Gado de corte de Aceguá - RS.

A criação do gado, com trabalho continuo em melhoramento genético a Arrozeira Banhado, busca somente animais com características de desempenho adequadas para maior produção de carcaça em um período menor de tempo de engorda a campo em pastagem de azevém trevo e cornichão.

Estrutura Física

Arrozeira Banhado conta com uma moderna estrutura de secagem e armazenagem de arroz. Tem capacidade para estocar 45 mil toneladas de arroz em suas unidades. Recebendo 1.500 ton/dia.

Meio Ambiente

Nas áreas cultivadas pela Empresa, é feito o recolhimento de filtros de lubrificantes e de embalagens vazias de agrotóxicos para posterior envio a pontos de coletas. São utilizados tanques de combustível e rampas de lavagem com caixas de retenção de resíduos, para reduzir possíveis impactos negativos ao meio ambiente.

Processos de produção

Os processos de secagem e armazenagem dos nossos produtos são realizados utilizando a mais alta tecnologia, buscando segurança e eficiência das operações e qualidade dos produtos. Esse processo abrange as atividades desde o campo até o recebimento e armazenagem nas unidades da Arrozeira Banhado. O transporte do arroz e da soja até a unidade de armazenamento é realizado com o máximo de cuidado, a fim de preservar a qualidade dos grãos. Cada etapa do processo é inspecionada e ajustada para que se obtenha um produto de excelente qualidade.

Soqueiras são gargalo à cultura do algodão

"O gargalo do algodão é a destruição malfeita dos restos culturais", afirma o entomologista Walter Jorge dos Santos, considerado um dos maiores especialistas sobre uma praga silenciosa e com imenso potencial de dano à cotonicultura: o bicudo-do-algodoeiro (Anthonomus grandis). Pesquisador aposentado do Instituto Agronômico do Paraná (Iapar), Walter Jorge acompanha o crescimento do cultivo do algodão em Mato Grosso desde os anos 1990, quando teve início a escalada que transformou o Estado no maior produtor brasileiro da pluma.

Para fazer o controle químico, o cotonicultor recorre a um número crescente de aplicações de inseticidas, o que aumenta os custos de produção. "Há alguns anos, a média de aplicações era de cinco a seis por safra. Hoje, em Mato Grosso, há casos de até 15 aplicações e há relatos de até 30 aplicações em outros estados", diz.

"O bicudo só se reproduz na planta do algodoeiro, embora se alimente de outras plantas. Se ao final da safra de algodão, o produtor não se empenhar em eliminar as soqueiras e plantas tigueras (ou guaxas), teremos uma população de bicudos crescendo sem controle, o que coloca em risco a safra seguinte", alerta o entomologista.

Ele reconhece que há novos fatores que complicam a realização dessa destruição de uma forma perfeita, como a grande dimensão das áreas de plantio do algodoeiro e também a época em que ela precisa ser feita no caso de Mato Grosso e outros estados brasileiros: o período de seca. "Geralmente o produtor pensa na cultura até a colheita, porém o algodão é uma planta perene e, por isso, é muito importante eliminar todos os restos culturais (o que fica do algodoeiro após a colheita dos capulhos e também o rebrote)", explica Walter Jorge.

Há outros fatores complicadores, como a proibição de uso de produtos agrotóxicos mais específicos para a eliminação dos bicudos, e também o fato de que o intervalo entre uma safra e outra está diminuindo, o que é reforçado com a adoção do plantio do algodão de segunda safra. "O atual sistema produtivo está favorecendo a sobrevivência de um excesso de indivíduos de bicudo (e outros insetos-praga) de uma safra para outra", diz.

Há ainda um aspecto mais recente que está favorecendo a pressão do bicudo: a maioria dos produtores de algodão optou por cultivares transgênicas, ou seja, por sementes de plantas com maior resistência às lagartas. Com isso, comenta Walter Jorge, o agricultor "baixa a guarda" em relação a insetos-praga, como o bicudo, que não são suscetíveis a essa tecnologia. Walter Jorge acrescenta que o bicudo é a maior praga do algodoeiro (o inseto está presente no Brasil desde 1983) e já dizimou lavouras de algodão do Paraná, São Paulo e de estados do Nordeste, nos anos 1990.

Diário de Cuiabá


Fonte: Agrolink

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