Meio Ambiente

Nas áreas cultivadas pela Empresa, é feito o recolhimento de filtros de lubrificantes e de embalagens vazias de agrotóxicos para posterior envio a pontos de coletas. São utilizados tanques de combustível e rampas de lavagem com caixas de retenção de resíduos, para reduzir possíveis impactos negativos ao meio ambiente.

Gado de corte de Aceguá - RS.

A criação do gado, com trabalho continuo em melhoramento genético a Arrozeira Banhado, busca somente animais com características de desempenho adequadas para maior produção de carcaça em um período menor de tempo de engorda a campo em pastagem de azevém trevo e cornichão.

Processos de produção

Os processos de secagem e armazenagem dos nossos produtos são realizados utilizando a mais alta tecnologia, buscando segurança e eficiência das operações e qualidade dos produtos. Esse processo abrange as atividades desde o campo até o recebimento e armazenagem nas unidades da Arrozeira Banhado. O transporte do arroz e da soja até a unidade de armazenamento é realizado com o máximo de cuidado, a fim de preservar a qualidade dos grãos. Cada etapa do processo é inspecionada e ajustada para que se obtenha um produto de excelente qualidade.

Estrutura Física

Arrozeira Banhado conta com uma moderna estrutura de secagem e armazenagem de arroz. Tem capacidade para estocar 45 mil toneladas de arroz em suas unidades. Recebendo 1.500 ton/dia.

México importará carne de frango brasileira com tarifa zero

A expectativa é que mais de 26 plantas sejam habilitadas após missão técnica mexicana

O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), por meio da Secretaria de Relações Internacionais (SRI), realizou visita às autoridades do México, entre os dias 27 e 29 de julho, para negociação de abertura de mercado, principalmente para carnes de frango. A exportação do produto entre janeiro e junho de 2014 ao México foi de US$ 12,9 milhões.
De acordo com o secretário de Relações Internacionais do Agronegócio, Marcelo Junqueira, a principal reivindicação às autoridades sanitárias mexicanas foi a habilitação de 26 plantas brasileiras para exportação de carnes de aves ao país. “Ano passado nós fomos lá e conseguimos habilitar cinco plantas. Esse ano, as exportações estão em um ritmo importante. Já exportamos cinco mil toneladas de carnes de aves e temos a expectativa de fechar o ano em torno de 20 mil toneladas, se mantivermos as cinco plantas”, afirmou.

“Agora queremos que eles aprovem um leque maior de plantas que, segundo o serviço fitossanitário brasileiro, estão aptas a exportar, de acordo com padrão mexicano”, completou. A reivindicação foi aceita por aquele país, que enviará missão técnica ao Brasil no intuito de visitar as 26 plantas e analisar a liberação de exportações. Nos próximos dias o Brasil terá data definida para receber os técnicos mexicanos.

Recentemente o México teve problema de gripe aviária, o que causou problema de abastecimento interno significativo ao país. “Atualmente, a importação de frango do México está na ordem de 150% de imposto, mas por conta dessa necessidade, o México isentou uma cota de importação de carnes de aves na ordem de 300 mil toneladas com tarifa zero para fora do Nafta”, acrescentou o secretário.

Outros acordos

Segundo Junqueira, o foco era a exportação de carne de frango, mas o México apresentou interesse na importação da carne de peru do Brasil. “Eles estão com uma necessidade de 100 mil toneladas com tarifa zero. Mas ainda está em discussão se esse valor fará parte das aves que já estão liberadas ou se seria um adicional de mais 100 mil toneladas”, comentou.

Além disso, as autoridades brasileiras solicitaram a ampliação do número de plantas autorizadas a exportar ovos férteis. Hoje apenas uma empresa no Brasil exporta o produto ao México, mas a expectativa é credenciar mais quatro empresas que teriam condições de exportar ao país.

Outro assunto discutido foi a abertura de mercado para a carne suína que, mesmo com o estado de Santa Catarina livre de febre aftosa sem vacinação, não há autorização de exportação dessa carne para o México. “Com isso, nós colocamos para eles que países com alto rigor sanitário, como Estados Unidos e Japão, reconheceram Santa Catarina como estado habilitado para exportar. Então, os mexicanos se prontificaram a fazer uma nova análise de risco para exportação de carne suína e pediram que nós enviássemos a análise de risco feita pelo Japão e Estados Unidos”, comentou o secretário.

Por outro lado, o México pediu que o processo para a importação de feijão preto pelo Brasil seja acelerado. “Esse processo já está em análise e nós vamos acelerá-lo. Como o Brasil eventualmente importa, nós ficamos de concluir a análise de risco”, disse.

Min. da Agricultura, Pecuária e Abastecimento


Fonte: Agrolink

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