Gado de corte de Aceguá - RS.

A criação do gado, com trabalho continuo em melhoramento genético a Arrozeira Banhado, busca somente animais com características de desempenho adequadas para maior produção de carcaça em um período menor de tempo de engorda a campo em pastagem de azevém trevo e cornichão.

Meio Ambiente

Nas áreas cultivadas pela Empresa, é feito o recolhimento de filtros de lubrificantes e de embalagens vazias de agrotóxicos para posterior envio a pontos de coletas. São utilizados tanques de combustível e rampas de lavagem com caixas de retenção de resíduos, para reduzir possíveis impactos negativos ao meio ambiente.

Estrutura Física

Arrozeira Banhado conta com uma moderna estrutura de secagem e armazenagem de arroz. Tem capacidade para estocar 45 mil toneladas de arroz em suas unidades. Recebendo 1.500 ton/dia.

Processos de produção

Os processos de secagem e armazenagem dos nossos produtos são realizados utilizando a mais alta tecnologia, buscando segurança e eficiência das operações e qualidade dos produtos. Esse processo abrange as atividades desde o campo até o recebimento e armazenagem nas unidades da Arrozeira Banhado. O transporte do arroz e da soja até a unidade de armazenamento é realizado com o máximo de cuidado, a fim de preservar a qualidade dos grãos. Cada etapa do processo é inspecionada e ajustada para que se obtenha um produto de excelente qualidade.

Exportações do agronegócio paranaense crescem 3,8%

No País, vendas para o exterior tiveram uma queda de 0,92%, alcançando US$ 49,6 bilhões entre janeiro e junho

O Paraná fechou as exportações do agronegócio do primeiro semestre com números positivos e, mais uma vez, mostrou maior força no segmento do que a média nacional. Enquanto o País alcançou US$ 49,6 bilhões entre janeiro e junho – uma queda de 0,92% em relação ao mesmo período de 2013 –, o Estado comercializou para outros países a marca de US$ 6,64 bilhões, um crescimento de 3,8%.

Em relação à importação, o Brasil comprou US$ 8,8 bilhões em produtos do agronegócio, fechando com um superavit de US$ 40,8 bilhões. Já as importações paranaenses somaram US$ 993 milhões. Com o resultado, o saldo da balança do agronegócio do Estado foi superavitário em US$ 5,65 bilhões. Os dados do País são do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), compilados pela Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) e os estaduais da Federação da Agricultura do Estado do Paraná (Faep).

Apesar dos números nacionais terem fechado com leve queda, o agronegócio teve participação de 44,4% no resultado da balança no primeiro semestre, contra 41,3% de 2013. O desempenho do setor contrasta com o resultado negativo da balança comercial do País, que teve deficit de US$ 3 bilhões no acumulado semestral deste ano. As exportações totais somaram US$ 110,5 bilhões e as importações, US$ 113 bilhões.

De acordo com os números da Faep, o Paraná ocupa o terceiro lugar nas exportações do agronegócio brasileiro, participando com 13% do total do País, atrás apenas de São Paulo (18%) e Mato Grosso (17%). Esses estados somam quase US$ 50 milhões nas exportações gerais do País. "Mais uma vez, as exportações do complexo soja foram as principais responsáveis por colocar o Estado neste patamar de crescimento", explica a economista da Faep, Gilda Bozza.

Neste primeiro semestre, o complexo soja (grão, farelo, óleo bruto e refinado), correspondeu a 53% do volume total de exportações e fechou com receita de US$ 3,58 bilhões. Só o valor correspondente à soja em grão foi de US$ 2,47 bilhões, com o volume saltando de 3,8 milhões de toneladas para 4,97 milhões de toneladas, um incremento de 30,7%. "O aumento do volume compensou a retração de 4,7% no preço médio de exportação, que passou de US$ 522,93 por tonelada para US$ 498,50", relata a economista.

O técnico do Departamento de Economia Rural (Deral), da Secretaria de Agricultura do Estado do Paraná (Seab), Marcelo Garrido, diz que a safra paranaense não foi maior do que o ano passado como era esperado, mas as exportações mostram que está sendo uma boa temporada. "O produtor está capitalizado e apenas nas últimas semanas os preços da soja caíram. Acho que o quadro não é tão otimista como do ano passado, mas está bom".

A preocupação de Garrido é com o segundo semestre que, de acordo com analistas de mercado do agronegócio, deve ser mais morno em relação às exportações. "O quadro não é tão otimista neste momento devido às especulações com a produção norte-americana. Se o clima bom se confirmar, o volume do grão (soja) será muito grande no mercado o que pode esfriar as exportações brasileiras neste segundo semestre", complementou ele. (Com agências)

Victor Lopes

Folha Web


Fonte: Agrolink

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