Estrutura Física

Arrozeira Banhado conta com uma moderna estrutura de secagem e armazenagem de arroz. Tem capacidade para estocar 45 mil toneladas de arroz em suas unidades. Recebendo 1.500 ton/dia.

Gado de corte de Aceguá - RS.

A criação do gado, com trabalho continuo em melhoramento genético a Arrozeira Banhado, busca somente animais com características de desempenho adequadas para maior produção de carcaça em um período menor de tempo de engorda a campo em pastagem de azevém trevo e cornichão.

Processos de produção

Os processos de secagem e armazenagem dos nossos produtos são realizados utilizando a mais alta tecnologia, buscando segurança e eficiência das operações e qualidade dos produtos. Esse processo abrange as atividades desde o campo até o recebimento e armazenagem nas unidades da Arrozeira Banhado. O transporte do arroz e da soja até a unidade de armazenamento é realizado com o máximo de cuidado, a fim de preservar a qualidade dos grãos. Cada etapa do processo é inspecionada e ajustada para que se obtenha um produto de excelente qualidade.

Meio Ambiente

Nas áreas cultivadas pela Empresa, é feito o recolhimento de filtros de lubrificantes e de embalagens vazias de agrotóxicos para posterior envio a pontos de coletas. São utilizados tanques de combustível e rampas de lavagem com caixas de retenção de resíduos, para reduzir possíveis impactos negativos ao meio ambiente.

Superintendente do Mapa no RS minimiza álcool no leite Piá

Francisco Signor pediu explicações sobre nota de Brasília

O superintendente do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) no Rio Grande do Sul, Francisco Signor, minimizou o impacto da nota divulgada nesta segunda-feira pela assessoria do órgão informando sobre a ordem de retirada do mercado de lotes de leite e requeijão da marca Piá, determinada em metade de julho. Apesar de confirmar que essa não é a primeira vez que indícios de álcool etílico aparecem no leite gaúcho, Signor deixou claro que a cooperativa Petrópolis, que fabrica o leite, já passou pelo regime especial de fiscalização e foi liberada a voltar a produzir, ainda no dia 21.

O superintendente disse não ver razão para o alarmismo e confirmou que vai pedir explicações ao Ministério sobre o motivo de a nota ter sido publicada agora. “Prejudica uma marca que já implantou ações corretivas e é nocivo para o mercado. Tens notícia de alguém que já tenha morrido por ter tomado o leite gaúcho? Me preocupa mais quem morre por não tomar leite”, declarou.

Para o superintendente, resultados como esse só aparecem porque há fiscalização. Signor disse que cerca de 60% dos fiscais e técnicos de nível médio da Pasta – em torno de 70 pessoas – estão dedicadas apenas a fiscalizar o leite no Rio Grande do Sul, sem contar o pessoal de laboratório. “Nossas empresas estão se qualificando e adotando novas tecnologias para que isso não ocorra. O que precisamos agora é descobrir o responsável, que pode ser qualquer um na cadeia produtiva”, acrescentou.

O superintendente também esclareceu que agora é papel do Ministério da Justiça verificar a necessidade de um recall, pela Piá, dos produtos já vendidos nos lotes com ordem de recolhimento. Ele não soube explicar, porém, as razões para as análises da empresa não terem encontrado traços de álcool nos lotes de leite condenados pelo Mapa. “Pode ser que tenham feito esses exames em um volume maior de leite”, cogitou.

O que o Ministério da Agricultura divulgou

De acordo com a nota divulgada hoje pelo Ministério, a Superintendência Federal de Agricultura do Rio Grande do Sul determinou à Cooperativa Agropecuária Petrópolis, que fabrica o leite Piá, a recolher os lotes de leite UHT integral L02/2 e L2-3, produzidos em 26 de junho e com data de validade até 26 de outubro. A decisão, que também vale para o lote L2 de requeijão light (200g) fabricado em 30 de junho e com data de validade até 30 de setembro, ocorre depois que o posto de refrigeração de Vila Flores, que pertence à cooperativa, foi interditado pelo Serviço de Inspeção Federal, em 15 de julho, em razão da detecção de álcool etílico em uma amostra de leite cru refrigerado. A presença de álcool no leite é considerada fraude, já que mascara a adição de água.

Fonte: Rádio Guaíba

Correio do Povo


Fonte: Agrolink

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