Meio Ambiente

Nas áreas cultivadas pela Empresa, é feito o recolhimento de filtros de lubrificantes e de embalagens vazias de agrotóxicos para posterior envio a pontos de coletas. São utilizados tanques de combustível e rampas de lavagem com caixas de retenção de resíduos, para reduzir possíveis impactos negativos ao meio ambiente.

Estrutura Física

Arrozeira Banhado conta com uma moderna estrutura de secagem e armazenagem de arroz. Tem capacidade para estocar 45 mil toneladas de arroz em suas unidades. Recebendo 1.500 ton/dia.

Gado de corte de Aceguá - RS.

A criação do gado, com trabalho continuo em melhoramento genético a Arrozeira Banhado, busca somente animais com características de desempenho adequadas para maior produção de carcaça em um período menor de tempo de engorda a campo em pastagem de azevém trevo e cornichão.

Processos de produção

Os processos de secagem e armazenagem dos nossos produtos são realizados utilizando a mais alta tecnologia, buscando segurança e eficiência das operações e qualidade dos produtos. Esse processo abrange as atividades desde o campo até o recebimento e armazenagem nas unidades da Arrozeira Banhado. O transporte do arroz e da soja até a unidade de armazenamento é realizado com o máximo de cuidado, a fim de preservar a qualidade dos grãos. Cada etapa do processo é inspecionada e ajustada para que se obtenha um produto de excelente qualidade.

Falta de informação trava crescimento da agricultura de precisão no Brasil

Em 1929, um técnico agrícola do estado de Illinois, nos Estados Unidos, começou um trabalho de análise de solo, buscando controlar a acidez e aumentar a produtividade das terras da região. Quase 60 anos depois, em 1988, esse assunto voltou a ser debatido na cidade de Minneapolis, também nos EUA, surgindo então pela primeira vez o termo "agricultura de precisão". Hoje, quando se trata de produtividade e utilização de maquinários por todo o mundo, a técnica está intrínseca, com suas possibilidades de captura de informações no campo que podem levar os produtores a outros patamares de rentabilidade.

No País, esse mercado ainda não foi mensurado oficialmente, mas é nítido o potencial que ainda tem para ser explorado. O crescimento da adoção da técnica trava, muito pela desinformação dos produtores e até das próprias empresas do segmento que desconhecem como essas tecnologias podem ser aplicadas. Ontem, cerca de 200 produtores, estudantes e profissionais do agronegócio conheceram um pouco mais sobre as tendências do tema em palestra realizada no Centro de Treinamentos Milton Alcover, no Parque de Exposições Ney Braga, em Londrina.

O palestrante e professor da área de mecânica e máquinas agrícolas da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq), da Universidade de São Paulo (USP), José Paulo Molin, salientou que a agricultura de precisão ainda é vista no País como uma ferramenta puramente mercadológica, e não de gestão. "Quem consegue utilizar essas ferramentas com eficiência está num patamar diferenciado, inclusive agregando valor à própria terra. Temos alguns cases com produtores desse nível aqui no Paraná".

Para Molin, o Brasil ainda está no nível mais raso em relação à utilização das tecnologias, aplicando principalmente as técnicas de manejo para aumentar a fertilidade do solo, baseado em amostragens. "Há muitas outras ferramentas, como o Sistema de Navegação Global por Satélite (sendo que uma das marcas comerciais é o GPS), mapeamento de produtividade através de equipamentos como colheitadeiras e o Sistema de Informação Geográfica (SIG), uma central de inteligência, capaz de unir todas as informações captadas, compilá-las para que sejam utilizadas e revertidas em melhorias de produtividade e rentabilidade", explicou o professor.

Aliás, uma dos principais gargalos para a evolução da agricultura de precisão é a falta de mão de obra especializada em captar e utilizar tais dados gerados. "O produtor ainda tem dificuldades de interpretar esses dados e utilizá-los. É preciso incorporar esse espírito e trabalhar com afinco para atingir os resultados", complementou.

Produtor de grãos em Londrina, Conrado Araújo, participou da palestra com o intuito de se atualizar. Ele disse que possui um pulverizador e uma adubadeira que conta com recursos da agricultura de precisão, mas ele acredita que ainda há muito o que fazer para que as tecnologias tragam resultados significativos para sua lavoura. "Hoje, consigo realizar a análise de solo e gerar mapas georreferenciais. Ainda não temos acesso a todos os elementos para tornar a tecnologia completa. Falta principalmente sensores para o monitoramento da colheita, que considero importante para o aumento de produtividade. Acho que os produtores devem investir nas tecnologias que surgem, mas com certa prudência", analisou ele.

Já o produtor de grãos de Bandeirantes, Guilherme Akutazawa, começou recentemente a utilizar uma das tecnologias, um sistema de amostragem de solo. "A principal meta é baixar meus custos. Comecei agora com a implantação do trabalho e pretendo continuar a partir de agora".

Folha de Londrina


Fonte: Agrolink

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