Processos de produção

Os processos de secagem e armazenagem dos nossos produtos são realizados utilizando a mais alta tecnologia, buscando segurança e eficiência das operações e qualidade dos produtos. Esse processo abrange as atividades desde o campo até o recebimento e armazenagem nas unidades da Arrozeira Banhado. O transporte do arroz e da soja até a unidade de armazenamento é realizado com o máximo de cuidado, a fim de preservar a qualidade dos grãos. Cada etapa do processo é inspecionada e ajustada para que se obtenha um produto de excelente qualidade.

Meio Ambiente

Nas áreas cultivadas pela Empresa, é feito o recolhimento de filtros de lubrificantes e de embalagens vazias de agrotóxicos para posterior envio a pontos de coletas. São utilizados tanques de combustível e rampas de lavagem com caixas de retenção de resíduos, para reduzir possíveis impactos negativos ao meio ambiente.

Estrutura Física

Arrozeira Banhado conta com uma moderna estrutura de secagem e armazenagem de arroz. Tem capacidade para estocar 45 mil toneladas de arroz em suas unidades. Recebendo 1.500 ton/dia.

Gado de corte de Aceguá - RS.

A criação do gado, com trabalho continuo em melhoramento genético a Arrozeira Banhado, busca somente animais com características de desempenho adequadas para maior produção de carcaça em um período menor de tempo de engorda a campo em pastagem de azevém trevo e cornichão.

Levantamento da Cooxupé aponta seca inédita nas principais cidades produtoras de café

Segundo levantamento da Cooxupé (Cooperativa Regional de Cafeicultores em Guaxupé), os municípios do Sul e Sudoeste de Minas Gerais e Alto do Rio Pardo em São Paulo vivenciam uma seca inédita neste ano, que já reflete na colheita da safra atual e que pode prejudicar significativamente a safra 2015/16. Com a possibilidade de quantidade menor do produto devido às condições climáticas nas principais regiões produtoras, a Bolsa de Nova York para o café arábica registrou expressivas altas nos últimos dias.

As cidades que apresentam maior déficit hídrico são Campos Gerais-MG – importante produtora de café no Estado, com déficit de 235,7mm, Monte Carmelo-MG, com 199,3mm e Carmo do Rio Claro-MG, com déficit de 196,7mm. No entanto, cerca de 15 municípios monitorados da área de atuação da Cooperativa tiveram menos chuva este ano em relação a 2013. Para realizar o levantamento, os técnicos da Cooxupé levam em conta a precipitação, temperatura média, número de dias e radiação solar de cada localidade.

O produtor de café da Fazenda Capetinga, José Augusto Gomes, da cidade de Campos Gerais-MG, que tem o maior déficit hídrico, afirma nunca ter visto situação parecida na cidade. “O estado está crítico, as chuvas são esporádicas, está inexplicável. Em alguns dias não temos nem água na torneira para beber. Nessa época do ano chovia-se cerca de 600mm, mas não choveu nem 100mm”, disse o cafeicultor com pouco entusiasmo.

A cidade de Campos Gerais-MG teve precipitação de apenas 349,6 mm neste ano e diferença de 70,7% com relação ao ano passado.

A falta de chuva não prejudica somente as plantações, desfolhando e queimando os pés de café, mas também impede os produtores de realizar o trabalho adequado de adubação. “Tínhamos que jogar adubo na plantação, mas não foi possível porque não tínhamos água para fazer”, disse Gomes ao NA.

Dados do Conselho Nacional do Café (CNC) apontam que a produção de café neste ano pode cair 18% quando a colheita terminar no mês que vem, para 40,1 milhões de sacas, após um declínio de 3,1% no ano passado. Para a Associação Brasileira da Indústria de Café (ABIC), a safra brasileira de café deve ficar em torno de 45 milhões e 47 milhões de sacas. No entanto, apenas quando a safra, que está sendo colhida terminar é que o setor terá números exatos para a quebra.

Segundo o coordenador de desenvolvimento técnico da Cooxupé, Maciel Yukio Nishiooka, a falta de chuva associada às altas temperaturas pode causar prejuízos as plantas e consequentemente quebra. “Os fisiologistas já mostram que poderá haver perdas devido ao pouco crescimento dos ramos plagiotrópicos (produtivos), como também a morte das raízes absorventes, comprometendo a absorção de água e nutrientes o que consequentemente pode levar a uma queda na produção”, ressalta.

No entanto, de acordo com Gomes, a preocupação agora não é mais com a safra atual, nem a de 2015. Segundo o cafeicultor, a safra 2014 já representa perda de 45% em sua fazenda e a de 2015 estima-se que tenha quebra de 35% a 40%. “Eu não estou mais preocupado com a quebra na safra de 2015, pois ela já está praticamente confirmada. O que mais me preocupa é a de 2016. Se chover agora não vai adiantar nada para a safra atual, nem para a próxima, será para a de 2016”, diz.

Com a possibilidade de menor quantidade de produto devido às condições climáticas nas principais regiões produtoras de café do Brasil, a Bolsa de Nova York vem registrando altas expressivas nos últimos dias, o valor médio da saca subiu quase 70%. Para o consumidor, o café também subiu cerca de 12%.

Se os números pessimistas se confirmarem, 2015 pode ser o terceiro ano consecutivo de queda de produção, o que seria o declínio mais longo desde 1965.





Déficit hídrico 2014




Município



Déficit Hídrico (mm)



Precipitação 2014 (mm)




Acumulado



Acumulado





Campos Gerais

235,7



349,6




Monte Carmelo

199,3



624,6




Carmo do Rio Claro

196,7



408,8




S.J. Rio Pardo

179,7



502,4




Alfenas

166,5



458,4




Rio Paranaíba

153,4



501,2




Coromandel

145,3



824




Guaxupé

119,5



569,9




Serra do Salitre

95



572,2




Monte Santo

76,5



756,8




Nova Resende

75,9



561,8




Caconde

61,5



584,4




Campestre

58,4



561,8




Cabo Verde

40



610,8







Variação da precipitação acumulada de janeiro a agosto entre os anos 2013 e 2014




Precipitação jan-ago(mm)




Município

2013



2014



variação 14/13


Campos Gerais

1193,4



349,6



-70,7%



S.J. Rio Pardo

1637,8



502,4



-69,3%



Carmo do Rio Claro

1124,8



408,8



-63,7%



Rio Paranaíba

1192,8



501,2



-58,0%



Caconde

1319,8



584,4



-55,7%



Campestre

1247,8



561,8



-55,0%



Cabo Verde

1239,6



610,8



-50,7%



Serra do Salitre

1125,6



572,2



-49,2%



Nova Resende

1104,8



561,8



-49,1%



Guaxupé

1037,8



569,9



-45,1%



Alfenas

785,2



458,4



-41,6%



Monte Santo

1188,2



756,8



-36,3%



Monte Carmelo

961,2



624,6



-35,0%



Coromandel

860,6



824



-4,3%






Fonte: Notícias Agrícolas

Cenário MT


Fonte: Agrolink

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