Gado de corte de Aceguá - RS.

A criação do gado, com trabalho continuo em melhoramento genético a Arrozeira Banhado, busca somente animais com características de desempenho adequadas para maior produção de carcaça em um período menor de tempo de engorda a campo em pastagem de azevém trevo e cornichão.

Estrutura Física

Arrozeira Banhado conta com uma moderna estrutura de secagem e armazenagem de arroz. Tem capacidade para estocar 45 mil toneladas de arroz em suas unidades. Recebendo 1.500 ton/dia.

Processos de produção

Os processos de secagem e armazenagem dos nossos produtos são realizados utilizando a mais alta tecnologia, buscando segurança e eficiência das operações e qualidade dos produtos. Esse processo abrange as atividades desde o campo até o recebimento e armazenagem nas unidades da Arrozeira Banhado. O transporte do arroz e da soja até a unidade de armazenamento é realizado com o máximo de cuidado, a fim de preservar a qualidade dos grãos. Cada etapa do processo é inspecionada e ajustada para que se obtenha um produto de excelente qualidade.

Meio Ambiente

Nas áreas cultivadas pela Empresa, é feito o recolhimento de filtros de lubrificantes e de embalagens vazias de agrotóxicos para posterior envio a pontos de coletas. São utilizados tanques de combustível e rampas de lavagem com caixas de retenção de resíduos, para reduzir possíveis impactos negativos ao meio ambiente.

Trigo: 10 novas cultivares no mercado

A indicação técnica de 10 novas cultivares de trigo foi resultado da 8ª Reunião da Comissão Brasileira de Pesquisa de Trigo e Triticale e 9º Seminário Técnico do Trigo, que aconteceu de 5 a 7 de agosto, em Canela, RS, reunindo mais de 400 participantes. Outras novidades devem impactar a área de fitossanidade dos cultivos de inverno, com a indicação de defensivos e resultados de pesquisa em manejo de doenças.

A abertura do evento com o pesquisador Robert Graf (Agriculture & Agri-Food Canada), falando da construção da identidade e qualidade do trigo canadense, orientou todas as discussões do encontro. O grupo de especialistas avaliou como urgente a padronização de critérios para certificar a qualidade do trigo brasileiro, com ensaios uniformes de todas as cultivares, definição de critérios únicos de coleta e análise de amostras, divulgação dos resultados da qualidade por região e cultivares, entre outros. O processo de organização evoluiria até o cenário futuro de criação de um serviço ou órgão responsável pela avaliação das cultivares brasileiras, para parâmetros agronômicos, resistência a doenças e indicadores de qualidade, à exemplo do que já acontece no Uruguai, Chile e Canadá.

Cultivares
A subcomissão de Melhoramento, aptidão industrial e sementes aprovou a indicação de 10 novas cultivares de trigo (Embrapa 2, Iapar 1, Coodetec 3, Biotrigo 2 e DNA 2) e a extensão de outras três (Embrapa 2 e OR Sementes 1).


Doenças
Um dos destaques do evento foi o trabalho do pesquisador da Epamig, Maurício Coelho, que avaliou a incidência de brusone em 14 genótipos de trigo em duas épocas de semeadura. A pesquisa mostrou que a incidência de brusone no trigo semeado em março variou de 60 a 89%, enquanto que na semeadura de maio, a brusone atacou no máximo 14% das espigas. O rendimento na primeira época também foi, em média, 60% menor.
“Os experimentos mostram que, nas condições ambientais de Minas Gerais, onde predomina o clima tropical, a brusone afeta muito o PH e o rendimento de grãos no trigo irrigado nas semeaduras do cedo, entre março e abril”, explica Maurício Coelho. Estes resultados fazem parte de iniciativa de pesquisa sobre a resistência de trigo à brusone, coordenada pela Embrapa Trigo, desde 2009.

Apesar da aprovação de um novo fungicida para ferrugem da folha (Authority), as discussões da fitopatologia (área da ciência que estuda as doenças de plantas) estiveram voltadas para as micotoxinas, substâncias tóxicas produzidas por fungos que atacam os grãos. “A legislação está se tornando cada vez mais restritiva quanto à presença de micotoxinas nos alimentos. A preocupação dos participantes da reunião é tanto com relação às adversidades do clima sub-tropical, quanto à realização de testes para verificar os níveis de contaminantes, que são caros e demorados para análise de grande número de amostras”, explica a pesquisadora da Embrapa Trigo Casiane Tibola. Nos encaminhamentos do grupo que participou da subcomissão de fitossanidade a proposta é utilizar os ensaios cooperativos para avaliação de fungicidas, também para avaliar a contaminação por micotoxinas.

Agrolink com informações de assessoria


Fonte: Agrolink

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