Estrutura Física

Arrozeira Banhado conta com uma moderna estrutura de secagem e armazenagem de arroz. Tem capacidade para estocar 45 mil toneladas de arroz em suas unidades. Recebendo 1.500 ton/dia.

Gado de corte de Aceguá - RS.

A criação do gado, com trabalho continuo em melhoramento genético a Arrozeira Banhado, busca somente animais com características de desempenho adequadas para maior produção de carcaça em um período menor de tempo de engorda a campo em pastagem de azevém trevo e cornichão.

Processos de produção

Os processos de secagem e armazenagem dos nossos produtos são realizados utilizando a mais alta tecnologia, buscando segurança e eficiência das operações e qualidade dos produtos. Esse processo abrange as atividades desde o campo até o recebimento e armazenagem nas unidades da Arrozeira Banhado. O transporte do arroz e da soja até a unidade de armazenamento é realizado com o máximo de cuidado, a fim de preservar a qualidade dos grãos. Cada etapa do processo é inspecionada e ajustada para que se obtenha um produto de excelente qualidade.

Meio Ambiente

Nas áreas cultivadas pela Empresa, é feito o recolhimento de filtros de lubrificantes e de embalagens vazias de agrotóxicos para posterior envio a pontos de coletas. São utilizados tanques de combustível e rampas de lavagem com caixas de retenção de resíduos, para reduzir possíveis impactos negativos ao meio ambiente.

Para reduzir déficit em conta externa, governo deve selecionar importação

Nova gestão terá o desafio de criar políticas que diminuam dependência dos importados. Prioridade deve ser dada à entrada de máquinas e insumos que agreguem valor aos produtos

Para reduzir o déficit nas contas externas do País, o novo governo vai precisar criar condições para ficar menos dependente dos importados, dando prioridade às compras de equipamentos e insumos que tragam competitividade à produção nacional.

"Apesar de a balança comercial estar relativamente equilibrada, são as importações que vêm prejudicando de maneira mais objetiva a balança de pagamentos", diz o professor da Fundação Instituto de Pesquisas Contábeis, Atuariais e Financeiras (FIPECAFI), Silvio Paixão.

"Portanto, o novo governo vai precisar criar uma agenda prospectiva de redução de dependência das importações no curto e médio prazo, ou seja, que contemple 2015 e 2016 ", complementa.

Para ele, isso pode ser feito a partir do estabelecimento de cotas de importações que restrinjam produtos que não sejam essenciais à competitividade. "Ao invés de importar carros de luxo, por exemplo, é importante dar prioridade à compra de insumos, máquinas e equipamentos com mais tecnologia, que ofereçam maior competência à produção nacional", afirma.

Cenário

A geração de produtos com maior valor agregado se faz necessária em um momento de queda de preços das commodities agrícolas no mercado internacional. "Não vejo melhora dos preços de bens, serviços e das commodities em 2015. Além disso, o comércio internacional não vai aumentar mais que 10%. Portanto, só vamos ganhar mercado com produtos de maior valor agregado. Ao invés de mandar para fora minério de ferro, por exemplo, vamos começar a exportar chapa ferro", sugere Paixão.

O diretor do Intituto Fractal de Análises de Mercado, Celso Grisi, concorda com essa análise e acrescenta que o novo governo deve fazer um reajuste da cotação do dólar, levando-o para um patamar mais próximo da realidade, entre R$ 3,00 e R$ 3,50, beneficiando, dessa forma, as exportações. "Somente com uma mera subida do dólar já conseguimos evitar muitas importações", afirma.

Os entrevistados também sugerem mais políticas de financiamento às exportações, seja para capital de giro ou para a produção, além de redução de carga tributária para o setor. "Falta também um seguro às exportações. Hoje, isso só existe no papel. E as taxas para contratação são muito elevadas", diz o diretor da Fractal.

O professor da Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM), Orlando Assunção Fernandes, ressalta que o superávit comercial brasileiro sempre foi essencial para manter o número das contas externas relativamente equilibrado. "Observando a série histórica da balança de pagamentos desde 1945, percebemos que não há um único ano em que a conta de renda e serviços tenham sido superavitárias", informa o professor.

"Com o saldo comercial registrando números baixos, mais os déficits em serviços e renda, temos esse rombo enorme nas contas externas".

Fernandes chama atenção para esse problema estrutural do Brasil, acrescentando que, para resolver déficit em serviços, é preciso ter mais investimento infraestrutura.

Quanto aos aportes estrangeiros, Paixão não vê um cenário ruim para 2015. "O mercado de capitais está com bastante liquidez e deve investir no Brasil", finaliza.

DCI - Diário do Comércio & Indústria


Fonte: Agrolink

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