Gado de corte de Aceguá - RS.

A criação do gado, com trabalho continuo em melhoramento genético a Arrozeira Banhado, busca somente animais com características de desempenho adequadas para maior produção de carcaça em um período menor de tempo de engorda a campo em pastagem de azevém trevo e cornichão.

Estrutura Física

Arrozeira Banhado conta com uma moderna estrutura de secagem e armazenagem de arroz. Tem capacidade para estocar 45 mil toneladas de arroz em suas unidades. Recebendo 1.500 ton/dia.

Meio Ambiente

Nas áreas cultivadas pela Empresa, é feito o recolhimento de filtros de lubrificantes e de embalagens vazias de agrotóxicos para posterior envio a pontos de coletas. São utilizados tanques de combustível e rampas de lavagem com caixas de retenção de resíduos, para reduzir possíveis impactos negativos ao meio ambiente.

Processos de produção

Os processos de secagem e armazenagem dos nossos produtos são realizados utilizando a mais alta tecnologia, buscando segurança e eficiência das operações e qualidade dos produtos. Esse processo abrange as atividades desde o campo até o recebimento e armazenagem nas unidades da Arrozeira Banhado. O transporte do arroz e da soja até a unidade de armazenamento é realizado com o máximo de cuidado, a fim de preservar a qualidade dos grãos. Cada etapa do processo é inspecionada e ajustada para que se obtenha um produto de excelente qualidade.

Sergipe é um dos quatro estados brasileiros a implantar a rastreabilidade de alimentos

O conjunto de ações desenvolvidas e os resultados alcançados credenciaram Sergipe como um dos representantes do Nordeste para discutir políticas sobre agrotóxicos com a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA). Uma das ações de destaque coloca Sergipe entre os quatro únicos estados brasileiros a implantar a rastreabilidade de alimentos hortifrutigranjeiros. Além de Sergipe, o sistema está implantado em Santa Catarina, Ceará e Rio Grande do Norte. São mais de 20 tipos de alimentos avaliados pelo Programa de Análise de Resíduos de Agrotóxicos em Alimentos (PARA), entre eles: pimentão, tomate, alface, cenoura, abobrinha, arroz, feijão, etc.A rastreabilidade consiste em saber a origem dos alimentos que chegam até a mesa do consumidor. Esses alimentos passam por uma análise constante de resíduos de agrotóxicos. Com a análise é possível saber se foram usados agrotóxicos em excesso ou se possuem produtos proibidos para aquela cultura, o que pode trazer prejuízos para a saúde do consumidor. As análises são feitas em apenas quatro Laboratórios Centrais de Saúde Pública (Lacen) do país, credenciados pela ANVISA: Minas Gerais, Paraná, Goiás e Rio Grande do Sul, disse Rosana Barreto, gerente de Alimentos da Vigilância Sanitária Estadual (Divisa).

O Estado de Sergipe, dentro do grupo de ações para garantir alimentos de qualidade ao consumidor, além de ser uma dos primeiros do Brasil a implantar o controle, ainda trouxe a novidade do uso da tecnologia de fácil acesso, com um sistema desenvolvido pelos supermercados.

Sergipe saiu na frente já fazendo valer o programa de Rastreabilidade e Monitoramento de Alimentos (RAMA) através de um sistema ligado à internet e também adaptado para smartphones e tablets. Ele é disponibilizado pelos supermercados para que o consumidor saiba a origem do alimento que está levando para casa. Os códigos de rastreabilidade ficam expostos junto com os produtos à venda, pelo qual é possível identificar até o produtor, complementou a técnica da Divisa.

O processo de implantação da rastreabilidade em Sergipe teve início em 2012 com a parceria da Associação Sergipana de Supermercados (ASES) e culminou na adesão da maioria dos supermercados em 2014, inclusive no interior do estado. A parceria também contou com o apoio do Ministério Público Federal e do Estadual, bem como a Emdagro e a Cohidro, através dos cursos e capacitações.

Com estes parceiros, vem sendo possível viabilizar uma série de ações ampliadas. Já fizemos capacitações para produtores rurais, ações educativas e de promoção à saúde para a população, reuniões constantes com as redes de supermercados e análise de resíduos de agrotóxicos no sangue dos trabalhadores rurais, através de exames de colinesterase. Esse exame ajuda a identificar o nível de intoxicação que pode servir de alerta para manejo inadequado, disse Rosana Barreto.

Ainda de acordo com a gerente de alimentos da Divisa, com a realização das atividades, já foi possível notar avanços nas análises dos produtos. Em 2013, foram 15 análises insatisfatórias nos alimentos avaliados em diferentes supermercados. Este ano, até o mês de setembro, o número de resultados insatisfatórios reduziu para dois.

Na primeira análise insatisfatória, o produtor e o supermercado recebem uma notificação da Vigilância Sanitária. O relatório da notificação é enviado para a Emdagro e ao Ministério Público Estadual. Quando a análise de um produto é insatisfatória pela segunda vez, ele é retirado do mercado. Em Sergipe, ainda não retiramos nenhum produto de venda, complementou a técnica da SES.

Por: Acácia Mérici

Fax Aju - Aracaju


Fonte: Agrolink

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