Processos de produção

Os processos de secagem e armazenagem dos nossos produtos são realizados utilizando a mais alta tecnologia, buscando segurança e eficiência das operações e qualidade dos produtos. Esse processo abrange as atividades desde o campo até o recebimento e armazenagem nas unidades da Arrozeira Banhado. O transporte do arroz e da soja até a unidade de armazenamento é realizado com o máximo de cuidado, a fim de preservar a qualidade dos grãos. Cada etapa do processo é inspecionada e ajustada para que se obtenha um produto de excelente qualidade.

Gado de corte de Aceguá - RS.

A criação do gado, com trabalho continuo em melhoramento genético a Arrozeira Banhado, busca somente animais com características de desempenho adequadas para maior produção de carcaça em um período menor de tempo de engorda a campo em pastagem de azevém trevo e cornichão.

Meio Ambiente

Nas áreas cultivadas pela Empresa, é feito o recolhimento de filtros de lubrificantes e de embalagens vazias de agrotóxicos para posterior envio a pontos de coletas. São utilizados tanques de combustível e rampas de lavagem com caixas de retenção de resíduos, para reduzir possíveis impactos negativos ao meio ambiente.

Estrutura Física

Arrozeira Banhado conta com uma moderna estrutura de secagem e armazenagem de arroz. Tem capacidade para estocar 45 mil toneladas de arroz em suas unidades. Recebendo 1.500 ton/dia.

Entrevista - Estoques de café do Brasil estão se esgotando, diz centro de comércio

Caroline Stauffer

VARGINHA Minas Gerais (Reuters) - Os estoques de passagem de café do Brasil estão se esgotando e o principal produtor global deverá ter dificuldades para acumular excedentes nos próximos anos, depois da maior seca de sua história recente, disse o presidente Centro do Comércio do Café do Estado de Minas Gerais, Archimedes Coli Neto.

O Brasil consumiu cerca de 16 milhões de sacas entre abril e julho, para exportação e consumo interno, estimou o executivo em entrevista à Reuters, citando um volume superior aos estoques estimados pelo governo em 31 de março, de 15,2 milhões de sacas.

"Teoricamente este 'carryover' não existiria mais, mas ele se confunde porque nós tivemos uma safra antecipada este ano e o café novo está sendo misturado com o 'carryover'", disse ele.

Minas Gerais, principal Estado produtor de café, está na fase final de colher, com quebra de safra entre 30 e 35 por cento em algumas áreas. As exportações foram fortes no primeiro semestre, e Coli Neto disse que o Brasil deverá exportar entre 34 milhões e 35 milhões de sacas em 2014, com consumo interno de 20 milhões de sacas.

A safra 2014 deverá ficar abaixo de 45 milhões de sacas, provocando aperto na oferta, e já há preocupações sobre os efeitos da seca para a colheita de 2015.

Isso significa que o Brasil, que no século passado chegou a acumular estoque de 100 milhões de sacas e até queimou o produto para elevar os preços internacional, vislumbra um futuro sem precedentes, sem estoques de café em seus armazéns.

"Dificilmente o Brasil vai conseguir formar estoques reguladores de novo", disse Coli Neto, que representa produtores, exportadores e operadores, como presidente do centro de comercialização com sede em Varginha.

Engenheiros agrônomos estão indicando um crescimento de galhos abaixo da média nos cafezais atingidos pela seca, além de problemas incomuns como ferrugem das folhas em agosto.

Coli Neto disse que muitos produtores podem optar por podar seus pés de café no próximo ano, na esperança de colocá-los em forma para o desenvolvimento de frutos em 2016.

Os preços do café arábica subiram para máximas de dois anos devido às preocupações com a seca, mas muitos produtores brasileiros não estão vendendo sua safra 2014, convencidos de que os preços irão subir ainda mais, disse o executivo.

Mesmo antes da seca, que foi considerada a pior dos últimos 42 anos, os produtores já planejavam ajustes e meios de melhorar a produtividade das plantas, reduzindo as oscilações dos ciclos bianuais, disse Coli Neto.

"Acredito que vamos oscilar entre 45 milhões e 50 milhões de sacas, a não ser que tenhamos problemas climáticos."

Em anos anteriores, a poda era feita em não mais do que 5 por cento dos cafezais a cada ano, mas agora eles estão optando por desbastar 25 a 30 por cento das plantas, o que adia a produção para a temporada posterior.

"Estamos cada dia mais produzindo o que o mercado demanda", disse.


Reuters


Fonte: Agrolink

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