Estrutura Física

Arrozeira Banhado conta com uma moderna estrutura de secagem e armazenagem de arroz. Tem capacidade para estocar 45 mil toneladas de arroz em suas unidades. Recebendo 1.500 ton/dia.

Gado de corte de Aceguá - RS.

A criação do gado, com trabalho continuo em melhoramento genético a Arrozeira Banhado, busca somente animais com características de desempenho adequadas para maior produção de carcaça em um período menor de tempo de engorda a campo em pastagem de azevém trevo e cornichão.

Processos de produção

Os processos de secagem e armazenagem dos nossos produtos são realizados utilizando a mais alta tecnologia, buscando segurança e eficiência das operações e qualidade dos produtos. Esse processo abrange as atividades desde o campo até o recebimento e armazenagem nas unidades da Arrozeira Banhado. O transporte do arroz e da soja até a unidade de armazenamento é realizado com o máximo de cuidado, a fim de preservar a qualidade dos grãos. Cada etapa do processo é inspecionada e ajustada para que se obtenha um produto de excelente qualidade.

Meio Ambiente

Nas áreas cultivadas pela Empresa, é feito o recolhimento de filtros de lubrificantes e de embalagens vazias de agrotóxicos para posterior envio a pontos de coletas. São utilizados tanques de combustível e rampas de lavagem com caixas de retenção de resíduos, para reduzir possíveis impactos negativos ao meio ambiente.

'Washington Post': Acordo Brasil-EUA mantém status quo do negócio do algodão

Artigo do Washington post, publicado nesta terça-feira, analisa a longa disputa entre os Estados Unidos e o Brasil sobre os subsídios ao algodão e como o governo Obama pode por fim às questões entre os dois países. O inicio dessa disputa está na disponibilização de fundos federais para os produtores americanos de cultura de algodão.

Segundo o Washington Post, já foram gastos cerca de 32.900 milhões de dólares, entre 1995 e 2012, de acordo com dados do Enviromental Working Group. O dinheiro foi gasto, em grande parte, por meio de programas que davam gratificações a produtores que aumentassem seu cultivo de algodão. Com isso, o resultado desse dumpping dos preços mundiais, levou o Brasil a se queixar com a Organização Mundial do Comércio (OMC). A OMC admitiu que os subsídios do algodão americano estavam distorcendo o preço das exportações e autorizou o Brasil a retaliar as exportações americanas.

Já os Estados Unidos, para evitar possíveis sanções ao invés de reformar o programa de subsídios, passou, em 2010, a pagar os produtores de algodão do Brasil com $147,3 milhões de dólares por ano. Tudo isso para que as exportações americanas não fossem vetadas em terras brasileiras. Em um novo acordo, anunciado nesta quarta-feira, o Brasil concordou em abandonar o acordo com a OMC e renunciar a qualquer novo acordo durante os cinco anos de vigência da lei agrícola, que o congresso americano aprovou no ano passado. Em troca, os EUA concordaram em cortar os subsídios do algodão e vão pagar ao Brasil 300 milhões de dólares.

Segundo o jornal americano, esta é uma boa notícia, na medida em que fortalece as relações Brasil-Estados Unidos as véspera de um novo mandato presidencial no país. No entanto, o acordo não poupa os exportadores dos EUA contra a ameaça de retaliação brasileira, o que poderia ter alcançado um total de US$829 milhões por ano.

Contudo, segundo o Washington Post, em essência, o novo acordo perpetua o status quo insalubre em que os Estados Unidos pagam Brasil para continuar sustentando a indústria de algodão nacional. E destaca que o algodão americano pode e deve aprender a competir por conta própria.

O jornal americano segue afirmando que ao invés de abolir o sistema de subsídios, os Estados Unidos preferiu quebrar as regras de exportação determinadas pela OMC, deixando os produtores de algodão para competir no mercado como outras empresas. A lei agrícola de 2014, no entanto, aboliu o sistema de subsídio - e substituiu-o por um novo projeto, conhecido como o Plano de Proteção Stacked Income, ou STAX.

Segundo o jornal, o STAX garante aos produtores de algodão entre 70% e 90% do esperado pela receita das exportações, conforme foi determinado pelo Departamento de Agricultura. Os subsídios federais acabam cobrindo 80% dos custos do novo programa, como define a norma da OMC.

O novo sistema não terá efeito algum até 2015, o que ainda custará aos cofres americanos , já que os agricultores precisam passar por esse momento de transição o que, segundo o jornal americano, ainda vai custar muito no bolso do contribuinte americano.

JB Online


Fonte: Agrolink

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