo ter imprevistos durante a produção. “Acredito que no ano de 2015 a produção de leite no Brasil deve cair, pois a Europa e a China estão estocadas e todos nós sabemos que a China baliza os preços no mercado internacional”, disse Wilson Igi, que atua no mercado do leite há nove anos.

No que diz respeito à balança comercial de lácteos, houve déficit de US$ 6,4 milhões. Isto porque as importações brasileiras de leite e leite em pó em agosto aumentaram 11,86%; as de manteiga reduziram em 47,12% e de queijos houve redução de 9,07%. Já as exportações de leite e creme de leite tiveram queda de 47,70%; manteiga 61,57% e de queijos aumentou na ordem de 8,06%.

FAMASUL.COM.BR



Correio do Estado


Fonte: Agrolink

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